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Polivox

Serra Pelada vale ouro

Romance, violência, drama e até um pouco de humor marcam o filme

20/10/2013 17:32h

Uma das coisas mais básicas para um filme ser considerado bom é “convencer”, fazer o público acreditar que aquilo é real, que está acontecendo naquele exato momento. Para chegar a esse ponto vários detalhes são fundamentais. E, ao que parece, em “Serra Pelada” o diretor Heitor Dhalia teve muita preocupação com todos eles, principalmente com a ambientação. Desde o figurino, passado pela trilha recheada pelo brega e o carimbó paraense, até a fotografia, por vezes propositadamente envelhecida, dando o exato clima a trama. 

A história tem como base a amizade de Juliano (Juliano Cazarré) e Joaquim (Júlio Andrade). Os dois viajam para o garimpo em busca de riqueza, encontram muito ouro, mas acabam se envolvendo com realidade barra pesada movimentada do local, principalmente Juliano, o mais ambicioso.

Para tornar essa fantasia real, também é necessário gastar um bom crédito na interpretação. E também neste ponto Serra Pelada se destaca. A belíssima Sophie Charlotte (a Amora, de Sangue Bom) está muito bem como a ex-prostituta e mulher do Coronel Carvalho (Matheus Nachtergaele) e que se envolve com Juliano. Destaque mais uma vez também para Wagner Moura. 

Romance, violência, drama e até um pouco de humor marcam Serra Pelada. 


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