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Roda Viva

Desestatização dos Correios

Leia a coluna Roda Viva deste fim de semana.

08/06/2019 08:51h - Atualizado em 07/06/2019 19:28h

Desestatização dos Correios

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira (7) que a privatização dos Correios ganhou força em seu governo. A manifestação foi postada em seu perfil no Twitter. Ele entende que a menor participação do Estado pode melhorar e baratear os serviços públicos. "Serviços melhores e mais baratos só podem existir com menos Estado e mais concorrência, via iniciativa privada. Entre as estatais, a privatização dos Correios ganha força em nosso Governo", tuitou. Defensor ferrenho das privatizações de empresas públicas, Bolsonaro autorizou em abril a realização de estudos para a desestatização da companhia. A manifestação do presidente ocorreu um dia após o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que a exigência de autorização legislativa não se aplica à venda do controle das subsidiárias e das controladas de empresas públicas e de sociedades de economia mista. Segundo a Corte Suprema, a operação pode ser realizada sem necessidade de licitação, desde que siga procedimento que observe os princípios da administração pública, previstos no artigo 37 da Constituição Federal, respeitada sempre a exigência de competitividade. Por outro lado, o STF firmou a necessidade de autorização legislativa e processo licitatório para alienação das empresas-matrizes, que é o caso dos Correios. Com 356 anos de existência, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) é subordinada atualmente ao Ministério das Comunicações, Ciência, Tecnologia e Inovação. Após prejuízos registrados entre 2013 e 2016, a estatal registrou lucro de R$ 161 milhões em 2018 e de R$ 667,3 milhões em 2017. Com esses resultados positivos registrados nos dois últimos anos, será mesmo um bom negócio para o país entregar uma empresa histórica para a iniciativa privada? 

Foto: Ascom parlamentar

A subutilização do Estádio Albertão foi pauta de uma reunião entre o governador Wellington Dias (PT), o presidente da Fundespi, Clemilton Queiroz, e do diretor de Desporto do órgão, Júnior Macêdo. O chefe do Executivo quer que o estádio seja utilizado para mais atividades, além das partidas de futebol - uma a duas por semana. Os gestores discutiram a realização de ações culturais e educacionais nos espaços do estádio. E trataram sobre o desenvolvimento de uma parcerias público-privadas no complexo esportivo. 

Capitão no comando

O capitão Anderson foi o escolhido para comandar o diretório do PSL em Teresina. A definição aconteceu em reunião na sede do partido em um "clima tranquilo e de total cooperação", segundo a legenda. A posse da nova diretoria ocorrerá no dia 28 de junho, quando as demais vagas da executiva municipal serão preenchidas.

Teresinha desistiu

A vereadora Teresinha Medeiros retirou, por iniciativa própria, seu nome da disputa pela presidência municipal do PSL em Teresina. A parlamentar afirma que tomou a decisão após refletir sobre suas prioridades políticas e chegar a um acordo com líderes do partido na cidade. “Eu decidi retirar meu nome por iniciativa própria. Estou a serviço do PSL e sempre focada nos projetos parlamentares na Câmara Municipal, em prol de nossa querida Teresina. Para mim, como parlamentar, o importante é o desenvolvimento da nossa cidade, do Piauí e do Brasil. E meu partido é o Brasil”, afirmou Teresinha. 


Foto: Elias Fontinele / O DIA

Em entrevista ao telejornal O DIA News 1ª edição, nesta sexta-feira, a vereadora Cida Santiago (PSD) destacou a necessidade de a Prefeitura de Teresina atuar em conjunto com o Governo do Estado e com o Governo Federal para buscar alternativas para o acolhimento dos imigrantes venezuelanos que têm chegado à capital. "É um momento em que nós precisamos trabalhar com o coração, principalmente. São pessoas que estão necessitando de todos nós. É claro que nós precisamos acabar com esse hábito de estar dando esmolas. Precisamos é cuidar dessas pessoas. Oferecer colégio, saúde, lazer, porque são pessoas que têm sensibilidade, são irmãos nossos, e precisam de acolhimento", ponderou a vereadora. A estimativa é que já perto de 200 refugiados já tenham chegado a Teresina nas últimas semanas. 


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