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Notícias Megazord

14 de dezembro de 2018

Aquaman: a “carta na manga” da DC Comics

Aquaman: a “carta na manga” da DC Comics

O filme teve sua pré-estreia mundial no Brasil em plena Comic Con. Conferimos de perto e viemos contar para você o que esperar da história do Rei de Atlântida.

Um dos filmes mais aguardados desde seu anúncio, Aquaman estreia nesta semana com uma aprovação animadora do público que já conferiu a nova produção da DC Comics. E não por menos, o filme mostra uma grande aposta da produtora/distribuidora, bem diferentes dos filmes que antecederam o longa do Rei de Atlântida. Quem dá vida ao super-herói é o ator Jason Momoa, que desde a sua primeira aparição em A Liga da Justiça, conquistou os fãs da DC, começando com o pé direito. 


Jason Momoa em Aquaman. Foto: Reprodução

Em Aquaman, somos apresentados a Arthur Cury, um jovem filho de um faroleiro e Atlanna, princesa de Atlantis, um dos reinos que fica no fundo mar. Após um tempo em terra firme, a princesa é obrigada a retornar para seu reino, deixando Arthur com o pai.  O garoto herda da mãe as habilidades de viver embaixo d’água e se comunicar com as espécies marítimas. Ao longo do tempo, ele é treinado por Vulko, para em um futuro não muito distante assumir o trono de Atlântida.

O filme é uma combinação de apostas que realmente deram certo, a começar pelo visual mais colorido da produção, o que explica o primeiro pôster, que quando lançado chegou a ser zoado pelo público  (tudo tem um porquê). Como já mostrado em foto dos bastidores, o longa também traz um "Aquaman raiz", com direito ao uniforme clássico do herói, uma cena de respeito, diga-se de passagem. 

Outro ponto positivo é a construção da história, que utiliza em alguns pontos do filme usa-se flashes baks para narrar os fatos como um todo, ou seja, o expectador não fica perdido sem saber o porquê de as coisas estarem acontecendo. Apesar de ser um “filme introdutório”, Aquaman não é uma produção chata, pelo contrário as cenas de ação são um trunfo a mais no conjunto da obra, tornando-a uma aposta certeira da DC. 


Fonte: Reproução/Tumblr

A DC Comics recebeu diversas críticas negativas em seus filmes anteriores, como se a fórmula de produção não estivesse calculada corretamente, o que muda totalmente neste novo lançamento da produtora. Deve-se elogiar ainda o grande elenco, além de Momoa, o filme conta com Amber Heard, que interpreta Mera, uma princesa guerreira e Nicole Kidman, que dá vida a princesa Atlanna, mãe de Arthur Cury. O longa é dirigido por James Wan. 

Antes de protagonizar seu filme solo, Aquaman entrou em cena na Liga da Justiça (2017), ao lado de Batman (Ben Afleck), Cyborg (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller), Mulher Maravilha (Gal Gadot) e o Superman (Henry Calvill). A próxima aparição do herói está prevista para o filme “Shazam” (2019). 


11 de dezembro de 2018

CCXP18: a segunda vez é sempre melhor

CCXP18: a segunda vez é sempre melhor

Um resumo sobre a aventura que é estar na Comic Con Experience; confira o vídeo.

Para quem ama quadrinhos, filmes, séries, vídeo-games e afins, a Comic Con é uma experiência unica. Esbarrar com cosplays incríveis, ou até mesmo com algum astro ou quadrinista que dá vida ao seu personagem favorito, é algo passível de acontecer. Além de saber novidades exclusivas para o próximo ano ou conferir em primeira mão aquela produção que você tanto espera, também é uma possibilidade.

Apesar de já ter participado da feira em 2016, não há comparativos com a edição deste ano. Muito maior, muito mais atrações. Sem falar nas 262 mil pessoas que estiveram presente, quantidade consideravelmente menor do que a edição anterior. E falando em pessoas, é algo que merece ser mencionado aqui.  

Pessoas que estão na mesma "vibe", que se ajudam e se preciso for dormem na fila para não perder o painel que tanto querem estar. Pessoas que se tornam conhecidos em horas de filas juntos. Pessoas que dão vida aos cosplays mais legais do mundo, comprovado cientificamente, e que sempre tem um tempinho para uma foto para fazer do imaginário uma experiência real.  

O evento terminou, porém, a bagagem que fica é recheada de novidades e expectativas para o ano que ainda vai chegar. Pensando nisto, preparamos um resumão dos quatro dias de evento, para mostrar aqui por dentro da CCXP. Já dizia Deadpool, a segunda vez é sempre melhor! 

Confere só: 


07 de dezembro de 2018

Universo dos Cosplays, do imaginário à experiência real

Universo dos Cosplays, do imaginário à experiência real

A Comic é uma feira feita para quem gosta de cultura pop e os cosplays estão entre as grandes atrações

Sabe aquele personagem que você tanto gosta? O que você faria se encontrasse com ele? Se isso é impossível? Não, não é! Principalmente quando se está dentro da Comic Con Experience (CCXP). A Comic é uma feira feita para quem gosta de cultura pop. O evento é palco para a indústria do entretenimento e traz atrações e novidades sobre o mundo dos vídeos-games, séries, história em quadrinhos, filmes e produções da TV brasileira. Mas, uma das grandes atrações são os Cosplays.

Cosplay são pessoas que se fantasiam de personagens e não apenas com uniformes, nisto também está incluso a linguagem corporal de cada um. Na CCXP há Cosplays para todas as idades e todos os gostos, e quando digo todos, realmente são todos, o que não falta é criatividade. 

