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Parnaíba

Mãe acusa médico de negligência por morte de seu Bebê

Ele parecia aborrecido em me atender...

04/02/2019 11:59h - Atualizado em 04/02/2019 12:11h

Uma mãe faz graves acusações do médico plantonista do Hospital Dirceu Arco Verde em Parnaíba. o Caso aconteceu em dezembro do ano passado mais veio atona este ano.  Flávia de Souza Bezerra,  contou  que buscou atendimento de urgência do HOSPITAL ESTADUAL DIRCEU ARCOVERDE, pois estava com 39 semanas de gestação e uma crise de hipoglicemia, dores de cabeça e dores no baixo ventre, ela é diabética tipo 1.

  “Estive no hospital do Dirceu no dia 07 de dezembro, às 17h, o obstetra que estava de plantão, realizou a consulta e me encaminhou para o ultrassom. O médico que fez o exame, já me alertou que precisaria de uma cirurgia de urgência pois o bebê tinha macrossomia fetal (que é estar muito grande) e provavelmente não conseguiria ter normal, assim já ficaria logo internada devido a situação. Ocorre que ao voltar para o obstetra plantonista, este mesmo sabendo do meu caso me orientou a voltar para casa e se não me sentisse bem, retornasse ao atendimento no Dirceu, que era o mais indicado que a maternidade, para atender a minha situação. No final da noite, quase 23h, do mesmo dia, voltei ao hospital sentindo as dores das contrações, lá ainda estava o mesmo médico de plantão. Ele parecia aborrecido em me atender, fez o exame de toque e que disse que não era trabalho de parto e me mandou novamente para casa. Falei que estava sentindo muita dor e ele disse que era contrações de treinamento que iria sentir por muito tempo ainda, e ainda disse pra eu não voltar com qualquer dorzinha para o hospital. Passei a madrugada sentindo muitas dores, eu e meu marido ficamos conferindo o tempo de contrações, como foi a orientação do obstetra. Já quase 7h da manhã, do dia 08 de dezembro, fui para a maternidade, pois já não queria voltar para o Dirceu, a médica que me recebeu encaminhou logo para o parto, mas na segunda ultrassom para ver a posição do meu filho antes da cirurgia, e em menos de 24 horas, da primeira, o meu bebê já não tinha mais batimentos cardíacos. Eu e meu marido ficamos sem chão, está sendo difícil lidar com a perda, foi uma situação que podia ter sido evitada se eu tivesse tido o atendimento correto e feito a cesariana. Nossa ficha ainda não caiu.”

ESCLARECIMENTO DO HEDA SOBRE O CASO



Fonte: ASCOM HEDA
Edição: Calixto Dias

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