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Notícias Art/Gente

20 de abril de 2019

Beyoncé tem contrato de R$ 236 mi com a Netflix para três projetos

Beyoncé tem contrato de R$ 236 mi com a Netflix para três projetos

Ainda não há informações sobre o que seriam os outros dois projetos de Beyoncé com a plataforma

A cantora Beyoncé, 37, fechou um contrato de US$ 60 milhões (cerca de R$ 236 milhões) com a Netflix para a realização de três projetos com a plataforma de streamings. A informação foi divulgada neste sábado (20) pelo site da revista americana Variety.

O primeiro dos especiais, segundo a publicação, é o documentário "Homecoming", que foi lançado na quarta (17). O filme mostra os bastidores e a apresentação da cantora no Coachella de 2018, marcado por homenagem às suas raízes negras. Só por esse trabalho, o contrato de Beyoncé girou em torno de US$ 20 milhões (cerca de R$ 78 milhões), segundo fontes ouvidas pela revista. 
No documentário, a cantora atua como produtora executiva, roteirista e diretora. Procurada pela Variety, a Netflix não se pronunciou, mas, segundo a publicação, uma fonte da empresa contestou os termos financeiros do acordo. A plataforma já fechou outros acordos milionários com Ryan Murphy (US$ 250 milhões, cerca de R$ 984 milhões), conhecido por ser o produtor das séries "Glee" e "American Horror Story", e com Shonda Rhimes (US$ 100 milhões, cerca de R$ 393 milhões), criadora de "Grey's Anatomy". 
Não há informações sobre o que seriam os outros dois projetos de Beyoncé com a plataforma. 
Em "Homecoming", a americana surge em diferentes situações durante os oito meses anteriores ao show. "Uma hora nós vamos subir no palco, mandar ver, entrar no clima e nos divertir, mas, no momento, ainda não está bom", ela diz aos mais de 150 músicos e dançarinos em um dos ensaios.  
Além do período referente ao Coachella, o filme acompanha também a cantora nas semanas seguintes ao nascimento de seus filhos gêmeos, Rumi e Sir Carter, quando ela teve que perder peso para retornar aos palcos.
"Eu dançava, ia ao trailer, amamentava as crianças", conta, lembrando da dieta sem pão, carboidratos, laticínios, açúcar, carne, peixe e bebida alcoólica. "Me esforcei mais do que eu pensava ser capaz e aprendi uma lição: nunca mais chegarei a esse extremo."
As imagens do show são intercaladas com bastidores, quando a artista explica o conceito da apresentação, que faz referência às faculdades historicamente negras dos EUA (HBCUs). No palco, a banda formada por sopros e bateria lembra a cultura americana de batalha de fanfarras.
No mesmo dia que o documentário estreou, Beyoncé também lançou um álbum ao vivo, com as músicas dos shows apresentados no festival. "Homecoming: The Live Album" tem 40 faixas daquelas duas apresentações, históricas por ela ser a primeira negra como headliner do festival.

27 de março de 2019

BNDES lança programa de apoio a projetos culturais brasileiros

BNDES lança programa de apoio a projetos culturais brasileiros

De acordo com o BNDES, cada projeto apoiado poderá ter valor entre R$ 30 mil e R$ 300 mil.

Instituições sem fins lucrativos poderão se inscrever, a partir de terça-feira (2), no Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural – iniciativa-piloto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para financiar projetos culturais que deixem legado a patrimônios culturais materiais e imateriais brasileiros. As inscrições vão até 15 de agosto e podem ser feitas no endereço eletrônico www.benfeitoria.com/bndesmais.

O banco vai destinar até R$ 2 milhões do seu Fundo Cultural para projetos de patrimônio, aplicando R$ 2 para cada R$ 1 captado por projeto junto ao público em geral, até o limite de R$ 200 mil. De acordo com o BNDES, cada projeto apoiado poderá ter valor entre R$ 30 mil e R$ 300 mil. Segundo o BNDES, conforme a arrecadação obtida, o total disponível para apoio às iniciativas culturais poderá ultrapassar R$ 3 milhões.

