Teresa Britto reclama do atraso no pagamento dos salários de terceirizados

Teresa Britto reclama do atraso no pagamento dos salários de terceirizados

06/05/2019 13:15h

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Dois assuntos levaram a deputada Teresa Britto (PV) à tribuna da Casa, nesta manhã de segunda-feira, dia 06. Um deles foi a situação dos terceirizados, de modo geral e especificamente os terceirizados do Hospital Getúlio Vargas (HGV). O outro ponto destacado por ela foi sobre a “saúde” da população, em todo o Piauí.
Sobre os terceirizados do HGV a parlamentar ressaltou que tem recebido inúmeras mensagens de pessoas que estão há quatro meses sem receber seus salários.
“Quem contrata esses terceirizados é a Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi), não só do HGV, as de todo o Estado. Os terceirizados dizem que estão sendo ameaçados de serem demitidos, quando cobra a falta de pagamento”, disse a deputada, acrescentando que irá fazer a transcrição da fala de um dos terceirizados do HGV, enviadas para ela, e que chamou, muito, sua atenção, e que irá, inclusive, encaminhar a mensagem para o Governado Wellington Dias, para que ele se sensibilize com a situação dessas pessoas.
 “São pessoas humildes, que ganham poucos e estão mantendo os serviços em dia, mesmo não estando recebendo seus salários”, reiterou.
O outro ponto, ainda sobre a saúde pública do Estado, de acordo com a deputada, foi em relação a falta de pagamento dos estabelecimentos privados e que têm convênio com o Iapep e Iaspi. “E que sofre com isso é a população servidora do estado do Piauí,  que paga e tem direito, porque são descontados do seu contracheque e não recebem os serviços, obrigados pelo Governo do Estado”.
Teresa Britto enfatizou que isso é um desrespeito para com os servidores e deixou seu repúdio, para a falta de administração do Governo do Estado. Ela disse ainda que nunca tinha visto o estado do Piauí com a saúde pública tão precária, côo está no momento.
APARTE – O deputado Gustavo Neiva (PSB) parabenizou a deputada pela fala e disse que a indignação toma de contas de todo o Piauí. O parlamentar lembrou que assistiu a uma entrevista do secretário de saúde do Estado, que e sua fala, disse que não tinha atraso e que a grande parte dos hospitais está em dia com os pagamentos.
“Vossa Excelência acaba de desmentir o secretário de Saúde. O Getúlio Vargas está com quatro meses e no Hospital Tibério Nunes, os terceirizados estão paralisando suas atividades, hoje, por falta de pagamento há quatro meses”, enfatizou o parlamentar.
 O deputado disse que o que o Governo está fazendo é um jogo de cena, tentando passar para a população do estado do Piauí, que está tudo bem, quando na verdade, a situação dos hospitais está caótica. “Está faltando de tudo, nos hospitais, desde medicamento, material mais simples até os ais complexos. Os pacientes diabéticos, por exemplo, estão há mais de quarenta dias, sem receber a medicação que é um direito e dever do Estado. Estaos diante de fatos calamitosos, gravíssimos que tem que ter uma apuração ais rigorosas, maris firme. Não podemos deixar a saúde do nosso Estado nessa situação”, observou o deputado Gustavo Neiva.
A deputada Teresa Britto finalizou dizendo que o que está sendo visto até agora, na entrada do quinto mês do quarto mandato do Governador Wellington Dias, é uma apatia, desmotivação e desestímulo, por parte dos servidores do estado, principalmente quando se trata da saúde das pessoas e em particular, dos servidores públicos, que também estão prejudicados, por falta de pagamento das cínicas conveniadas. Lindalva Miranda

Dois assuntos levaram a deputada Teresa Britto (PV) à tribuna da Assembleia Legislativa na manhã desta segunda-feira (6), um deles foi a situação dos terceirizados, citando especificamente os funcionários do Hospital Getúlio Vargas (HGV). O outro ponto destacado por ela foi sobre a precarização da saúde em todo o Piauí.

Sobre os terceirizados do HGV, a parlamentar ressaltou que tem recebido inúmeras mensagens de pessoas que estão há quatro meses sem receber seus salários.

“Quem contrata esses terceirizados é a Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi), não só do HGV, mas de todo o Estado. Os terceirizados dizem que estão sendo ameaçados de demissão quando cobram a falta de pagamento”, disse a deputada, acrescentando que irá fazer a transcrição da fala de um dos terceirizados do HGV, enviada para ela, e que chamou muito sua atenção. Ela prometeu encaminhar a mensagem para o governador Wellington Dias para que ele se sensibilize com a situação desses servidores.

“São pessoas humildes, que ganham poucos e estão mantendo os serviços em dia, mesmo não recebendo seus salários”, reiterou.

O outro ponto, ainda sobre a saúde pública do Estado, de acordo com a deputada, foi em relação a falta de pagamento dos estabelecimentos privados e que têm convênio com o Iaspi. “Quem sofre com isso é a população servidora do Estado do Piauí,  que paga e tem direito, porque são descontados do seu contracheque e não recebem os serviços obrigados pelo Governo do Estado”.

Teresa Britto enfatizou que é um desrespeito com os servidores a falta de administração do Governo do Estado. Ela disse ainda que nunca tinha visto o Piauí com a saúde pública tão precária como agora.

Aparte

O deputado Gustavo Neiva (PSB) parabenizou a deputada pela fala e disse que a indignação toma conta de todo o Piauí. O parlamentar lembrou que assistiu a uma entrevista do secretário de saúde do Estado, Florentino Neto, que em sua fala disse que não tinha atraso e que a grande parte dos hospitais está em dia com os pagamentos.

“Vossa Excelência acaba de desmentir o secretário de Saúde. O Getúlio Vargas está com quatro meses e no Hospital Tibério Nunes, os terceirizados estão paralisando suas atividades, hoje, por falta de pagamento há quatro meses”, enfatizou o parlamentar.

O deputado disse que o que o Governo está fazendo é um jogo de cena, tentando passar para a população do Piauí que está tudo bem, quando na verdade a situação dos hospitais está caótica.

"Está faltando tudo nos hospitais, desde medicamento, material mais simples até os mais complexos. Os pacientes diabéticos, por exemplo, estão há mais de 40 dias sem receber a medicação, o que é um direito deles e um dever do estado. "Estamos diante de fatos calamitosos, gravíssimos que precisam de uma apuração mais rigorosas, mais firme. Não podemos deixar a saúde do nosso estado nessa situação”, observou o deputado.


Teresa Britto finalizou dizendo que o que está sendo visto até agora, na entrada do quinto mês do quarto mandato do governador Wellington Dias é uma apatia, desmotivação e desestímulo por parte dos servidores estadausi, principalmente quando se trata da saúde das pessoas, que estão prejudicadas por falta de pagamento das clínicas conveniadas.

Lindalva Miranda - Edição: Katya D'Angelles

 


Fonte: Alepi
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Fonte: Alepi

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