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Alagoinha do Piauí

Bando assalta comércio, mata um funcionário e leva mulher como refém

Os assaltantes fugiram em uma Parati de cor Prata e uma moto com destino a Pio IX

19/10/2012 16:34h

Um assalto ocorrido ao meio dia e vinte minutos da tarde desta sexta-feira (19/10) na cidade de Alagoinha do Piauí (386 km de Teresina) deixou uma pessoa morta e os quatro assaltantes ainda levaram uma funcionária como refém.

O assalto aconteceu quando quatro homens armados invadiram o supermercado do empresário Francisco João de Carvalho, conhecido como Nini, e mandaram todos deitarem no chão, foi quando o funcionário Virgílio Mariano de Farias (49 anos) deitou e olhou para trás, então um dos ladrões efetuou dois disparos a queima roupa nas costas da vítima.

Sem conseguir levar nada de valor do supermercado, os ladrões pegaram Jéssica Germina Ramos funcionária do "Caixa Aqui" (que funciona no supermercado) e levaram como refém, e somente três quilômetros depois foi que liberaram na localidade Queimadas do município de Alagoinha do Piauí.

Segundo informações de populares, os ladrões tentaram assaltar o "Caixa aqui", mas como um dos assaltantes disparou contra o funcionário, os mesmo saíram em fuga numa Parati de cor Prata e uma moto com destino ao município de Pio IX.

Virgilio como era mais conhecido estava separado da esposa e tinha dois filhos um maior de idade e outro menor. O corpo da vítima foi levado para o necrotério do Hospital Regional Justino Luz de Picos para perícia médica.

Para a primeira dama do município Hortalina Bezerra, o fato é considerado uma tragédia para a cidade que é composta de gente honesta e trabalhadora.

Segundo a primeira dama, logo que tomou conhecimento dos fatos ligou para a companhia da Polícia Militar da cidade de Fronteiras, para a polícia militar de Picos, falou ainda com a secretaria de segurança pública que determinou o enviou de efetivo para a região na tentativa de prender o bando.

De acordo com Horlatina, a cidade de Alagoinha que é muito tranquila viveu nos últimos meses momentos difíceis com tentativas de assaltos e agora com homicídio. "Nós falamos como secretário (de segurança) e pedimos um efetivo maior já que na cidade tem apenas dois policiais militares, o que é insuficiente para dar segurança à população, e queremos que a polícia haja rápido e capturem os criminosos e coloquem-nos atrás das grades que é o local que os mesmo tem que ficar a partir de agora", disse ela.

Fonte: Agora ED
Edição: Jonas Rocha
Por: Edvan Arajo

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