O programa resulta de parceria do BNDES com a SITAWI Finanças do Bem e a plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria.


Foto: Reprodução/ 2.2 W

Critérios de escolha

Impacto, inovação, tradição, perenidade, perfil da proponente e custo-benefício são alguns critérios que o BNDES levará em consideração na avaliação dos projetos candidatos. Estes devem se enquadrar em uma das quatro categorias de seleção (promoção e inclusão, inovação e tecnologia, educação e inspiração e preservação e memória).

A escolha dos projetos vencedores pelos comitês curadores ocorrerá em quatro fases, entre junho e setembro deste ano. Serão selecionados até 40 projetos de patrimônio cultural de interesse da sociedade em 2019. Após fase de treinamento, os projetos serão inseridos na plataforma para arrecadação junto ao público, por um período de 30 a 60 dias.

Uma nova chamada do programa está prevista para 2020, com apoio financeiro de igual valor, R$ 2 milhões. Os recursos que não forem usados na chamada de 2019 poderão ser incorporados à seleção do próximo ano.

23 de fevereiro de 2019

Mais de 130 blocos desfilam pelas ruas do Rio antes do carnaval

Mais de 130 blocos desfilam pelas ruas do Rio antes do carnaval

Antes da semana oficial de carnaval, terá diversas opções pela cidade para os foliões.

A menos de uma semana para o carnaval, mais de 130 blocos desfilam pelas ruas do Rio de Janeiro antes da abertura oficial da folia, no próximo sábado (2). As opções incluem datas, horários, públicos e estilos distintos e para todos os gostos. Haverá desfile de blocos quase de madrugada e também a chance de donos e seus bichos brincarem juntos na festa.


Foto: Reprodução/Tomaz Silva/Agência Brasil

Só neste fim-de-semana serão mais de 100 blocos, dos quais cerca de 60 desfilam hoje (23) e pouco mais de 40 saem pelas ruas amanhã (24). Nos próximos dias serão mais 33 blocos, sendo um na terça-feira (26), quatro na quarta-feira (27), oito na quinta-feira (28) e 20 na sexta-feira (1º).

Entre os blocos que antecipam a festa está o Céu na Terra, que já começou cedo às 7h, pelas ladeiras de Santa Teresa. À tarde, quem deve arrastar multidões são o Simpatia é Quase Amor, que sai às 16h em Ipanema, e o Carmelitas, às 18h, no centro.

No domingo, outros blocos populares ocuparão as ruas: Cordão do Boitatá (às 8h, no centro), Suvaco do Cristo (às 8h, no Jardim Botânico), Bloco da Preta (às 9h, no centro), Fogo e Paixão (às 10h, no centro), Empolga às 9 (às 14h, em Ipanema) e Escravos da Mauá (às 16h, na Saúde).


Rio de janeiro - A fantasia faz parte da brincadeira dos blocos de carnaval no Rio. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

“A energia e a diversidade que fica na praça durante o desfile é o que faz o bloco ser tão especial, com todo mundo colorido, se divertindo, se abraçando e cantando, com o único propósito de ser feliz”, disse Pedro Martins, um dos fundadores do Fogo e Paixão, que faz uma releitura, em samba, dos clássicos da música brega nacional.

Também no domingo (3) estão programados desfiles de dois blocos voltados para públicos diferentes: o Gigantes da Lira é voltado para a criança e desfila às 9h, em Laranjeiras, e o Blocão de Copacabana, que também sai às 9h, mas em Copacabana, é feito para os cachorros e seus donos.

23 de janeiro de 2019

Caetano e Daniela Mercury atacam a censura em novo axé de Carnaval

Caetano e Daniela Mercury atacam a censura em novo axé de Carnaval

A produção mobilizou 14 bailarinos e 12 modelos para integrar canto e dança, dentro do estilo dos desfiles da cantora nos trios elétricos.

