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Líder, Jorge Sampaoli elege psicológico como adversário

Para o treinador, o Santos chegou à liderança graças a capacidade que o time teve de comprar a ideia de jogo e de ter se esforçado nos treinos.

29/07/2019 11:30h

Com apenas sete meses no comando do Santos, Jorge Sampaoli alcançou neste domingo (28) a liderança do Campeonato Brasileiro. O topo da tabela veio na 12ª rodada, após vencer o lanterna Avaí por 3 a 1. Para o treinador, o Santos chegou à liderança graças a capacidade que o time teve de comprar a ideia de jogo e de ter se esforçado nos treinos:

"Temos a mesma intensidade nos treinos do que no jogo de hoje. Por isso, encaramos jogos com humildade. O grupo merece essa chance que o torneio nos deu", afirmou o treinador, que ainda não considera o Santos como o time a ser batido.

Ele vê que agora, com a liderança, o principal adversário santista será o próprio psicológico: "temos que saber que nosso maior rival agora somos nós mesmos. É preciso estar atento e concentrado. Agora, quero apertar para que melhorem, para que fixem os conceitos e joguem como jogaram hoje. Gerando chances de gol, atacando e pressionando. Precisamos desse estado de ânimo para conseguir melhorar".


Jorge Sampaoli durante treino no Santos FC Foto: Ivan Storti/Santos FC

Mesmo com a sequência negativa que o Palmeiras tem enfrentado, sem vencer há cinco jogos, Sampaoli ainda enxerga o agora vice-líder como o principal candidato ao título:

"Eles empataram o jogo e houve uma pequena confusão (na tabela). É preciso ver como nos reorganizamos, saber que virão adversidades e como vamos lidar com ela. É evidente que a equipe se consolidou brigando com equipes que formaram grandes time com grandes contratações. Vamos tentar sustentar isso sabendo que cada jogo será mais difícil, que estamos momentaneamente no primeiro lugar", disse.

O Santos volta aos gramados somente no próximo domingo (4) contra o Goiás. Em seu primeiro jogo como líder, o time não contará com Sampaoli no banco de reservas, suspenso por conta do terceiro cartão amarelo. Sobre isso, o argentino comentou brevemente sobre a necessidade de saber acalmar seus ânimos:

"Vou ter que aprender um pouco a cuidar da minha postura, da presença na área técnica. Esse negócio de ficar fora não é cômodo. Vou aprender a controlar minhas emoções", declarou o técnico.

Fonte: Folhapress

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