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Alepi concede cidadania piauiense ao padre italiano Roberto Agostini

Alepi concede cidadania piauiense ao padre italiano Roberto Agostini

13/06/2019 13:15h

 

Aconteceu na manhã de hoje, quinta-feira (13) na Assembleia Legislativa do Estado a sessão solene para entrega de título de cidadão piauiense ao padre italiano Roberto Agostini. A sessão foi proposta pelo deputado e líder do Governa na Casa, Francisco Limma (PT) e contou com a presença da vice-governadora do Estado, Regina Sousa, de secretários e representantes de movimentos populares.
Em seu discurso, o deputado Limma disse que era uma honra poder conceder ao padre o título da cidadania piauiense e lembrou todo o trabalho prestado por eles durante os anos. “Roberto Agostini realizou um importantíssimo trabalho nas lutas e organizações populares na época da ditadura militar, sempre lutando em defesa dos direitos dos mais necessitados, semeando e articulando a igualdade e a solidariedade”, disse Francisco Limma.
Presente na solenidade, o professor Antônio José Medeiros também enalteceu o trabalho do Padre no Piauí. “Ainda temos pessoas com sentimento ético e responsável para com o próximo como resultado do trabalho de Roberto Agostini, líder do momento popular nas décadas de 70 e 80”, disse. Antônio José Medeiros também leu uma carta do presidente do Partido dos Trabalhadores do Piauí, Assis Carvalho, que homenageou o padre e pediu desculpas pela ausência na sessão.
O homenageado, padre Roberto Agostini, disse que já se sente filho do povo do Piauí, com quem cresceu como padre e pessoa humana. “Com o povo do Piauí trabalhei escutando as suas dificuldades, com esse povo sonhei com um futuro melhor. Quando descobrimos o que há de melhor nas pessoas e no corações dos pobres nos faz crescer as pessoas. Quando nos encontrávamos, participavam muitas pessoas, crentes, católicos e que tinham outra visão da vida. Mas todos animados por um mesmo sonho e projeto de vida. Isso foi a coisa mais bonita que eu vivi no Piauí”, disse o padre Roberto Agostini.
A vice-governadora do Estado, Regina Sousa, também prestou sua homenagem ao padre e lembrou dos movimentos populares na ditadura militar. “Na época da ditadura, com a presença dos padres italianos, nós achávamos que a revolução ia sair do Parque Piauí, e nós eramos corajosos e essa coragem nós temos que agradecer aos padres italianos”, disse Regina Sousa.
O padre Roberto Agostini nasceu em Verona, na Itália, dia 07 de novembro de 1943 e logo ingressou no seminário para servir e divulgar o Evangelho a todos os povos como sacerdote. Entrou para a vida religiosa aos 10 anos e formou-se em padre em 1967.
Em 1973 veio trabalhar no Brasil, na diocese de Itaberaba, na Bahia. Em 1976 veio para Teresina, atendendo convite ao então arcebispo Dom José Freire Falcão, para trabalhar na Paróquia do Parque Piauí.
Durante anos atuou em Teresina nos meios sociais para contribuir de forma efetiva com as lutas efetivas em defesa dos mais pobres e marginalizados. Em 1986, depois de 10 anos de trabalhos em Teresina, o padre Roberto Agostini deixou a capital piauiense.

A Assembleia Legislativa realizou na manhã desta quinta-feira (13), sessão solene para entrega de título de cidadão piauiense ao padre italiano Roberto Agostini. A sessão foi proposta pelo líder do Governo, deputado Francisco Limma (PT), e contou com a presença da vice-governadora do Estado, Regina Sousa, de secretários de Estado e representantes de movimentos populares.


Limma disse que era uma honra conceder ao padre Roberto a cidadania piauiense por todo trabalho prestado por ele durante os anos. “Roberto Agostini realizou um importantíssimo trabalho nas lutas e organizações populares na época da ditadura militar, sempre lutando em defesa dos direitos dos mais necessitados, semeando e articulando a igualdade e a solidariedade”, disse Francisco Limma.

Presente na solenidade, o professor Antônio José Medeiros também enalteceu o trabalho do padre Roberto no Piauí. “Ainda temos pessoas com sentimento ético e responsável para com o próximo, como resultado do trabalho de Roberto Agostini, líder do momento popular nas décadas de 70 e 80”, disse. Antônio José Medeiros também leu uma carta do presidente do Partido dos Trabalhadores do Piauí, Assis Carvalho, que homenageou o padre e pediu desculpas pela ausência na sessão.

O homenageado, padre Roberto Agostini, disse que já se sente filho do povo do Piauí, com quem cresceu como padre e pessoa humana. “Com o povo do Piauí trabalhei escutando as suas dificuldades, com esse povo sonhei com um futuro melhor. Quando descobrimos o que há de melhor nas pessoas e no corações dos pobres nos faz crescer as pessoas. Quando nos encontrávamos, participavam muitas pessoas, crentes, católicos e que tinham outra visão da vida. Mas todos animados por um mesmo sonho e projeto de vida. Isso foi a coisa mais bonita que eu vivi no Piauí”, disse o padre Roberto Agostini.

A vice-governadora do Estado, Regina Sousa, também prestou sua homenagem ao padre e lembrou dos movimentos populares na ditadura militar. “Na época da ditadura, com a presença dos padres italianos, nós achávamos que a revolução ia sair do Parque Piauí, e nós eramos corajosos e essa coragem nós temos que agradecer aos padres italianos”, disse Regina Sousa.

O padre Roberto Agostini nasceu em Verona, na Itália, dia 07 de novembro de 1943 e logo ingressou no seminário para servir e divulgar o Evangelho a todos os povos como sacerdote. Entrou para a vida religiosa aos 10 anos e formou-se em padre em 1967.

Em 1973 veio trabalhar no Brasil, na diocese de Itaberaba, na Bahia. Em 1976 veio para Teresina, atendendo convite ao então arcebispo Dom José Freire Falcão, para trabalhar na Paróquia do Parque Piauí.

Durante anos atuou em Teresina nos meios sociais para contribuir de forma efetiva com as lutas efetivas em defesa dos mais pobres e marginalizados. Em 1986, depois de 10 anos de trabalhos em Teresina, o padre Roberto Agostini deixou a capital piauiense.


Laryssa Saldanha - Edição: KAtya D'Angelles


 


Fonte: Alepi Fonte: Alepi

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