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Polícia intima Neymar para depor na sexta-feira no Rio

Membros da DRCI apuram a possibilidade de o atleta ter cometido crime ao divulgar imagens íntimas de uma mulher que o acusa de estupro

04/06/2019 08:12h

A Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou à Granja Comary ontem (3), com o objetivo de falar com o atacante Neymar. O jogador da seleção foi intimado para prestar depoimento no Rio de Janeiro, na sexta-feira (7).

Membros da DRCI (Delegacia de Repressão a Crimes de Informática) apuram a possibilidade de o atleta ter cometido crime ao divulgar imagens íntimas de uma mulher que o acusa de estupro.

Ao fim do vídeo, ele exibiu o que seriam conversas por WhatsApp com a mulher anteriores e posteriores à data em ela afirma ter sido estuprada (15 de maio). Entre as frases, aparecem imagens dela nua ou seminua -com o rosto e partes íntimas borradas.

Nesta segunda, uma viatura entrou no centro de treinamento da seleção brasileira, em Teresópolis, por volta das 11h45, enquanto o técnico Tite dava uma entrevista coletiva. Os policiais ficaram por cerca de 50 minutos no local.


Jogador exibiu o que seriam conversas por WhatsApp com a mulher que o acusa de estupro - Foto: Folhapress

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) solicitou que o dia do depoimento de Neymar fosse alterado. Na sexta, o jogador estará com o restante do grupo da seleção em Porto Alegre, onde a equipe disputa um amistoso no domingo (9). A equipe se prepara para a disputa da Copa América, que começa no dia 14 de junho.

No domingo (2), um carro da Polícia Civil já havia ido até a Granja Comary. O delegado Bruno Gilaberte, do 110º Distrito Policial (Teresópolis), buscava informações sobre Neymar.

O jogador não se encontrava na concentração no momento da ida do delegado ao local. Ele estava no fim de um período de folga, concedido a todos os atletas da seleção, e retornou posteriormente, de helicóptero.

O delegado e um inspetor permaneceram na Granja Comary por cerca de uma hora no domingo. Eles foram recebidos pelo chefe da segurança da CBF e por um dos responsáveis pela administração da sede da confederação na região serrana do Rio.

Chegou-se à conclusão de que o atacante não estava em Teresópolis quando gravou o vídeo no sábado, motivo pelo qual o caso não ficou com o 110º DP. Os representantes da CBF que receberam a Polícia Civil não informaram onde estava o jogador, e o caso ficou com a DRCI.

As investigações no Rio de Janeiro e em São Paulo ocorrem de forma paralela. No Rio, é pela divulgação das imagens, enquanto o inquérito referente à acusação de estupro está em São Paulo.​

Fonte: Folhapress

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