Empresário é executado na frente do filho, na zona Leste de Teresina

Dois suspeitos estavam de moto e dispararam contra a vítima.

07/08/2014 08:42h - Atualizado em 07/08/2014 10:29h

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O empresário Izael Alves Pereira, de 69 anos, foi baleado quando estava dentro de seu carro, um Chevrolet Cruze preto de placa NEK-4503. Segundo a polícia, o veículo era conduzido pelo filho da vítima, Izael Noronha Alves. Os disparos aconteceram quando o carro estava parado em um sinal na Rua Senador Arêa Leão, esperando para entrar na Avenida Presidente Kennedy, zona Leste de Teresina. Izael também era pai do médico legista  Igor Calegari, que foi atender a ocorrência e se deparou com a cena trágica.

Fotos: Jailson Soares/O Dia

O crime aconteceu pela manhã, por volta das 8h10. O filho da vítima está no local e informa à polícia como tudo aconteceu. "Os disparos foram feitos por um homem que pilotava uma moto. Ele desceu e atirou. Estava de camisa rosa e usava capacete. O outro que estava na moto usava uma camisa azul", conta Izael Noronha. Segundo a polícia, o empresário e o filho sempre faziam aquele caminho para ir até uma clínica onde a vítima fazia fisioterapia.

Dois tiros atingiram a vítima, que morreu no local. Os populares anotaram uma parte da placa da motocicleta, que é LV-4529. A polícia suspeita que a execução tenha sido motivada por questões envolvendo os negócios do empresário.  "Ele já trabalhou em uma cervejaria, e tinha um sócio no Amapá com quem mantinha conflitos judiciais", diz o major Raimundo Júnior, do Comando do Batalhão que atendeu à ocorrência. A denúncia, no entanto, ainda está sendo apurada.

O delegado Higgo Martins, da delegacia de Homicídios, informou que as imagens das câmeras dos estabelecimentos próximos ao local da ocorrência serão colhidas e analisadas. Câmeras de seguança da casa do empresário também serão colhidas para análise. "No momento não podemos dar mais nenhum detalhe. Vamos ouvir toda a família e analisar o material coletado para, só depois, dar mais informações", diz o delegado Higgo.

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Por: Maria Clara Estrêla (do local) e Maria Luiza Moreira (redação)

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