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Mano Menezes deixa o Cruzeiro após derrota em casa para o Inter

Nesta segunda passagem pelo Cruzeiro, que durou três anos, Mano Menezes conduziu a equipe celeste no Bicampeonato da Copa do Brasil (2017 e 2018) e no Bicampeonato do Mineiro (2018 e 2019).

08/08/2019 10:05h - Atualizado em 08/08/2019 11:51h

O técnico Mano Menezes não resistiu à derrota do Cruzeiro por 1 a 0 para o Internacional, abrindo a semifinal da Copa do Brasil. Após o oitavo jogo seguido sem vencer e sem marcar um gol, o comandante revelou que deixará o Cruzeiro.

O anúncio foi feito em sua coletiva de imprensa, que aconteceu após o fim do jogo, acompanhada de Marcelo Djian, diretor de futebol, e Marcone Barbosa, gerente de futebol.

"Gostaria de, juntamente com o Marcone (Barbosa) e Marcelo (Djian), comunicar oficialmente que a gente interrompe o trabalho no Cruzeiro. Entendemos que era o momento de fazer isso e que nós não poderíamos continuar essa fase difícil do Cruzeiro. São 18 jogos e uma vitória, no futebol isso não se sustenta. A decisão partiu de uma consciência de que as coisas podem piorar. Mas elas não podem piorar", iniciou.

Apesar dos dois títulos estaduais e de ter levantado as duas últimas Copas do Brasil, Mano não suportou a péssima fase do Cruzeiro, que também atravessa forte crise fora dos campos. No final de semana, o treinador viu sua equipe perder para o rival Atlético-MG e revelou que colocou seu cargo à disposição.

Desta vez, ele novamente não conseguiu fazer o time jogar, e ouviu vaias, gritos de burro e palavras de ordem dos torcedores no Mineirão.

"Hoje, o torcedor teve uma reação que, para mim, é fundamental para o técnico. Ele não pode achar que a gente é burro. O burro vem aos 47 do segundo tempo hoje, amanhã ele vem aos 30, e isso vai afetando a equipe. Tenho muito respeito pelo Cruzeiro e não vou permitir que isso atrapalhe o momento que o clube e a equipe estão atravessando. A série de jogos, a maneira como estamos perdendo, essas coisas que acontecem, como aconteceram hoje, são sinais de que algo precisa ser estudado. A conversa foi nesse nível, entendemos que deveríamos vir aqui e fazer esse comunicado. Não temos muito mais para falar sobre isso", completou.

Fonte: UOL / Folhapress

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