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Pandemia: No Piauí, foram feitos 238 mil acordos de benefício emergencial

A medida tem como objetivo reduzir os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus.

01/10/2020 16:55h - Atualizado em 02/10/2020 14:26h

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Segundo dados divulgados, nesta quinta-feira (1º), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram firmados 238.213 acordos através do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. O acordo feito entre trabalhadores e empresas, por meio do qual foram reduzidos a jornada e o salário de funcionários, tem como objetivo reduzir os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus

Foto: Akira Onuma/Ascom Susipe/Fotos Públicas

De acordo com o programa, a redução pode ser feita nas proporções de 25%, 50% ou 70% por até três meses, ou suspensão do contrato de trabalho e o pagamento de salário por até dois meses. No entanto, o levantamento não aponta quantos contratos foram suspensos e quantos tiveram redução de jornada ou de salário no período.

O Caged também traz dados em relação a quantidade de empregos formais no Piauí. O cadastro aponta que o estado perdeu 6.361 vagas de emprego formais entre janeiro e agosto deste ano. Ao todo, 47.148 admissões e 53.509 desligamentos, uma redução de 2,13%.

Apesar dos números, o Piauí teve o segundo melhor resultado dentre os estados do Nordeste, ficando atrás apenas do estado do Maranhão que abriu 8.350 novas vagas no mesmo período. De acordo com o levantamento, as maiores perdas ocorreram nos meses de abril e maio, com 6.388 e 3.663 vagas, respectivamente.

Já durante o mês de agosto, quando iniciou a retomada das atividades econômicas em vários municípios, incluindo Teresina, o estado mais do que dobrou o número de vagas abertas em relação ao mês anterior. Segundo o Caged, foram 2.089 novas vagas em agosto, enquanto em julho foram 1.005. O resultado de agosto é o melhor se comparado aos outros meses do ano, com 6.724 admissões e 4.635 desligamentos.

Em relação a Capital, os resultados não são tão positivos. Segundo o Caged, Teresina teve 28.026 admissões no acumulado do ano e 36.062 desligamentos, uma redução de 8.036 vagas de emprego formais, o que representa queda de 4,23%.


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Por: Nathalia Amaral

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