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Roda Viva

Prioridades...

Leia a coluna Roda Viva desta terça-feira.

18/12/2018 08:54h - Atualizado em 17/12/2018 17:17h

Prioridades...

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que dois em cada dez (19%) consumidores costumam gastar mais do que podem com as compras de Natal — percentual maior entre as mulheres (23%) e nas classes C, D e E (22%). O levantamento também mostra que 5% dos brasileiros que vão presentear no Natal pretendem deixar de pagar alguma conta para fazer suas compras de fim de ano, enquanto 5% devem protelar algumas despesas para realizar as comemorações de Natal, e outros 5% para participar das festas de Ano Novo. Entre as principais contas que devem ser postergadas estão: TV por assinatura (20%), cartão de crédito (16%), internet (16%) e água e luz (8%). A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, destaca a importância de resistir aos excessos de consumo e alerta para o risco da inadimplência, principalmente com as despesas do cartão de crédito. “Embora o Natal seja uma data tradicional, as pessoas precisam ter cautela ao sair gastando sem controle. Vale dar atenção extra ao cartão e não deixar de lado o pagamento da fatura, que possui altas taxas de juros e pode comprometer o orçamento. Se não houver disciplina e organização, pode ficar difícil saber até mesmo o quanto foi gasto” destaca.

"Durante a campanha, em momento algum eu, particularmente, me portei como oposição ao governo, até porque nesses quatro anos o governo contou com nosso trabalho na secretaria, que teve êxito. Você vê que a taxa de emprego no estado do Piauí cresceu durante nossa gestão na Secretaria de Trabalho. Fizemos um excelente trabalho de qualificação, em sintonia com outras secretarias e com o próprio governador do estado. E o PRB, na Assembleia Legislativa, mantém a posição de partido aliado do governador Wellington Dias. Mas eu não estou aqui falando de cargo, de secretaria, eu estou falando do alinhamento na Assembleia. Mantemos o perfil de aliado do governador, como no mandato passado [...] Não obstante, durante a campanha, o PRB não manteve com esse alinhamento porque tivemos dissidência dentro do partido, e eu fui a minoria, mas tivemos o vereador Levino, em Teresina, além de outros vereadores e prefeitos no estado que se mantiveram ao lado do governador Wellington Dias" - o deputado Gessivaldo Isaías (PRB), deixando claro que sempre foi apoiador roxo do petista.

OAB repudia demissões

A Ordem dos Advogados do Brasil do Piauí Secção Piauí (OAB-PI), por meio da Comissão de Educação Jurídica, divulgou uma nota em manifestando repúdio à demissão coletiva anunciada pela Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá (Universidade Estácio de Sá) e pela Faculdade Pitágoras (Instituto Camillo Filho). Estima-se que pelo menos 50 docentes das duas instituições de ensino superior (IES) foram desligados "sumariamente", antes da conclusão do período letivo de 2018. Segundo a OAB-PI, esses desligamentos ocorreram "sem qualquer justificativa plausível ou diálogo".

Precarização 

"As demissões vieram com a proposta de reestruturação e redução de custos, objetivando contratar novos docentes em contrato de trabalho com valores inferiores aos antigos, trazendo risco à qualidade do ensino. A medida adotada pelas Instituições revela-se como nítida precarização das relações de trabalho, afrontando princípios previstos na Constituição Federal de 1988, que são de observância obrigatória pelas instituições de ensino, notadamente o da dignidade da pessoa humana, dos valores sociais do trabalho, da valorização do trabalho, da proibição de dispensa arbitrária e sem justa causa e do primado do trabalho", diz a nota da OAB-PI.

Precarização II

A OAB-PI encaminhou ofícios para as IES solicitando esclarecimentos e indicando o advogado Samuel Nascimento, presidente da Comissão de Educação Jurídica da Seccional, a advogada Naiara Moraes, diretora-geral da Escola Superior de Advocacia do Piauí, e o advogado Talmy Tercio, diretor do Núcleo de Apoio à Advocacia, para verificar a legalidade das demissões. "Os prejuízos decorrentes das demissões coletivas extrapolam os limites individuais de cada professor demitido, pois também atingem suas famílias, discentes, o mercado de trabalho e a sociedade como um todo", acrescenta a OAB-PI.


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