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Mãe pede doações para tratar filha com doença rara no Peru

A pequena Gabriela Pallin, de 4 anos e meio, está precisando de ajuda

05/12/2012 14:36h

Uma mãe que corre contra o tempo para tentar salvar a filha, a pequena Gabriela Pallin, de 4 anos e meio. Com a voz embargada, Luciana Pallin tenta fazer o relato da dura jornada até aqui. A sua luta diária é contra um inimigo invisível, mas cruel: Sandhoff, uma doença rara degenerativa do cérebro.

"Minha filha quer viver", diz Luciana, que precisa de ajuda para levar a filha ao Peru, onde há um tratamento experimental para a doença. A família mora na zona Leste de Teresina e não dispõe de recursos para arcar com as despesas da viagem.

Gabriela convive, desde cedo, com uma série de limitações. Sandhoff afeta o metabolismo, tornando de difícil absorção algumas substâncias gordurosas, que acabam se acumulando no cérebro, causando a destruição das células. Assim, a menina não consegue movimentar os músculos e não se desenvolve como as outras crianças da sua idade.

A doença, de difícil diagnóstico, só foi descoberta quando a garota tinha um ano e cinco meses de vida. Com o passar do tempo, o quadro de Gabriela foi se agravando, com inúmeras crises convulsivas e internações. "Ela quase morreu várias vezes", conta a mãe. A rotina da família tem sido uma busca incansável pela cura.

Inicialmente, os médicos desenganaram Gabriela. A doença, segundo eles, seria fatal. Mas, Luciana não perdeu a esperança e passou noites em claro fazendo pesquisas na internet até descobrir o tratamento no país andino. O procedimento é feito a partir de células-tronco trazidas dos Estados Unidos.

Com a ajuda de doações, mãe e filha já foram ao Peru três vezes, para fazer o tratamento, mas será preciso retornar. "A cada vez que eu vou, ela dá uma melhorada. A Gabi era toda paralisada, hoje ela puxa a perna sozinha. Dorme respirando bem. Isso já é um ganho gigantesco. A geneticista dela no Brasil fala que eu tenho que continuar", afirma Luciana.

O próximo procedimento está marcado para fevereiro de 2013. O tratamento é bastante caro, e o pagamento, em dólar. Os custos da viagem chegam a R$ 65 mil, sendo R$ 52 mil apenas para as despesas médicas. A família precisa desse valor até janeiro, a tempo de preparar as células-tronco para o novo implante.

A fim de conseguir o dinheiro, Luciana realiza campanhas nas redes sociais. Para ajudar a família, basta fazer uma doação no Banco do Brasil (Conta poupança: 9178-2/Agência: 4226-9/Variação: 01/CPF: 060.049.913-84) ou Bradesco (Banco 237 Bradesco/Conta poupança: 1009689-8/Agência: 2505/CPF: 077.608.488-70).

Para saber mais informações sobre a história de Gabriela, acesse o site http://www.unidaspelavida.com ou os perfis da mãe da garota nas redes sociais: http://www.facebook.com/luciana.pallin e https://twitter.com/lupallin.

Por: Juliana Dias

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