Uma reação carnavalesca à censura das artes reuniu em estúdio, pela primeira vez, o compositor Caetano Veloso e a cantora Daniela Mercury, em Salvador. "Tá proibido o Carnaval/ Nesse país tropical", diz o refrão da música "Proibido o Carnaval", composta pela rainha do axé. O mote da proibição da folia surgiu há quatro anos, mas a letra ganhou corpo depois dos vetos e protestos ultraconservadores contra exposições e performances no país.

"Abra a porta desse armário/ Que não tem censura pra me segurar/ Abra a porta desse armário/ Que alegria cura/ Venha me beijar", cantam os artistas que marcaram a história do Carnaval da Bahia. A faixa de três minutos e 53 segundos será lançada na próxima sexta-feira (25).

A produção mobilizou 14 bailarinos e 12 modelos para integrar canto e dança, dentro do estilo dos desfiles da cantora nos trios elétricos. Em 1992, o clipe de "Você não Entende Nada", composição do tropicalista, celebrou o primeiro encontro audiovisual da dupla.

"Daniela é uma figura que foi sempre reinventora do fenômeno que é o Carnaval de rua da Bahia. Ela segue em frente, criando coisas. Eu gosto muito de 'Rainha Má', mas essa nova é uma canção que tem uma vitalidade propriamente carnavalesca. Ela tem a alma da marchinha de Carnaval, com o poder satírico, mas, ao mesmo tempo, livre da própria sátira que faz. É carnaval, mesmo", disse Caetano, em temporada de veraneio.


Foto: Reprodução

"Evidentemente, é uma reação, uma resposta à tendência censora dos poderes brasileiros hoje. Isso é interessante. Na história das marchas de Carnaval, o comentário político ou social sempre houve. Nesse caso é muito autenticamente feito do jeito carnavalesco de tratar essas coisas. Achei que é uma grande música de carnaval, que reafirma a posição histórica de Daniela", completou.

Às 20h30, Daniela entrou em seu quarto e espalhou na cama as alternativas de figurino. "A ideia é fazer uma homenagem bem ousada aos Dzi Croquettes", avisou a Caetano. Ela recordou então as aulas de dança com Lennie Dale, coreógrafo do grupo contracultural, e a colaboração de Cláudio Tovar com as suas fantasias carnavalescas.

"Vou pôr seu marido nu numa banheira com bolas cor-de-rosa", brincou com Paula Lavigne. "Você quer que o Carnaval seja proibido mesmo, né?", sorriu a produtora. Por fim, Caetano escolheu uma casaca com gola de paetês e enlaçou uma gravata rosa.

"Bolsonaro é a consequência dessa sensação nossa de que a gente tem que resolver as coisas de forma imediatista, que é alguém que vai salvar a gente e não a democracia", comentou Daniela, enquanto estava fora de cena. "As coisas estão acontecendo. É uma tentativa de proibir o que não pode ser proibido, o que a gente lutou tanto para libertar."

A cantora convocou a voz de Caetano por associar a canção anticensura à tropicália. "O axé é encarnação do desejo tropicalista de liberdade, democracia e brasilidade", explicou. "Essa letra foi feita agora. Só a ideia de que está proibido o carnaval é antiga e gerou a 'Rainha Má' [em 2015]. Quem proibiu o Carnaval foi a Rainha Má, meu alter ego."

De última hora, ela mencionou na letra a declaração da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, de que "menino veste azul e menina veste rosa". Num dos versos, surge a pergunta: "Vai de rosa ou vai de azul?".

Com uma roupa multicolorida do estilista Amir Slama, ela opõe a alegria à opressão: "A rainha do axé puxa todo mundo para frente, celebra a negritude, celebra eu ser lésbica, sermos como somos. A canção fala por si. Eu brinco com o rosa e o azul para mostrar que não se pode ficar encarcerado numa caixinha".

Roteirizado por Daniela, dirigido por Jana Leite e com fotografia de Rodrigo Maia, além de contribuição nos bastidores da empresária e jornalista Malu Verçosa, mulher de Daniela, o clipe de "Proibido o Carnaval" não tem data de lançamento. Numa das cenas mais extrovertidas, Caetano brincou com bexigas numa banheira do hotel - mas sua nudez era apenas espiritual.

