Kit Intubação: com baixo estoque, Piauí aguarda chegada de novo lote de medicamentos

Previsão é que uma remessa com 14.483 unidades de analgésicos e relaxantes neuromusculares cheguem ao estado neste fim de semana

16/04/2021 14:32h - Atualizado em 16/04/2021 14:38h

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O Piauí deve receber, neste fim de semana (17), um novo lote com 17.483 unidades de medicamentos para intubação orotraqueal (IOT), o chamado “kit intubação”. Os insumos, enviados pelo Ministério da Saúde, foram adquiridos na China e doados ao Governo Federal por um grupo de empresas formado pela Petrobras, Vale, Engie, Itaú Unibanco, Klabin e Raízen.

Segundo Alderico Tavares, superintendente da rede de média e alta complexidade da Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi), a chegada desta remessa irá ampliar a quantidade desses medicamentos de analgesia e sedação no estoque do Estado. “Poderemos atender  não só a rede estadual, mas hospitais da capital e da rede federal, que é o Hospital Universirário”, pontua.

Kit intubação (Foto: Américo Antônio/Sesapi)

Todas as demais unidades da federação também serão contempladas com essa ação que, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ampliará a capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS) aos brasileiros neste momento de emergência pública, porém, ressaltou que “a obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios”, disse em coletiva de imprensa. 

Por outro lado, Tavares lembra que, por determinação administrativa do ministério, toda a produção destes insumos foram recolhidos pela pasta, que tem feito a distribuição centralizada a todos os estados. “Estamos com o estoque mínimo, uma quantidade para sete ou dez dias. Tomamos cuidado com a distribuição dessa medicação na nossa rede, pois temos recebido pouca quantidade”, afirma.

O “kit intubação” é adotado para o tratamento de pacientes que precisam de respiração mecânica, tais como analgésicos e relaxantes neuromusculares, que passaram a registrar aumento da demanda em todo o país em decorrência do avanço de novos casos do novo coronavírus (Covid-19) e crescimento da taxa de ocupação de leitos hospitalares.

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