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Comércio de comidas e bebidas é aquecido com festas juninas na cidade

As vendas relacionadas à culinária tradicional do mês junino e, também, das bebidas, prometem embalar e aquecer o comércio regional.

22/06/2015 07:25

É tradição que, com a chegada do mês de junho, comidas e bebidas típicas ganhem as ruas e aumentem na procura dos consumidores. As vendas relacionadas à culinária tradicional do mês junino e, também, das bebidas, prometem embalar e aquecer o comércio regional ainda por muitos dias durante as festividades. 

A barraqueira Maria Lúcia, há 10 anos tem faturamento extra no mês de junho. A autônoma diz que sempre se prepara para acompanhar os mais importantes eventos juninos que acontecem em Teresina, nas diferentes zonas da cidade. “É um mês bom, porque dá para tirar um dinheirinho a mais, mesmo com essa crise, ainda dá para lucrar. As pessoas entram mesmo no ritmo da festa. Trabalho com isso, mas durante o ano não vendo arrumadinho, esse é um prato que as pessoas querem muio mais consumir durante o São João”, relata. 

Foto: Jailson Soares/ ODIA

Maria dá conta de tudo sozinha. Ela é a cozinheira e marqueteira do próprio negócio. Em uma noite movimentada, a autônoma consegue vender mais de 100 porções do típico prato conhecido como “arrumadinho”, feito de arroz maria isabel, creme de galinha, farofa e carne. 

“Também vendemos água, refrigerante e cerveja, para complementar o lucro. Geralmente, a gente só sabe quando tirou no último dia de festa, porque tudo que você ganha em uma noite, praticamente, é investido no próximo dia, mas é certeza de um lucro maior, nesse tempo”, avalia. 

A rotina durante o mês junino é cansativa. A barraqueira chega ao local do evento às 17h e só sai na madrugada, quando ainda tem que desmontar e proteger toda a estrutura montada. Pela manhã, Maria faz as comprar dos materiais para preparar os pratos típicos e começar a realizar o preparo dos ingredientes. No turno da tarde, o tempo que resta é para descansar e organizar tudo novamente. “É cansativo, mas vale a pena. A gente também acompanha a alegria das pessoas e dá para dar um ânimo a mais. É uma coisa que enquanto eu puder, eu sei que eu trabalharei com isso, porque gosto”, finaliza.

A matéria completa você encontra na edição impressa do Jornal O Dia de hoje (22).

Por: Glenda Uchôa- Jornal O Dia
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