26 de dezembro de 2018

23 de dezembro de 2018

Demi Lovato desabafa no Twitter: “Estou grata de estar viva!”

Demi Lovato desabafa no Twitter: “Estou grata de estar viva!”

Em 2018, a cantora passou por uma série de problemas, dentre eles, uma overdose, em que teve que ficar internada e longe dos holofotes.

2018 foi um ano complicado para Demi Lovato, a cantora sofreu uma overdose e ficou internada. Agora, ela já está bem e foi vista em alguns momentos. O problema é que andam dizendo muita coisa ruim da cantora ainda. Por isso, Demi Lovato desabafa no Twitter. O que ela disse vai fazer com que os fãs se sintam melhor em relação a ela. Vem ver!


Demi Lovato - Foto: Reprodução/Billboard Magazine

Tudo começou com uma postagem no dia 22/12 na qual Demi dizia que amava seus fãs, mas odiava os tablóides (que são jornais de fofoca, muitos especializados em falar de celebridades). Tradução: “Eu amo meus fãs e odeio os tablóides. Não acredite no que você lê. As pessoas inventam coisas para vender uma história. É doente”.


E ela continuou. Tradução: “Eu sinto que o mundo precisa saber de algumas coisas, e EU MESMA vou contar. Assim as pessoas vão parar de escrever sobre minha recuperação, porque isso é uma questão minha, de mais ninguém. Estou sóbria e grata por estar tomando conta de mim mesma”.


Tradução: “Um dia contarei tudo o que aconteceu, por que aconteceu e como está minha vida agora. Mas enquanto eu não estiver pronta pra dividir isso com as pessoas, parem de inventar coisas. Ainda preciso de espaço para me curar”.

Fontes duvidosas?

Demi Lovato desabafa no twitter muito por conta de matérias mentirosas, nas quais “fontes” dizem saber da vida dela.

Tradução: “Qualquer fonte por aí disposta a falar e vender histórias a blogs e tablóides sobre minha vida não tem a ver com a minha vida porque a maioria das coisas que leio é muito imprecisa. Então, novidade: as ‘fontes’ estão erradas.

Demi ainda comentou que adoraria falar mais para a imprensa:

Tradução: “Eu adoraria esclarecer todos esses rumores, mas eu não devo nada a ninguém. Então, não farei. Meus fãs precisam saber que estou trabalhando duro em mim mesma, estou feliz, limpa e MUITO grata pelo apoio”.

Por último, a cantora diz:

Tradução: “Sou abençoada por estar nessa época com minha família, descansando, trabalhando em minha saúde mental, em meu corpo e alma. Voltarei quando estiver pronta. Tenho fãs pelos quais sou muito grata, de verdade. Amo vocês demais, obrigada”

Demi Lovato desabafa no Twitter e amamos ver como ela já está forte e não esquece os fãs de jeito algum. #StayStrong Demi, e leve o tempo que precisa pra se recuperar, você é demais!

16 de dezembro de 2018

Para sobrinha, Senna se manteria afastado da política se estivesse vivo

Instituto Ayrton Senna, que promove iniciativas voltadas à educação, veio a público negar a autorização para que a imagem do piloto fosse usada na campanha de Bolsonaro.

A imagem de Ayrton Senna foi associada à campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro durante o horário eleitoral, com o uso do Tema da Vitória, que foi criado pela Rede Globo para celebrar conquistas brasileiras na F-1, mas acabou ficando fortemente identificada com o tricampeão. O caso gerou polêmica, uma vez que o Instituto Ayrton Senna, que promove iniciativas voltadas à educação, veio a público negar a autorização para que a imagem do piloto fosse usada na campanha. E, para a sobrinha de Ayrton, Bianca Senna, diretora de branding do Instituto, essa seria também a postura dele.

"Quando o Ayrton era vivo [o piloto morreu em maio de 1994], não estávamos em um momento muito bom no Brasil. Então, considerando o que ele fez naquela época e trazendo isso para os dias de hoje, acho que ele estaria fazendo o que minha mãe [Viviane Senna, irmã de Ayrton], está fazendo, ajudando o país a dar certo", afirmou ao UOL Esporte.

