• SOS Unimed
  • Novo app Jornal O Dia

Chuvas favorecem o surgimento de alergias e problemas respiratórios

Os principais problemas são tosse seca, rinite alérgica e crises de bronquite (asma)

04/02/2020 13:10h - Atualizado em 04/02/2020 16:21h

No Piauí, o tempo é quase sempre quente. Com o início do período chuvoso que compreende, geralmente, os meses de janeiro a abril, problemas respiratórios podem ser desenvolvidos juntamente com as alergias. Segundo dados do Ministério da Saúde, a asma é responsável por quase 250 mil internações e mais de dois mil óbitos todos os anos no Brasil.

Os principais problemas que surgem neste período chuvoso são tosse seca, principalmente no turno da noite prejudicando o sono e provocando irritação na garganta; sintomas nasais de rinite alérgica com a presença de espirros, coriza, congestão e prurido nasal, além das crises de bronquite ou asma alérgica.

Foto: Divulgação

O alergologista Carlos Alves destaca os malefícios que o frio pode causar às pessoas que moram em regiões quentes. “As variações de temperatura de um modo geral costumam irritar (agredir) a mucosa das vias aéreas descompensando a tosse, rinite e asmas alérgicas, principalmente na mudança calor / frio. É fundamental para o tratamento de pessoas acometidas com esses problemas, o uso de antialérgicos, pré-avaliação alergológica e medidas de controle ambiental”, enfatiza.

O profissional ressalta ainda os fatores que contribuem para a manifestação de alergias e problemas respiratórios. “Os principais fatores são a exposição às variações bruscas de temperaturas, além dos irritantes primários como fumaça, cigarro, cheiros fortes de produtos de limpeza, perfumes, desodorantes e cheiro de tintas. E os aeroalergenos como ácaros da poeira, mofo, epitélio dos animais - principalmente gato e cachorro, e os pólens”, disse o especialista.

O médico orienta que é necessário que a pele esteja sempre hidratada e uso constante de protetor solar. “Já quanto às alergias desencadeadas pelo contato, deve-se identificar a causa e afastar do contato do paciente e buscar sempre o uso de equipamentos de proteção individual”, finalizou o alergologista.

Por: Da redação

Deixe seu comentário