João de Deus explica privatização da Agespisa

João de Deus explica privatização da Agespisa

10/07/2017 13:15h

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Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado João de Deus (PT) ocupou o grande expediente na sessão desta segunda-feira(10) para justificar a decisão do Governo Wellington Dias (PT) de privatizar a Agespisa-Água e Esgotos do Piauí Sociedade Anônima.

 

Ele começou lendo a nota oficial do governo Wellington Dias que explica a medida que transformou a empresa em Parceria Pública-Privada (PPP). Para João de Deus “esse tipo de parceria é uma tendência nacional para sanear empresas públicas que se encontram deficitárias e sem condições de investimentos”.

 

O deputado lembrou que “esta situação da Agespisa vem desde governos passados e a sua privatização vem sendo discutida desde o governo Wilson Martins, primeiro a discutir a possibilidade de transformá-la em PPP, ou subdelegação, como fez agora o governador Wellington Dias, em empresas públicas como Comepi, Comdep e Prodepi”.

 

João de Deus disse que a nova empresa, AEGEA ou Águas de Teresina, se comprometeu a investir, imediatamente, R$ 1 bilhão e 700 milhões para melhorar os sistemas de águas e esgotos, como fez nos demais municípios brasileiros onde está instalada. “Ela pretende zerar o desperdício de água da Agespisa, que é um dos maiores do país. Hoje, 53% da água produzida pela Agespisa é desperdiçada”, falou.

 

Quando aos servidores da Agespisa o deputado petista garantiu que eles não serão prejudicados. “Não haverá alteração salarial e apenas remanejamento para outros órgão e para a própria AEGEA.”, disse João.

 

Apartes

 

O discurso de João de Deus teve apartes dos deputados Evaldo Gomes (PTC) e Dr Pessoa (PSD). O primeiro elogiou o governo pela medida, por entender que esta é a única maneira da empresa recuperar o poder de investimento e o segundo disse que temia que a empresa que se instalou em Teresina para garantir os sistemas de águas e esgotos esteja preocupada apenas com o lucro e não com a população.

 

Edmundo Moreira - Edição: Caio Bruno 


Fonte: Alepi
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Fonte: Alepi

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