Viviane, CEO do Instituto Ayrton Senna, e seu braço-direito Mozart Ramos, que é ex-secretário da Educação de Pernambuco, se reuniram com a equipe de Jair Bolsonaro, mas a entidade negou qualquer participação direta no governo. Os encontros teriam sido para criar um diagnóstico da situação da educação no país, com foco na importância da alfabetização e da valorização dos professores. Segundo Bianca, a postura do IAS é trabalhar de forma independente do governo.

"E não existe apenas um jeito de se fazer isso, ou seja, não é preciso estar no governo para ajudar a mudar o país. A gente tem essa mania de achar que tudo é problema do governo mas, se o governo não consegue fazer tudo -o que é o normal- por que não ajudá-lo ao invés de ficar reclamando? Então acho que meu tio estaria fazendo um trabalho semelhante ao que o instituto faz hoje. Ajudamos as escolas públicas e todo o sistema educacional a dar certo".

Em relação a esse trabalho, Bianca afirmou que, no geral, a aceitação do IAS tem sido boa no país. "É claro que há regiões em que há mais dificuldades porque não é só um partido que controla tudo, mas sinto que há um reconhecimento da situação em que nós estamos e de que a educação é o único jeito de resolver isso. Nesse sentido, estamos tendo muito mais oportunidades do que há 20 anos, quando as pessoas não tinham ideia de que a educação poderia impactar na economia e no futuro do país. Hoje se compreende melhor o impacto de uma educação ruim".

O Instituto Ayrton Senna nasceu em 1994, seis meses após a morte do piloto, que tinha o projeto de criar uma entidade que ajudasse a melhorar a educação do Brasil. Hoje, com financiamento vindo de doações, recursos de licenciamento e parcerias com a iniciativa privada, o IAS tem presença em 17 estados e mais de 660 municípios, apoiando a formação de mais de 70 mil profissionais e tendo algum tipo de impacto na educação de mais de 1,9 milhão de alunos por ano.

30 de novembro de 2018

Espetáculo marca encerramento do ano da Escola de Dança Lenir Argento

As apresentações no Theatro 4 de Setembro em duas sessões, às 17h e às 19h. O valor da entrada é R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Nesta sexta-feira (30), mais de 300 alunos da Escola Estadual de Dança Lenir Argento apresentam a segunda temporada do espetáculo “Floresta”. A montagem marca o encerramento do período letivo da escola e acontece. As apresentações no Theatro 4 de Setembro em duas sessões, às 17h e às 19h. O valor da entrada é R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

O espetáculo "Floresta" é fruto de uma criação coletiva entre o corpo docente da escola e do diretor Datan Izaká. A apresentação é toda inspirada nas belezas da fauna e flora e na importância da Floresta Amazônica.


Os bailarinos mostram as cores da fauna e da flora da maior floresta do mundo. Foto: Divulgação

“Uma obra onde dançamos as subjetividades e exaltamos a natureza nas suas mais diferentes formas e cores. Nesta Floresta relembramos os povos indígenas e as singularidades que nos constituem como povo e como Brasil. Plantas, pássaros, peixes, guerreiros e criaturas coexistem numa coreografia de diferenças e belezas”, explica Datan Izaká.

Segundo o diretor, “Floresta” não é apenas uma representação em dança, se propõe a ir além, abordando as questões que ainda hoje cercam a todos, como os direitos dos povos indígenas, a luta por leis ambientais, as demarcações de terras, o desmatamento e a preservação de nossa história.

A Escola Estadual de Dança Lenir Argento existe há mais de 30 anos e é a mais antiga e maior instituição de formação em dança do Estado. O espetáculo é realizado pela escola, com apoio do Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Estado da Cultura – Secult.

27 de novembro de 2018

Azealia Banks diz que Pabllo Vittar armou para ganhar influência internacional

A rapper americana confirmou que cancelou o show que faria em Fortaleza por não querer abrir para a cantora brasileira.

