Franzé Silva acusa a oposição de pregar o caos no Estado

Franzé Silva acusa a oposição de pregar o caos no Estado

16/04/2019 14:15h

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Franzé culpa oposição por pintar quadro negativo do governo
Franzé disse que quando trata das finanças estaduais apresenta conhecimento de causa, pois desde muito novo – ainda quando militava no movimento estudantil – já estudava o orçamento estadual. “Vi o exemplo de vários governadores que ajudaram o Piauí a sair de várias crises, co medidas duras. Mas, a oposição só diz que o Estado está falido, quebrado, mas o Piauí não passa por dificuldades após o governo de Wellington Dias”, disse.
Para ele, gente que no ano passado fazia parte do governo, mas não lembra que os salários estavam atrasados seis meses, não admite que foi o governo do PT que tirou o Piauí da pecha de Estado mais pobre do Brasil.
 “Algumas falas atribuem todas as mazelas do Estado a Wellington Dias. Mas peguem os indicadores de 2002 e comparem com os de 2017. 22 estados brasileiros estão em situação pior que a do Piauí e o nosso Estado está entre os quatro que tem capacidade de endividamento”, frisou.
Franzé assegurou que todas as denúncias da oposição terão o contraponto, pois eles querem cobrar viaturas para a segurança na zona rural, querem aumento para os servidores. Mas, esquecem que o Estado tem 100 mil servidores e mais de três milhões de habitantes. “Todos os recursos do Estado não podem ser destinados aos servidores, apesar de toda a sua importância”, disse.
O deputado salientou que a economia do Estado é formada por todos, os empresários, os servidores e até por aqueles que não tem economia garantida. “Se um pobre compra um quilo de arroz, ele paga ICMS. Se o governo der aumento vai atrasar salários e isso mexe com todo o comércio, que vai deixar de vender e, consequentemente, pagará menos impostos”, afirmou.
Para ele, se a oposição quiser cobrar tem que apontar de onde virão os recursos. “Se a Prefeitura de Teresina é enxuta, não é a mesma responsabilidade do Estado que tem muitas obrigações, assim como todas as prefeituras são diferentes dos Estados. O que não podemos é ficar aqui jogando paraplatéia”, encerrou.
 
Durvalino Leal

 
O deputado estadual Franzé Silva (PT) disse hoje (16) que quando trata das finanças estaduais apresenta dados com conhecimento de causa, pois desde muito jovem – ainda quando militava no movimento estudantil – já estudava o orçamento estadual.

“Vi o exemplo de vários governadores que ajudaram o Piauí a sair das crises, com medidas duras. Mas, a oposição só diz que o Estado está falido, quebrado, mas o Piauí não passa por dificuldades após o governo de Wellington Dias”, disse.

Para ele, gente que no ano passado fazia parte do governo, mas não lembra que os salários estavam atrasados seis meses, não admite que foi o governo do PT que tirou o Piauí da pecha de Estado mais pobre do Brasil.

“Algumas falas atribuem todas as mazelas do Estado a Wellington Dias. Mas peguem os indicadores de 2002 e comparem com os de 2017. São 22 estados brasileiros que estão em situação pior que a do Piauí e o nosso Estado está entre os quatro que tem capacidade de endividamento”, frisou.

Franzé assegurou que todas as denúncias da oposição terão o contraponto, pois eles querem cobrar viaturas para a segurança na zona rural, querem aumento para os servidores. Mas, esquecem que o Estado tem 100 mil servidores e mais de três milhões de habitantes. “Todos os recursos do Estado não podem ser destinados aos servidores, apesar de toda a sua importância”, disse.

O deputado salientou que a economia do Estado é formada por todos, os empresários, os servidores e até por aqueles que não tem economia garantida. “Se um pobre compra um quilo de arroz, ele paga ICMS. Se o governo der aumento vai atrasar salários e isso mexe com todo o comércio, que vai deixar de vender e, consequentemente, pagará menos impostos”, afirmou.

Para ele, se a oposição quiser cobrar tem que apontar de onde virão os recursos. “Se a Prefeitura de Teresina é enxuta, não é a mesma responsabilidade do Estado que tem muitas obrigações, assim como todas as prefeituras são diferentes dos Estados. O que não podemos é ficar aqui jogando para a platéia”, encerrou.
 
Durvalino Leal - Katya D'Angelles

 


Fonte: Alepi
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Fonte: Alepi

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