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Chico Lucas promete garantir segurança jurídica aos produtores rurais

Ex-presidente da OAB-PI considera que direção do Interpi é função técnica.

08/05/2019 19:10h - Atualizado em 08/05/2019 19:34h

O ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Piauí (OAB-PI) afirmou nesta quarta-feira (8), em entrevista ao portal O DIA, que a sua prioridade à frente do Instituto de Terras do Piauí (Interpi) será garantir segurança jurídica para todos os produtores rurais, "do pequeno ao grande".

"Os últimos gestores foram gestores comprometidos, que fizeram um excelente trabalho, principalmente o Dr. Herbert Buenos Aires, meu antecessor. Ele trouxe seriedade ao órgão, e eu quero dar continuidade a esta caminhada", afirmou Chico Lucas.

O novo diretor-geral do Interpi avalia que foi nomeado para comandar o órgão graças à sua ampla experiência na área fundiária, atuando como procurador do estado e como advogado.

O diretor-geral do Interpi, Chico Lucas (Foto: Elias Fontinele / O DIA)

"Eu sou procurador do estado de carreira, sou concursado, e a gestão de terras também é uma responsabilidade da Procuradoria do Estado. Além disso, eu tenho atuação na área imobiliária. Então, eu entendo de registro público, eu entendo de propriedade e direito civil, e, por isso, eu entendo que o que pesou para a minha nomeação não foi nenhum critério político, mas sim o critério técnico", afirma Chico Lucas.

Em 2018,  época das eleições para a OAB-PI, o então presidente da entidade disse que, ao deixar o comando da Ordem, não tinha pretensão de entrar para a política. 

Por considerar o comando do Interpi uma função técnica, Chico Lucas acredita que está sendo coerente com o que afirmara no passado. "Naquele momento eu não fui candidato, como eu disse que não seria", afirma o diretor do Interpi.

Ele avalia, ainda, que o problema da grilagem de terras no estado ainda existe mas está sob controle, sendo necessário um trabalho harmônico entre os poderes Judiciário e Executivo para solucioná-lo. "A administração pública, os cartórios, o Judiciário, enfim, todos os envolvidos precisam atuar juntos para resolver isso", conclui.

Por: Cícero Portela

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