Em uma conversa com uma fã, a cantora Azealia Banks, 27, confirmou que cancelou show que faria em Fortaleza por não querer abrir para Pabllo Vittar e afirmou que a brasileira armou esquema para ganhar influência internacional.
Banks divulgou a conversa em sua conta no Instagram nesta segunda (26). Tudo começa com a fã perguntando se ela gosta de Pabllo Vittar. "Sim, ela é insana", respondeu. A americana, então, negou a especulação de que não quis dividir o palco com Pabllo, mas confirmou que não abriria o show para a brasileira. 
"O promoter me disse que seria um show meu. Quando eu cheguei, disseram que seria o show dela. Não tenho nada contra ela, mas não vou abrir para alguém de quem eu sinto que sou mais poderosa", disse. "Minha essência é muito potente para me colocar abaixo de alguém que mal existe em meu mundo. É questão de negócios, não é pessoal."


Azealia Banks (Foto: Reprodução/Instagram)

A rapper cancelou um show que faria durante o Festival Pisa Menos, em Fortaleza. Na época, o produtor do evento afirmou que Azealia se negou a cantar antes de Pabllo Vittar, mas a americana disse que cancelou o show por problemas técnicos.
À seguidora com quem conversava, Azealia afirmou que Pabllo é uma encenação brasileira, e não internacional. "Eu sou internacional. Suspeito de que seja uma armação dele e dos promotores para tentar dar a Pablo (sic) alguma influência internacional, mas eu não cai nessa. Quando assinei o contrato para aquele show, dizia que o show era meu. Nem prestei atenção aos outros artistas", disse.
"O chato é que ele tentou fazer parte do bonde e armar para mim para que ele parecesse que eu estava sendo uma diva, quando eu realmente pensei que ele fosse um apoiador genuíno. Se ele não tivesse pregado essa peça, eu teria emprestado 100% do meu talento para combinar com a cultura gay americana, mas ele decidiu armar para cima de mim... Agora, não quero nada com ele", continuou.
Após o cancelamento da apresentação, Banks foi às redes sociais se justificar aos fãs. "Olá, amigos em Fortaleza. Inesperadamente, não haverá performance de mim esta noite. Eu amo todos vocês e prometo voltar em breve."
Na ocasião, Pabllo interagiu com a rapper na internet. "Mulher, quero teu show", comentou na publicação de Azealia Banks. A americana, então, respondeu: "Fica para uma próxima".
A rapper cumpriu outros compromissos no país, e chegou a cantar no Recife e em São Paulo. Pelo Instagram, acusou a produção do festival de não agir de forma profissional. 
"Fortaleza, o promotor tratou minha equipe de maneira não profissional. Eles tentaram mudar meu hotel, não alugaram nenhum dos equipamentos que eu precisava para fazer e continuaram cortando elementos de produção do meu set. Eu não tinha ideia de que seria tratada dessa maneira", disse na ocasião.


Rapper fez declarações sobre Pabllo Vittar (Foto: Reprodução/Instagram)

Revendo o ocorrido, a cantora disse ter ficado com o coração partido. "Queria estar ali para ele, dar-lhe todas as dicas, ir ao estúdio e tudo mais. Fiquei com o coração partido quando vi que ele estava tentando armar essa idiotice pra cima de mim. Foi muito, muito desolador", afirmou Banks durante a conversa divulgada em sua conta na rede social.
Banks é conhecida por se envolver em polêmicas nas redes sociais. No ano passado, a artista foi criticada após chamar fãs brasileiros de "aberrações do terceiro mundo" e dizer que "não sabia que na favela tinha internet."
"Quando essas aberrações do terceiro mundo vão parar de trazer spam na minha página com esse inglês errado e falando sobre algo que não sabem? É hilário ser chamada de 'black whore' [puta negra] por um brasileiro branco", escreveu em sua página oficial no Facebook. 
Após a enxurrada de críticas, Azealia mandou um internauta calar a boca. "O Brasil tem a maior quantidade de pessoas que fazem spam, que lotam a minha página com insultos racistas e com mensagens que copiam e colam do tradutor."
A rapper também se envolveu em uma discussão pública com a cantora Rihanna, que havia criticado o presidente americano Donald Trump. A briga foi tão grande que ambas chegaram a divulgar o número de celular uma da outra.

