No Piauí, Marcelo Queiroga diz ser o ministro que irá por fim na situação pandêmica

O ministro afirmou que o povo brasileiro precisa se unir e que o Brasil tem uma das maiores campanhas de imunização do mundo

08/10/2021 11:41h - Atualizado em 08/10/2021 13:50h

Compartilhar no

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, veio a Teresina nesta sexta-feira (08) para visitar o Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI) e participar da entrega de equipamentos para atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Acompanhado por Ciro Nogueira e pelo secretário da saúde Florentino Neto, durante solenidade no novo centro materno da capital, o ministro comenta a respeito da campanha de imunização brasileira, afirmando que tem orgulho de ser o ministro da saúde e que irá por fim na pandemia que assola o país. 

Solenidade no novo Centro Materno Infantil e HU. (Fotos: Assis Fernandes/ODIA)

“Tenho orgulho de dizer que sou o ministro que vai por fim no caráter pandêmico, porque nosso governo atua em conjunto. O Brasil tem uma das maiores campanhas de imunização contra a covid-19 do mundo. Nossa perspectiva é que até novembro, nós tenhamos toda a população adulta vacinada com as duas doses”, garante Queiroga. 

O ministro destaca ainda que os estados brasileiros já iniciaram a vacinação com a dose de reforço nos idosos acima de 60 anos e nos profissionais da saúde. “Nós já iniciamos a dose adicional nos idosos acima de 60 anos com a vacina da Pfizer. A dose de reforço também é aplicada em todos os profissionais de saúde no Brasil, pois nós precisamos garantir que a população esteja protegida”, ressalta.

Com relação às leis de obrigatoriedade de máscara e do passaporte da vacina, Marcelo Queiroga diz ser absolutamente contra pois, de acordo com ele, estas leis não têm efetividade. “Sou absolutamente contrário às leis que obrigam o uso da máscara e solicitam o passaporte da vacina. O nosso governo defende a dignidade da pessoa, a vida e a liberdade. Acho que essa história de lei é um absurdo, porque não funciona. As pessoas devem aderir às recomendações sanitárias. O cuidado é individual, mas o benefício é de todos”, declara.

O ministro da saúde enfatiza que leis de obrigatoriedade dividem a sociedade brasileira, onde o maior inimigo é o coronavírus. “Meus amigos, a população brasileira em breve vai estar toda vacinada, todos irão ter esse passaporte. Eu adquiri a Covid-19 mesmo com o passaporte da vacina. Então essas medidas não têm efetividade, elas servem mais para dividir a sociedade do que para unir”, finaliza Marcelo Queiroga.


É permitida a reprodução deste conteúdo (matéria) desde que um link seja apontado para a fonte!

Compartilhar no

Deixe seu comentário