• Campanha Mobieduca
  • Teresina shopping
  • HEMOPI - Junho vermelho
  • ITNET
  • Novo app Jornal O Dia
  • TV O DIA att

GP de Mônaco da F-1 é tomado por homenagens a Niki Lauda

Lauda é até hoje o único a ter vencido campeonatos por Ferrari e McLaren, o que o fez ser celebrado pelas duas escuderias.

24/05/2019 13:06h

O fato de a morte de Niki Lauda ter coincidido com a semana do GP de Mônaco da F-1 fez com que o fim de semana da prova mais tradicional da categoria fosse tomado por homenagens ao austríaco, tricampeão do Mundial de Pilotos (1975, 1977 e 1984).

A F-1 ainda não divulgou qual será o protocolo oficial de celebração da memória de Lauda no sábado (25) e no domingo (26), dias do treino classificatório e da corrida, mas desde quinta (23), com o início dos treinos livres, pilotos e equipes lembraram o ex-piloto em seus carros e capacetes.

Lauda é até hoje o único a ter vencido campeonatos por Ferrari e McLaren, o que o fez ser celebrado pelas duas escuderias.

A Mercedes, equipe em que Lauda ocupou o cargo de presidente de honra nos últimos anos, também colocou em seu carro uma homenagem ao austríaco, com um agradecimento pelos serviços prestados.

O tributo que mais chamou a atenção até agora foi o do alemão Sebastian Vettel, da Ferrari, que colocou no desenho do seu capacete fotos de Lauda na época de piloto e o nome do austríaco.

Niki Lauda venceu duas vezes o GP de Mônaco, em 1975 e 1976. Da primeira vez, ele dominou a prova e subiu ao pódio acompanhado dos brasileiros Emerson Fittipaldi e Carlos Pace.

No ano seguinte, após ganhar no principado, Lauda dominava o campeonato até a corrida de Nürburgring, na Alemanha, quando sofreu um acidente e ficou preso nas ferragens da sua Ferrari, que pegou fogo.

Apesar das graves queimaduras, que causaram sequelas principalmente em sua orelha direita -ele ficou sem o capacete após a batida-, e de ter inalado gases tóxicos, o austríaco ainda voltou a pilotar seis semanas depois, com a cabeça enfaixada.

Lauda terminou aquele campeonato na segunda posição, atrás do britânico James Hunt.

O austríaco morreu na última segunda (20), aos 70 anos. Ele, que no ano passado havia passado por um transplante de pulmão, estava internado na Suíça para tratar problemas renais.

Fonte: Folhapress

Deixe seu comentário