Gás de cozinha tem reajuste de 3,43% a partir deste domingo

O último reajuste no valor do gás de cozinha foi no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses.

04/05/2019 10:23h

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O preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o gás de cozinha, fica mais caro a partir deste domingo (5). Isso porque a Petrobras anunciou um reajuste de 3,43% no valor do botijão de 13 quilos (kg) às distribuidoras sem a cobrança de tributos, passando a custar R$ 26,20.

O último reajuste no valor do gás de cozinha foi no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o preço do botijão subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

Confira a nota na íntegra:

“Consideramos irresponsável a informação distorcida sobre o aumento do gás de cozinha anunciada pelas Companhias Distribuidoras sobre o aumento do gás de cozinha:

A Petrobras publicou ontem em seu site, o aumento do gás de cozinha para uso residencial, o valor anunciado é de R$ 0,87 por botijão, ou um aumento na refinaria de 3,43%, quando comparado com seu anterior ao aumento.

Para o setor revenda os comunicados não são diferentes: 

Quem tem “parceiro” assim não precisa de concorrente, o aumento na Petrobras de R$ 0,87 no mínimo dobra de valor dependendo do preço de compra do Revendedor. Exemplificamos, se uma revenda compra o botijão de sua Companhia Distribuidora por R$ 55,00, ao aplicar o reajuste 3,43% o aumento real ao revendedor é de R$ 1,90, que passará a comprar o mesmo botijão de gás de cozinha por R$ 56,90.

A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR, entidade nacional representativa do setor revenda reitera o comprometimento com a verdade dos fatos, no combate aos abusos, lamentamos que a Petrobras ao ver essa forma distorcida de comunicado na imprensa não se manifeste, lamentamos por ter um órgão regulador, ANP, que deveria conter os abusos, sequer vem a publico esclarecer de forma simples que o preço dos combustíveis é livre, que o setor do GLP vive sob domínio de cinco empresas, que o aumento na Petrobras foi de R$ 0,87 e não de 3,5% no preço de compra do revendedor”.

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Por: Isabela Lopes

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