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Deputados formarão frente em defesa da segurança e melhores serviços dos bancos

Deputados formarão frente em defesa da segurança e melhores serviços dos bancos

06/06/2019 13:15h

 

ALEPI discute insegurança e qualidade dos serviços bancários no Piauí
Em audiência pública realizada na Comissão de Defesa do Consumidor, Maio Ambiente e Acompanhamento dos Fenômenos Naturais, representantes da Caixa Econômica Federal. Banco do Brasil, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Secretaria de Segurança do Estado e os deputados estaduais discutiram a segurança e a qualidade dos serviços prestados pelos Bancos no Piauí.
Proponente da audiência, o deputado Henrique Pires (MDB) questionou sobre o horário de funcionamento dos bancos na capital e no interior do Estado. “Em Teresina, o cliente que paga pelos serviços bancários, entra num Banco às 18h e não consegue sacar o seu dinheiro porque o todos os caixas eletrônicos já estão fechados. No interior, como em Inhuma tive relatos de idosos que vão para as filas às 4h da manhã porque o posto de atendimento do Banco só funciona de 9h às 12h e não dá conta da demanda. Isso é um absurdo”, disse Henrique Pires.
Presente na reunião, o Secretário Estadual de Segurança deputado federal Fábio Abreu cobrou dos bancos atitudes que garantam mais segurança. “O lucro anual dos bancos é enorme, de bilhões, mas eles não investem em segurança efetiva. Por uma questão de estética, os bancos tem vidros logo na frente que facilita o arrombamento. Se é pra ter vidro, todos tem que ser blindados”, sugeriu o secretário.
Representante da Febraban, Sérgio Luís Martins Gianella, disse que o principal ponto discutido pela Federação e por todos os bancos é a questão da segurança. “Hoje o Piauí tem 1044 caixas eletrônicos instalados em 166 agências bancárias e a maioria desses caixas já tem um sistema de segurança atualizado, mas isso demora um tempo. Sobre o horário de atendimento dos bancos, cada instituição regra o seu horário de acordo com a demanda”, disse o representante. Sobre a sugestão do Secretário de Segurança, Gianella disse que a blindagem dos vidros já foi discutida e descartada pela polícia federal levando em consideração um incêndio, que não permitiria a saída das pessoas ou se alguém conseguir entrar armado na agência, ele ficaria protegido ali dentro.
Presente na reunião, o deputado Cícero Magalhaẽs (PT) ressaltou que só vai as agências bancárias se for necessário pois o atendimento e a segurança, segundo ele, são precários. O deputado Ziza Carvalho (PT) também questionou a qualidade dos serviços prestados, principalmente no interior do Estado.
O vereador de Teresina Nilson Cavalcante (Avante) questionou aplicabilidade da Lei municipal que garante que ops atendimentos precisam ser feitos em até 30 minutos na capital.
Representando a Caixa Econômica Federal, Raimundo Nonato disse que hoje o atendimento nas agências representa apenas 4% dos atendimentos e lembrou que a utilização de aplicativos e autoatendimentos é muito maior. Sobre a agência da cidade de Campo Maior recentemente assaltada, Raimundo Nonato garantiu que nos próximos 15 dias o atendimento deve ser retomado normalmente.
O gerente do Banco do Brasil Robert Bandeira disse que o banco presa por um trabalho de eficiência analisando o contexto de região e das cidade. Sobre o horário de funcionamento dos postos de atendimentos, agências e caixas eletrônicos, ele ainda acrescentou que são definidos de acordo com um estudo de demanda de cada município feito pelo Banco e lembrou que a maioria dos caxas do BB hoje possuem o sistema de biometria, o que tem ajudado na segurança dos caixas.
Milton Meceeiro, presidente da associação dos proprietários de mercadinhos e mercearias da zona norte de Teresina, disse que, por conta da insegurança, todos os associados estão retirando de seus empreendimentos os caixas eletrônicos 24h. “Nós não recebemos nenhum tipo de contrapartida dos bancos para manter esses caixas em nossos empreendimentos, e quando ocorrem os arrombamentos e assaltos, não somos indenizados em nada”, disse Milton.
O Secretário Estadual de Segurança deputado federal Fábio Abreu sugeriu a criação de um Conselho de Segurança composto pelas forças de seguranças e bancos para tentar melhorar a segurança nos bancos.

