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Justiça nega pedido de prisão de PM suspeito de assassinar radiologista

Essa é a segunda decisão favorável ao PM proferida pelo juiz da Central De Inquéritos da Comarca de Teresina, Jorge Cley Martins Vieira.

12/12/2019 17:35h

A Justiça negou o pedido de prisão do Policial Militar Max Kellysson Marques Marreiros, suspeito de ser o autor do disparo de matou o técnico em radiologia Rudson Vieira Batista. Essa é a segunda decisão favorável ao PM proferida pelo juiz da Central De Inquéritos da Comarca de Teresina, Jorge Cley Martins Vieira.

Max Kellysson ganhou liberdade provisória na audiência de custódia realizada no dia 2 de dezembro. O juiz entendeu “que em liberdade, o autuado não coloca em risco a ordem pública ou a instrução processual penal” e aplicou medidas cautelares e suspendeu a posse de arma do militar.

Na decisão da última terça-feira (10), que manteve a liberdade de Max, o juiz alegou “ausência de legitimidade da parte recorrente no presente caso, haja vista que em tese atuaria como assistente de acusação” e manteve a decisão anteriormente proferida.

Nesta quinta-feira (12), familiares e amigos de Rudson Vieira promoveram uma manifestação para pedir Justiça no caso. Com faixas e carro de som, os participantes se concentraram na Assembleia Legislativa do Piauí, seguiram pela Avenida Marechal Castelo Branco e realizaram um ato na frente do Tribunal de Justiça do Piauí.

O caso

Rudson Vieira morreu no último sábado (7) depois que foi baleado na cabeça durante uma discussão no domingo, 1º de dezembro. Segundo testemunhas, a vitima e o PM Max Kellysson se desentenderam em uma casa de show localizada na Avenida Duque de Caxias, no bairro Buenos Aires. O policial militar foi preso em flagrante com uma pistola .40 municiada com 10 cartuchos. 

Por: Otávio Neto

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