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Divergência esclarecida

O Ministério da Saúde disponibiliza dois sistemas para alimentação de dados: o SINAN Influenza Web e SIVEP-Gripe.

09/05/2018 19:37

Divergência esclarecida

Desde o início da semana, os números de casos de H1N1 divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde e pela Fundação Municipal de Saúde apresentam divergência. Enquanto um órgão afirma que há 15 casos confirmados, o outro diz que existem 32. A explicação para essa diferença nos números está na forma como os dados são anunciados. O Ministério da Saúde disponibiliza dois sistemas para alimentação de dados: o SINAN Influenza Web e SIVEP-Gripe. Segundo o diretor da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Herlon Guimarães, no primeiro, são coletadas as informações da Síndrome Respiratória Aguda Grave, que é de notificação obrigatória, já que são casos que requerem maior atenção por conta do risco de morte. Já o SIVEP-Gripe identifica os casos de síndromes gripais, que são menos graves e mais recorrentes. A Sesapi divulga apenas os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, ou seja, de pessoas que precisaram ser internadas para o tratamento, que são 15 pacientes. Já a Fundação Municipal de Saúde divulga todos os casos em que o exame indicou o H1N1, mesmo o de pacientes que não precisaram ser internados, o que soma 32 pessoas. Segundo Amariles Borba, diretora de vigilância em saúde da FMS, dos 32 casos confirmados, 17 pacientes não precisaram se internar. Dos 15 que apresentaram Síndrome Respiratória Aguda Grave e precisaram de internação, um morreu, alguns já receberam alta e outros ainda estão internados, mas estáveis.

O piauiense Aminthas Floriano da Silva Neto, major de Engenharia do Exército Brasileiro, segue para Bogotá, na Colômbia,  onde atuará numa Missão de Paz com duração de dois anos. Na foto, o militar aparece ao lado do seu pai, Aminthas Filho.

Planos de saúde

Após ação civil pública proposta pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) contra o reajuste de planos e seguros de saúde no último dia 7, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), representante das operadoras, atacaram a entidade, que tem a atribuição de exigir a revisão dos critérios de aumento de mensalidades de planos. 

Planos de saúde II

A ANS e os planos de saúde, ao invés de esclarecer as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), alegaram que a ação do Idec “põe em xeque a sustentabilidade do setor e ameaça o futuro do cuidado à saúde de milhões de brasileiros” (FenaSaúde, em nota) e “cria comoção e conflitos em prol de seus interesses“ (ANS, em nota).

Plano de saúde III

Também por meio de nota, o Idec respondeu as manifestações feitas pela entidade que representa os planos e pela agência reguladora, que, em tese, tem o dever de proteger a população de eventuais arbitrariedades e irregularidades cometidas pelas empresas. "Tais declarações expressam o desprezo pela transparência, pela necessidade de diálogo e sobretudo pela notória dificuldade de cidadãos e famílias, para quem tornou-se insustentável arcar com os reajustes abusivos dos planos de saúde. De forma deplorável, atacam o Idec por defender milhões de cidadãos cansados dos abusos do setor e da ineficiência da ANS", diz a nota divulgada pelo instituto nesta quarta-feira. 

Saneamento

Com o intuito de realizar um mapeamento do atual cenário do saneamento, a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON) desenvolveu o Panorama da Participação Privada no Saneamento 2018. O exemplar citou a nova realidade de Timon, no Maranhão, que possui cobertura completa de água tratada e de qualidade, representando um investimento de R$ 30 milhões. As ações sociais realizadas pela Águas de Timon também foram destaque, como a Tarifa Social, que oferece desconto de 50% na conta de água, impactando, ao todo, 2.837 famílias.


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