20 de novembro de 2018

Livro de psicóloga aborda temas da vida, morte e luto no Brasil

A obra é destinada a psicólogos, a musicoterapeutas, entre outros profissionais.

A psicóloga e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP, Karina Okajima Fukumitsu lançará, juntamente com uma das autoras, a também psicóloga Patrícia Carvalho Moreira, o livro que o organizou 'Vida, Morte e Luto - Atualidades Brasileiras' no próximo dia 23 de novembro 2018 no Auditório do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), em Teresina. 

O evento terá início às 19h com a Conferência 'Suicídio, luto e Posvenção' e a partir das 20h30 acontecerá o lançamento da obra que visa apresentar os principais cuidados e o manejo em situações-limite de adoecimento, suicídio e processo de luto, bem como reiterar a visão de que, toda vez que falamos sobre a morte, precisamos também falar sobre a vida.

O livro é multidisciplinar, sendo destinado aos psicólogos, musicoterapeutas, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais da área da educação, dentre outros profissionais interessados no tema. O lançamento no Piauí é idealizado pela Comissão de Tanatologia e o Conselho Regional de Psicologia da 21ª região.

O evento terá certificado emitido pela entidade.Karina Okajima é referência nacional em prevenção e posvenção do suicídio, com trabalhos valorosos na área; em recente artigo no Jornal da USP, a psicóloga destacou que a "prevenção aos suicídios é prática que deve acontecer todos os dias e não somente em um mês, sobretudo por ressaltar a importância de manter a esperança de que é possível acolher o sofrimento humano. É, portanto, prática a ser inserida no dia a dia, ofertando esperança, amor e acompanhamento tête-à-tête na oferta de espaços de hospitalidade que favorecerão novas moradas existenciais".

As inscrições podem ser realizadas no link a seguir, sendo necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento: https://goo.gl/forms/10n5u0U49cyrf5Ql1.

Livro de psicóloga aborda temas da vida, morte e luto no Brasil

A obra é destinada a psicólogos, a musicoterapeutas, entre outros profissionais.

A psicóloga e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP, Karina Okajima Fukumitsu lançará, juntamente com uma das autoras, a também psicóloga Patrícia Carvalho Moreira, o livro que o organizou 'Vida, Morte e Luto - Atualidades Brasileiras' no próximo dia 23 de novembro 2018 no Auditório do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), em Teresina. 

O evento terá início às 19h com a Conferência 'Suicídio, luto e Posvenção' e a partir das 20h30 acontecerá o lançamento da obra que visa apresentar os principais cuidados e o manejo em situações-limite de adoecimento, suicídio e processo de luto, bem como reiterar a visão de que, toda vez que falamos sobre a morte, precisamos também falar sobre a vida.

O livro é multidisciplinar, sendo destinado aos psicólogos, musicoterapeutas, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais da área da educação, dentre outros profissionais interessados no tema. O lançamento no Piauí é idealizado pela Comissão de Tanatologia e o Conselho Regional de Psicologia da 21ª região.

O evento terá certificado emitido pela entidade.Karina Okajima é referência nacional em prevenção e posvenção do suicídio, com trabalhos valorosos na área; em recente artigo no Jornal da USP, a psicóloga destacou que a "prevenção aos suicídios é prática que deve acontecer todos os dias e não somente em um mês, sobretudo por ressaltar a importância de manter a esperança de que é possível acolher o sofrimento humano. É, portanto, prática a ser inserida no dia a dia, ofertando esperança, amor e acompanhamento tête-à-tête na oferta de espaços de hospitalidade que favorecerão novas moradas existenciais".

As inscrições podem ser realizadas no link a seguir, sendo necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento: https://goo.gl/forms/10n5u0U49cyrf5Ql1.

17 de novembro de 2018

É chegada a vez da moda autoral!

Projeto Nômade, do Minas Trend, reuniu 20 marcas autorais do vestuário, acessório, calçados e objetos de design em ascensão.

