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Roda Viva

4 noites na cadeia

Leia a coluna Roda Viva desta terça-feira.

26/03/2019 08:47h - Atualizado em 25/03/2019 21:33h

4 noites na cadeia

Depois de passar quatro noites encarcerado na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, o ex-presidente Michel Temer foi solto na noite desta segunda-feira, 25, por uma determinação do desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O emedebista permaneceu preso numa sala da corregedoria, no terceiro andar do prédio da PF, com direito a banheiro privativo, frigobar e ar-condicionado. Além de Temer, a Justiça também determinou que sejam libertados outros oito presos na Operação Descontaminação, incluindo Moreira Franco, ex-ministro e ex-governador do Rio de Janeiro, e João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, apontado como operador financeiro do suposto esquema criminoso comandado pelo ex-presidente. A defesa de Temer e alguns juristas críticos da Operação Lava Jato e dos seus desdobramentos afirmam que muitas das prisões decretadas contra políticos e empresários suspeitos são abusivas e violam as mais essenciais noções de direito. De fato, não precisa ser um bacharel para saber que a prisão preventiva não deve ocorrer de forma indiscriminada. É preciso que existam razões bem sólidas que a justifiquem. Direitos individuais básicos não devem ser desrespeitados em nome do combate à corrupção. Por outro lado, a Justiça precisa também compreender de uma vez por todas que o Brasil e os brasileiros já não toleram mais tanta impunidade. Neste sentido, conferir mais celeridade aos julgamentos de bandidos do colarinho branco é uma medida imprescindível e urgente. Um grupo criminoso acusado de desviar R$ 1,8 bilhão em recursos públicos ao longo de quatro décadas não pode permanecer livre. Precisam ser sentenciados e, então, encarcerados. Mas isso precisa acontecer o quanto antes!


A presidente da Associação Piauiense de Defensores Públicos (Apidep), Ludmilla Paes Landim, esteve na Câmara de Teresina em reunião com o vereador Jeová Alencar (PSDB) e com o coordenador legislativo da Casa, Marcos Venícios Ribeiro. A visita institucional se deu para tratar de interesses da associação no município.

Ajuda de Brasília

Em vídeo postado nas redes sociais, o deputado federal Flávio Nogueira (PDT) se solidariza com os parnaibanos. Parnaíba decretou estado de emergência em decorrência das fortes chuvas que atingem a região. O parlamentar prometeu marcar uma audiência na Secretaria de Defesa Civil. para expor a situação da cidade piauiense e buscar medidas destinadas a amenizar o sofrimento das famílias. A reunião deve contar com a participação do prefeito Mão Santa e de outros deputados federais do estado. O empenho de Flávio Nogueira não é á toa. O parlamentar teve uma expressiva votação em Parnaíba.

Reforma

Nesta terça-feira, dia 26, o diretor do Sinduscon Teresina, André Baía, ministrará a palestra “A importância da Reforma da Previdência para a retomada do mercado imobiliário do Brasil”, para os associados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci-PI). O encontro acontece a partir das 18 horas, no auditório da entidade.

Silas x Lira

O ex-deputado federal Silas Freire e o ex-vereador de Teresina Antônio José Lira estão travando uma ríspida troca de acusações por meio da imprensa e das redes sociais. Silas acusou Lira de ter desviado o salário de um funcionário quando esteve na Câmara de Teresina. E o ex-vereador rebateu afirmando que o apresentador está recebendo ordens do prefeito Firmino Filho (PSDB) para atacá-lo. Lira disse, ainda, que o ex-deputado é "covarde" e que, antes, mandava capangas atrás dos inimigos, mas agora não teria coragem de ir atrás dele sozinho.

O deputado estadual Francisco Limma (PT) foi à tribuna da Assembleia Legislativa para criticar o projeto de reforma da Previdência. Ele sugeriu que os parlamentares conversem com a bancada federal do Piauí para apontar os supostos prejuízos que a reforma trará para os estados e municípios, sobretudo do Nordeste. “Essa reforma terá um impacto profundo na vida dos pequenos produtores em todo o país. Aprová-la da forma como ela foi apresentada é estabelecer a paralisia da economia nos municípios menores”, opina o parlamentar.


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