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Dr. Hélio lamenta as mortes em escola pública de Suzano (SP)

Dr. Hélio lamenta as mortes em escola pública de Suzano (SP)

14/03/2019 14:15h

 

 deputado Dr. Hélio (PR) abriu o debate sobre a tragédia de Suzano
(SP), em que uma escola foi invadida por dois jovens que mataram seis
alunos e em seguida se suicidaram. Ele chamou a atenção para o
problema do armamento da sociedade, defendido e facilitado pelo
governo, o que poderá agravar a situação, uma vez que atualmente o
Brasil já é o sétimo pais com armas em mãos de civis. Ele apontou os
Estados Unidos como o país onde há mais assassinatos em escolas,
considerando-se que lá existem mais armas do que pessoas.
O deputado Henrique Pires (MDB) ofereceu aparte criticando o
posicionamento do senador Major Olímpio, que defendeu o armamento dos
professores. Para ele, professor não deve ser segurança de colégio. A
deputada Flora Izabel também aparteou o orador, dizendo-se preocupada
com a juventude brasileira, diante da idéia armamentista do governo.
Ela criticou igualmente a declaração do senador Major Olímpio, que
para ela tem o mesmo discurso do presidente Bolsonaro.
A deputada Teresa Britto (PV) disse que é preciso ver a motivação que
dois ex-alunos de uma escola tiveram para praticar os assassinatos.
Ela observou que os dois jovens eram portadores de ideias suicida e
homicida. Além de defender melhor acompanhamento psicológico nas
escolas, ela disse ser necessária a criação de mecanismos de proteção.
O deputado Franzé Silva (PT) falou no mesmo sentido, considerando
importante a discussão sobre o mesmo na Assembleia. Ele disse que o
estimulo à aquisição de armas tornará a situação ainda mais delicada.
O deputado Dr. Hélio encerrou seu discurso defendendo a instalação do
botão do pânico nas escolas, mecanismo que aciona a segurança com
rapidez. Ele criticou também a atual situação do Ministério da
Educação, que vive um momento de desentendimento entre o ministro e
aquele que o indicou para o cargo, Olavo de Carvalho. Ele considerou o
Piauí um estado com bons resultados na Educação, mas disse que 85% dos
alunos do ensino médio e fundamental não sabem quase nada sobre
português e matemática.
Repórter: Raimundo Cazé

O deputado Dr. Hélio (PR) abriu o debate sobre a tragédia de Suzano (SP), quando dois jovens armados invadiram uma escola e mataram cinco alunos e duas funcionárias e em seguida se suicidaram. Dr. Hélio chamou a atenção para o problema do armamento da sociedade, defendido e facilitado pelo governo Bolsonaro.


Mais armas nas ruas pode agravar ainda mais a situação, uma vez que o Brasil já é o sétimo pais com armas nas mãos de civis.  Os Estados Unidos é o país onde há mais acontecem assassinatos em escolas, considerando-se que lá existem mais armas do que pessoas.

O deputado Henrique Pires (MDB), em aparte, criticou o posicionamento do senador Major Olímpio, que defendeu o armamento dos professores. Para ele, professor não deve ser segurança de colégio.

A deputada Flora Izabel (PT) também aparteou o orador, dizendo-se preocupada com a juventude brasileira, diante da idéia armamentista do governo Bolsonaro. A deputada também criticou a declaração do senador Major Olímpio, que ela entende reproduz o discurso do presidente Bolsonaro.

A deputada Teresa Britto (PV) disse que é preciso ver a motivação que os dois ex-alunos da escola tiveram para praticar os assassinatos. A parlamentar observou que os dois jovens eram portadores de ideias suicida e homicida.

Além de defender melhor acompanhamento psicológico nas escolas, Teresa Britto disse ser necessária a criação de mecanismos de proteção dos estudantes.

O deputado Franzé Silva (PT) considerou importante a discussão do assunto na Assembleia. Ele disse que o estimulo à aquisição de armas tornará a situação ainda mais delicada.

O deputado Dr. Hélio encerrou o discurso defendendo a instalação do botão do pânico nas escolas, mecanismo que acionaria a polícia com mais rapidez.

O deputado criticou também a atual situação do Ministério da Educação, que vive um momento de desentendimento entre o ministro e quem o indicou para o cargo, Olavo de Carvalho. Dr. Hélio considerou o Piauí um estado com bons resultados na Educação, mas disse que 85% dos alunos do ensino médio e fundamental não sabem quase nada sobre português e matemática.

Raimundo Cazé - Edição: Paulo Pincel

 


Fonte: Alepi Fonte: Alepi

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