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Roda Viva

Sem investimentos

Leia a coluna Roda Viva deste fim de semana.

15/06/2019 09:00h - Atualizado em 14/06/2019 17:43h

Sem investimentos 

As dificuldades de recuperação da economia frustraram os planos de investimentos das grandes indústrias. É o que aponta uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 14 de junho, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O número de empresas que fez algum tipo de investimento em 2018 foi de 75%, seis pontos percentuais abaixo dos 81% que planejavam investir. Entre as empresas que investiram, metade (51%) não conseguiu realizar os projetos como planejado. Dessas, 38% realizam os investimentos apenas parcialmente, 9% adiaram os projetos para 2019 e 4% cancelaram ou adiaram para depois de 2019. O levantamento mostra que, entre as empresas que investiram, a maioria (56%) destinou recursos para a continuação de projetos anteriores e 44% delas aplicaram em novos projetos. O principal objetivo dos investimentos no ano passado foi a inovação: 53% das empresas aplicaram na melhoria ou na modernização dos processos produtivos e em novos produtos. Dessas, 36% investiram na melhoria dos processos produtivos, 13% buscaram a introdução de novos produtos e 4% aplicaram em novos processos de produção. Além disso, 28% investiram no aumento da capacidade de produção, o maior número registrado desde 2012.

“A frustração dos planos de investimento [da indústria] em 2018 deve-se à decepção com a retomada da economia. Em particular, o crescimento da demanda ficou abaixo do que se esperava, especialmente por causa do elevado desemprego. Além disso, as incertezas internas e externas que contaminaram boa parte do ano passado também trouxeram riscos ao investimento”, afirma o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. “É preciso considerar também que a maior parte dos investimentos é financiada com capital próprio das empresas. Como elas estão com situação financeira mais debilitada do que em anos anteriores, o investimento ficou prejudicado”, acrescenta Castelo Branco.

Esgotamento sanitário

O sistema de esgotamento sanitário da cidade de Pedro II começou a ser testado pela Agespisa. A obra, que custou investimento de R$ 5,1 milhões, oriundos do Fundo Nacional de Saúde (Funasa), deve ser entregue na próxima semana, durante o Festival de Inverno. A obra contemplou os bairros Santa Fé, Saborá, Campestre e parte do Centro.

Retração nas vendas

O volume de vendas a prazo na semana que antecedeu o Dia dos Namorados (entre 6 e 12 de junho de 2019) não cresceu, registrando uma pequena variação negativa de 0,04% na comparação com o mesmo período de 2018. No ano passado, houve um crescimento de 3,08%, após uma forte queda registrada em 2017, que chegou a -7,83%. Em anos anteriores, as variações foram de 3,62% (2016), -0,72% (2015), -5,85% (2014), 6,77% (2013), 3,83% (2012) e -7,69% (211). Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Paralisação

Com relação ao movimento de paralisação nacional que ocorreu nesta sexta-feira (14), a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos divulgou uma nota informando que 96,98% dos seus empregados em todo o país (103.540) permaneceram trabalhando normalmente. Em Teresina, 97,17% trabalharam. "As agências estão funcionando normalmente, bem como a entrega de cartas e encomendas", afirmou a ECT. Já o sindicato que representa os trabalhadores da empresa estimou que 70% dos funcionários pararam na capital piauiense.

Registro da pedagoga oeirense Iracema Mendes em noite de lançamento do livro Profissão Docente: teorias e práticas. A obra reúne artigos de alguns autores. Em seu artigo, Iracema fala sobre a importância da prática docente na educação infantil.


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