Em audiência pública realizada na Comissão de Defesa do Consumidor e Meio Ambiente representantes da Caixa Econômica Federal,  Banco do Brasil, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Secretaria de Segurança do Estado e os deputados estaduais discutiram a segurança e a qualidade dos serviços prestados pelos Bancos no Piauí. Proponente da audiência, o deputado Henrique Pires (MDB) questionou sobre o horário de funcionamento dos bancos na capital e no interior do Estado. “Em Teresina, o cliente que paga pelos serviços bancários, entra num Banco às 18h e não consegue sacar o seu dinheiro porque o todos os caixas eletrônicos já estão fechados. No interior, como em Inhuma tive relatos de idosos que vão para as filas às 4h da manhã porque o posto de atendimento do Banco só funciona de 9h às 12h e não dá conta da demanda. Isso é um absurdo”, disse Henrique Pires. 

 

 

Presente na reunião, o deputado Cícero Magalhaẽs (PT) ressaltou que só vai as agências bancárias se for necessário pois o atendimento e a segurança, segundo ele, são precários. O deputado Ziza Carvalho (PT) também questionou a qualidade dos serviços prestados, principalmente no interior do Estado. Os deputados se comprometeram juntos em unir forças para cobrar mais ações e apresentar um Projeto de Lei que adeque a legislação já existente em Teresina a todo o Estado do Piauí no que diz respeito ao cumprimento ao tempo limite de atendimento do público.


O Secretário Estadual de Segurança, deputado federal Fábio Abreu (PR)cobrou dos bancos atitudes que garantam mais segurança. “O lucro anual dos bancos é enorme, de bilhões, mas eles não investem em segurança efetiva. Por uma questão de estética, os bancos tem vidros logo na frente que facilita o arrombamento. Se é pra ter vidro, todos tem que ser blindados”, sugeriu o secretário.

Fábio Abreu sugeriu a criação de um Conselho de Segurança composto pelas forças de seguranças e bancos para tentar melhorar a segurança nos bancos.

Representante da Febraban, Sérgio Luís Martins Gianella, disse que o principal ponto discutido pela Federação e por todos os bancos é a questão da segurança. “Hoje o Piauí tem 1.044 caixas eletrônicos instalados em 166 agências bancárias e a maioria desses caixas já tem um sistema de segurança atualizado, mas isso demora um tempo. Sobre o horário de atendimento dos bancos, cada instituição regra o seu horário de acordo com a demanda”, disse o representante. Sobre a sugestão do Secretário de Segurança, Gianella disse que a blindagem dos vidros já foi discutida e descartada pela polícia federal levando em consideração um incêndio, que não permitiria a saída das pessoas ou se alguém conseguir entrar armado na agência, ele ficaria protegido ali dentro.

O vereador de Teresina Nilson Cavalcante (Avante) questionou aplicabilidade da Lei municipal que garante que ops atendimentos precisam ser feitos em até 30 minutos na capital.Representando a Caixa Econômica Federal, Raimundo Nonato disse que hoje o atendimento nas agências representa apenas 4% dos atendimentos e lembrou que a utilização de aplicativos e autoatendimentos é muito maior. Sobre a agência da cidade de Campo Maior recentemente assaltada, Raimundo Nonato garantiu que nos próximos 15 dias o atendimento deve ser retomado normalmente.

O gerente do Banco do Brasil Robert Bandeira disse que o banco presa por um trabalho de eficiência analisando o contexto de região e das cidade. Sobre o horário de funcionamento dos postos de atendimentos, agências e caixas eletrônicos, ele ainda acrescentou que são definidos de acordo com um estudo de demanda de cada município feito pelo Banco e lembrou que a maioria dos caxas do BB hoje possuem o sistema de biometria, o que tem ajudado na segurança dos caixas.

Milton Meceeiro, presidente da associação dos proprietários de mercadinhos e mercearias da zona norte de Teresina, disse que, por conta da insegurança, todos os associados estão retirando de seus empreendimentos os caixas eletrônicos 24h. “Nós não recebemos nenhum tipo de contrapartida dos bancos para manter esses caixas em nossos empreendimentos, e quando ocorrem os arrombamentos e assaltos, não somos indenizados em nada”, disse Milton.

Laryssa Saldanha - Edição: Katya D'Angelles 


Fonte: Alepi Fonte: Alepi

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