Pela primeira vez, o Minas Trend, a semana de moda mineira, realizada em Belo Horizonte, contou com um espaço dedicado a moda autoral. Ao longo do evento, o público pôde conhecer o Projeto Nômade, uma loja itinerante resultado da junção de 20 marcas autorais de vestuário, acessórios, calçados e objetos de design em ascensão. A iniciativa, promovida pelos designers Célio Dias e Marcella Lima, que compõe uma nova geração de criadores de moda, abre ainda mais espaço para a apresentação das novas e pequenas marcas.

O projeto é apenas um dos inúmeros reflexos que apontam para um mercado de moda cada vez mais inclusivo e direcionado pela busca por uma autoralidade. Para a desginer Marcella Lima, as marcas autorais vêm oferecendo produtos que representam alguém e, assim, um determinado público. Movidos pelo desejo de ir além da produção em série, novos criadores injetam no mercado criações com sua própria identidade. O público, por sua vez, cada vez mais em busca de um produto diferenciado, dá uma resposta positiva a esse movimento.

“Percebo que os produtos são uma extensão da personalidade de quem faz. A gente faz o que a gente acredita e gosta. Eu falo que eu desenho uma bolsa que eu gostaria de usar e eu sinto que todo mundo dessa geração da moda autoral tem essa relação com o produto também. O trabalho toma muito tempo da nossa vida então ele precisa ser gratificante nesse ponto, de poder dizer sobre mim e sobre os meus valores. A gente vê cada vez mais marcas nascendo e crescendo em função dessa resposta, querer trabalhar em algo que eu acredito e tem meus valores”, comenta.

Na moda autoral, esse processo de imprimir uma identidade, no entanto, passa por meios de produção diferentes dos desenvolvidos pela indústria em série. A criação demanda uma metodologia em menor escala. Nesse formato de desenvolvimento de produto, além de menos recursos, em alguns casos, as etapas são feitas artesanalmente. Assim o custo da peça final acaba sendo elevado, o que pode se tornar uma barreira na comercialização do produto junto aos consumidores.

“Na criação a gente tenta imprimir os códigos da marca e depois esses códigos podem mudar também. As minhas estampas manuais eu não consigo fazer em uma produção em série, mas eu consigo fazer isso, que são os meus códigos, impressos em estampas. Obviamente a peça que foi assinada por um artista, feita a mão ela é mais cara. Mas eu posso pegar esse código, essa identidade, e imprimir em uma estampa. O importante é não perder esses códigos, essa identidade”, explica Célio Dias.

Marcella acredita que esse é um desafio para os criadores autorais, oferecer um produto diferenciado, com um custo alto, para uma geração que cresceu em meio a fast-fashions e a um consumo de baixo custo. “Acho que é um processo de culturação que a gente ainda precisa fazer porque a nossa geração até tá mudando um pouco isso, mas a geração dos meus pais, por exemplo, ela cresceu comprando em loja de departamento. Então hoje é difícil falar do valor de uma produção pequeno, de um pagamento justo e de uma cadeia produtiva honesta. As pessoas não têm muita noção do custo de todo esse processo”.

O processo de colaboração é uma das estratégias que vem sendo usada para driblar as barreiras e tornar a moda autoral mais acessível. Os criadores têm feito parcerias com grandes marcas, ou com outros criadores, em um caminho que beneficia ambos.  No caso das grandes grifes, com a colaboração, ela se utiliza da identidade do designer para renovar seus produtos e o designer se utiliza do aparato de produção para criar em maior escala e reduzir seus custos.  Já na parceria com outra marca autoral, uma contribui com a divulgação da outra.

“Isso não é futuro, já está acontecendo hoje. As marcas brasileiras precisam acreditar mais nas marcas menores. Fora do país, a gente nota muitos casos específicos de marcas menores que deram uma chacoalhada no mercado justamente porque saíram da caixinha. E as marcas grandes elas estão enxergando isso porque o produto tem que renovar tem que se renovar, tem que ter um respiro e não adianta fazer as mesmas coisas”, acrescenta Célio.