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Com Marta como inspiração, garotas falam em sonho de jogar futebol

“Eu comecei a jogar futebol por conta da Marta, ela é minha grande inspiração", conta Marina

10/06/2019 12:37h

A Copa do Mundo de Futebol Feminino teve inicio na sexta-feira (7), na França, mas a Seleção Brasileira entra em campo somente no domingo (9) quando encara a Jamaica, em Grenoble. Ainda na primeira fase encara a Austrália e Itália.  Em Teresina, tem uma turminha de garotas que está empolgada com a oportunidade de acompanhar pela primeira vez uma Copa e poder torcer por Marta & Cia.

“Eu comecei a jogar futebol por conta da Marta, ela é minha grande inspiração. Além da Formiga, que vai para sua ultima Copa e eu sei que é importante na historia do futebol feminino aqui (no Brasil)”, conta Marina Castelo Branco, 10 anos.

Com idade entre seis e dez anos, as meninas vivem a expectativa de assistir o mundial. Elas também usam Marta, Formiga e Cristiane como inspiração para o futuro, pois sonham em jogar futebol profissional e chegar a jogar na seleção. Yasla Vivian, 10 anos, é uma das mais habilidosas e empolgadas com a Copa, ela até brinca com o apelido “Martinha”.

“Todo lugar que eu chego para jogar o pessoal fala isso, a essa menina aí é a Martinha, toda vez. Até gente que eu não conheço fala, acho engraçado. Eu gosto muito de jogar aqui, treinar, finalizar e principalmente driblar as minhas amigas, é bom demais”, conta Yasla.

Mesmo pequenininhas, o discurso delas é de gente grande, inclusive tem garota com inspiração dentro de casa e fala em orgulhar os pais. “Eu sempre gostei de bola, ficava brincando sozinha em casa, e aí depois de um tempo pedi para o meu pai me trazer para uma escolinha de futebol e ele topou. Meu pai jogava, mas teve que largar por conta do trabalho e estudos, então é mais um motivo para que eu jogue”, conta a garota Emanuelle, de 6 anos.

Dentro de campo os treinos são diários e não falta disciplina e dedicação, algo que surpreende o ‘Tio Lyom’, que acompanha elas de perto. “Elas me cobram, querem treinar sempre mais e querem algo mais especifico, com nível profissional. Essas meninas veem o futebol com algo serio e para se dedicar e isso facilita muito até mesmo para passar conhecimento. Todas têm uma maturidade gigantesca”, comenta Lyom Martins. 

Por: Pâmella Maranhão - Foto: Jailson Soares/ODIA

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