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Movimentação em clubes aumenta 50% durante as férias escolares

Parques aquáticos são alternativas de lazer neste período e ajudam a amenizar o calor. Mas é preciso ficar atento às dicas de segurança.

12/07/2019 07:14h

Com as férias escolares e as crianças em casa, muitos pais optam pelos parques aquáticos como alternativa de lazer, sobretudo aos finais de semana. Segundo o chefe de segurança de um parque aquático localizado na zona Leste de Teresina, Getúlio Miguel, em julho, a movimentação no local aumenta em 50% comparado a outros períodos do ano. 

Marina Tarsila, por exemplo, já levou seu filho, Ian Caio, de 6 anos, para amenizar o calor em um clube da Capital. “Sempre venho ao clube, desde quando eu tinha 8 anos de idade, e foi passando de geração para geração. Agora que o Ian está de férias, a gente estava devendo para ele, e aí viemos curtir”, conta. 

Todavia, Marina lembra que, para evitar qualquer incidente durante o passeio, redobra a atenção. “A gente sempre escolhe uma mesa que fique entre a piscina de adulto e infantil, para ficar de olho. Sempre que a gente vem para piscina de adulto, meu filho também vem, embora tenha os salva-vidas, a gente não deixa ele só, sempre mantendo cuidado”, ressalta. 

Dicas de segurança 

E o chefe dos salva-vidas do clube, Francisco Dutra, reforça as dicas de segurança para evitar afogamentos. “Quando chegar no local, procure saber a profundidade das piscinas, ver as normas do clube. A questão da saída de banho dentro da piscina atrapalha muito na hora de um salvamento. Se você estiver com a roupa em partes fundas e o salva-vidas pular pra tirar, a saída pode enganchar a mão do profissional ou da pessoa e, ao invés de resgatar, vai dificultar a ação. O local próprio para usar a saída de banho é fora das piscinas”, ressalta. 


Uso de protetor solar, roupas adequadas e a limpeza da piscina são essenciais para evitar incidentes - Foto: Assis Fernandes/O Dia

Dutra trabalha como salva-vidas há 13 anos. Ele conta que, em média, faz dois salvamentos por fim de semana, entre adultos e crianças. Somente no feriado do Dia Das Crianças do ano passado, foram salvas oito pessoas, sendo que nenhuma precisou de atendimento médico. 

“Os afogamentos com adultos acontecem principalmente na transição, que são os locais da parte rasa para funda. A pessoa confia que é a mesma altura e pula. Já em crianças, as boias são indispensáveis. Além dos salva-vidas, os pais devem sempre acompanhar os filhos em um local que ele saiba a profundidade”, adverte. 

O uso de protetor solar, roupas adequadas e a limpeza da piscina também são essenciais para que o dia de diversão não se torne algo negativo, como reforça o salva-vidas Nilson Araújo. “Tenha cuidado com as crianças, auxilie os salva-vidas dando atenção aos seus filhos, para não sobrecarregar, pois é somente um salva-vidas por piscina. Não se deve jogar comida nas piscinas, é indicado amarrar os cabelos por causa do cloro e, quando sair da piscina, ir lavar o cabelo no chuveiro”, completa.

Por: Sandy Swamy

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