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Academia de Ciências do Piauí quer preservar memória científica

Segundo o presidente Jônathas Nunes, a função da entidade é responder perguntas e tornar a instituição um local de muito conhecimento.

30/01/2020 09:34h

Fundada em 2002, a Academia de Ciências do Piauí tem o papel de preservar a memória científica do Estado. Segundo Jônathas Nunes, presidente da academia, a função da entidade é responder perguntas e tornar a instituição um local de muito conhecimento

“A Academia de Ciências, nesse particular, tem como grande objetivo preservar a memória científica do nosso Estado, responder perguntas, esclarecer quando teria chegado o primeiro especialista em Física, Matemática, o primeiro engenheiro, médico, empreendedor”, comenta. 

Jônathas Nunes, presidente da Academia de Ciências do Piauí. (Foto: Assis Fernandes/O Dia)

Ainda de acordo com Jônathas Nunes, a Academia tem se organizado para criar uma biblioteca especializada e conta com a colaboração e participação do corpo de cientistas de diversas áreas, como tecnologia e inovação, para que contribuam com suas produções. 

“A academia tem pressa em organizar uma biblioteca especializada e seu corpo de cientistas deve participar com sua produção científica e seu conhecimento dos grandes projetos estratégicos do Estado, sejam governamentais ou da iniciativa privada. Estamos organizados e temos em mente o papel importante que a Academia terá nos próximos anos no desenvolvimento científico, tecnológico e cultural do nosso Estado”, reforça Jônathas Nunes. 

O presidente da Academia de Ciências do Piauí pontua também que as universidades têm um papel permanente no nosso Estado, vez que elas podem desempenhar a função de formar novos especialistas em todas as áreas do conhecimento humano. 

“As universidades são encarregadas na formação de recursos humanos. A sociedade não pode viver sem atualizar a formação. Sabemos que elas atravessam problemas, mas temos a certeza que essas dificuldades serão superadas”, conclui. 

Sobre a academia 

A Academia de Ciências do Piauí funciona no prédio do Auditório Herbert Parentes Fortes, na Avenida Miguel Rosa, Centro de Teresina, e foi fundada por um grupo de professores, profissionais liberais e pesquisadores, reunidos na sede da Academia Piauiense de Letras. Nasceu com o objetivo de divulgar e difundir a Ciência, a Tecnologia, a Cultura e Arte no Brasil, em especial no Piauí. 

Em 2015, foi declarada como utilidade pública estadual por meio da Lei nº 6.717/2015, e utilidade pública municipal através da Lei nº 4.822/2015. Desde 2003, a Academia está envolvida com atividades de colaboração nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação, como a primeira 1ª Feira de Ciência e Tecnologia do Piauí, Feiras Itinerantes de Ciência e Tecnologia, participação anual na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, além do lançamento de diversos livros de autoria dos acadêmicos. 

No dia 25 de janeiro de 2020, os professores do Departamento de Informação, Ambiente, Saúde e Produção Alimentícia (DIASPA) do Campus Teresina Central, Wilson Seraine da Silva, Érico Rodrigues Gomes e Ricardo Martins Ramos, tomaram posse como membros eletivos e perpétuos da Academia de Ciências do Piauí. Durante a solenidade, foram empossados 12 novos membros, como forma de reconhecimento aos trabalhos por eles realizados nas áreas do conhecimento científico, tecnológico, humano e cultural.

Por: Isabela Lopes

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