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Especialista explica a importância do diagnóstico precoce do autismo

O evento Teresina TEAMO – Nossa causa é justa! deve reunir pais, familiares e profissionais

22/11/2019 17:15h - Atualizado em 25/11/2019 18:46h

Diagnosticar o autismoprecocemente pode fazer a diferença durante toda a vida dos portadores dasíndrome bem como da família. O principal motivo é o desenvolvimento de habilidades para o enfrentamento dos desafios e que proporcionam mais qualidade de vida.


“O diagnóstico precoce é determinante na vida da pessoa com Autismo e da família, porque possibilita que esta criança tenha acesso a um tratamento especializado e com isso possa desenvolver novas habilidades, novos aprendizados, trabalhar autonomia e qualidade de vida”, explicaDébora Kerches, neuropediatra especialista em Transtorno do Espectro Autista.


É a importância do diagnóstico precoce que a profissional vai apresentar num simpósio que acontece em Teresina de 22 a 24 de novembro e que vai tratar somente sobre o autismo. O Teresina TEAMO – Nossa causa é justa!  deve reunir pais, familiares e profissionais em mais de 18 horas de programação que envolve palestras e debates.

“A informação é o principal meio de se combater preconceitos. Se você não conhece, você não sabe lidar com a situação. Esse seminário vem para falar desde o diagnóstico precoce até o autista adolescentes, autistas adultos, mercado de trabalho. Fala sobre fusão social“, comenta Débora Kerches.

(Foto: Otávio Neto / O DIA)

Os desafios

São vários os desafios que os portadores e familiares de pessoas autistas enfrentam diariamente. Desde a infância até a fase atual, os problemas como tratamento especializado e preconceito são constantes.

“Os desafios são vários nas áreas de comunicação, interação social e o comportamento.  Eles têm dificuldades de lidar com mudança de rotina, frustações, dificuldade em flexibilizar qualquer coisa que faça parte do convívio. Isso acaba levando a comportamentos inapropriados, que a sociedade que não entende interpreta de maneira errada”, diz. 

Por: Otávio Neto

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