Algumas fantasias são simples, outras são bem mais elaboradas, depende muito do personagem. Por exemplo, para esta edição do evento,  Wellington Oliveira escolheu fazer um cosplay do Homem de Ferro, com direito a uma armadura feita com papelão e fibra de vidro. O participante explica que foram mais de 25 dias até a fantasia estar pronta. "É o personagem que eu mais gosto, então não podia ser outro. Deu sim um pouco de trabalho, tive ajudinha dos amigos. No final compensa demais, a recepção do público é boa. É gratificante", afirma. 

Um dos Cosplays que é sempre destaque e que nunca falta é o do amigo da vizinhança, o Homem Aranha. E quem conversou com a gente foi o Laurinei Barros, que aproveitou a oportunidade para homenagear  Stan Lee, quadrinista criador do personagem que faleceu no mês passado. 

"Assim que decidi vir, já sabia que viria de Homem Aranha, eu trabalho com isso, sou cosplay dele há mais de um ano. Só que dessa vez eu fiz umas mudanças, adicionei o terno, como homenagem ao meu criador que tanto fará falta, o Stan Lee. Mas, é muito legal sabe essa experiência. É bom tanto pra gente que faz, quanto para o público que vê e tira foto", conta. 

Não posso ficar apenas em palavras. Então, escolhi alguns cosplay do primeiro dia para mostrar aqui e sairmos do imaginário para contemplação real.


04 de dezembro de 2018

'O beijo no asfalto': Um novo olhar sobre um velho problema

'O beijo no asfalto': Um novo olhar sobre um velho problema

A produção é baseada na obra de Nelson Rodrigues e marca a estreia de Murilo Benício como diretor

Um beijo foi o suficiente para mudar a vida de uma família, ou melhor, de mexer com toda a estrutura de uma sociedade. Mas não um beijo qualquer, e sim um beijo entre dois homens em 1960, em plena avenida pública, sendo que um deles acabou de ser atropelado e está a poucos segundos de morrer. Não entendeu? Pois vamos lá! 

Este é o cenário em que se desenvolve 'O beijo no asfalto', texto originalmente escrito por Nelson Rodrigues para uma peça de teatro, encomendado por Fernanda Montenegro, grande nome da teledramaturgia brasileira, por volta dos anos 1960. Hoje a história é base para o filme, que leva o mesmo nome, dirigido pelo ator Murilo Benício.

Baseado na obra de Nelson Rodrigues, o filme marca a estreia de Murilo Benício como diretor. Foto: Geici Mello

Baseado na obra de Nelson Rodrigues, o filme marca a estreia de Murilo Benício como diretor. Foto: Geici Mello

Gravado todo em preto e branco e com um elenco de peso, incluindo a própria Fernanda Montenegro, o filme narra a história de Jurandir, um funcionário público que vê um homem ser atropelado e, ao se aproximar para ajudá-lo, resolve atender seu último pedido em vida, que lhe conceda um beijo. 

Movido de compaixão por toda a situação, Jurandir resolve beijar o 'quase defunto'. A cena é vista por várias pessoas, incluindo seu sogro Aprígio e um jornalista sensacionalista. E é aí que começa toda a confusão! Ou melhor, todo o desenrolar da história. Quando todo mundo começa a se questionar o porquê do beijo. Será Jurandir o culpado pela morte do homem? Ou eles eram amantes? 

O diretor Murilo Benício esteve em Teresina para divulgar o filme. foto: Geici Mello

Apesar de ter sido escrito a cerca de 58 anos atrás, o texto trás em sua história temas bem atuais, um deles é a "fake news", atrelado ao sensacionalismo para vender informação. A história ainda aborda temas como: preconceitos, aborto e assédio moral e sexual. 

Nessa produção, que tem a direção e o roteiro assinado por Murilo Benício, vemos uma nova releitura de um velho problema. A trama é muito bem construída e prende o espectador do início ao fim. Nesta produção é possível notar o quanto os detalhes fazem bem a diferença no produto final. Contrastes entre o velho e o novo, entre os anos de 1960 e 2018, nos fazem refletir sobre os problemas sociais, que não são coisas deste tempo e sim de muitos anos atrás.

Com sucesso, creditado a toda equipe (pelo próprio diretor, Murilo Benício) este filme é muito mais do que uma simples repetição do mesmo. É um convite ao entender o que é arte. 

* Oficialmente, o filme estreia nesta quinta-feira (06) nos cinemas de todo o país.

29 de novembro de 2018

Uma conversa sobre entrevistar o Todo-Poderoso

Uma conversa sobre entrevistar o Todo-Poderoso

Com uma xícara de café na mão e com direito a duas pitadas de spoiler.

Nas últimas semanas estreou o filme “Entrevista com Deus”. Na trama o jornalista Paul Asher acabou de voltar de uma cobertura de guerra no Afeganistão e está tentando organizar sua vida e casamento.

Em meio a procura por uma grande matéria, Paul encontra um homem que afirma ser Deus e que tem a resposta para qualquer pergunta que o jornalista possa ter. Apenas três encontros em três dias, com meia hora de duração e em três lugares diferentes, assim é o encontro do jornalista com o homem que diz ser Deus e o “pano de fundo” da história. 


Entrevista com Deus. Foto: Divulgação

A principio o filme começa de forma enigmática dentro de um avião. O personagem principal é apresentado em meio a conflitos internos e em seu casamento, após voltar de uma guerra no Afeganistão, onde presenciou a morte e o enterro de vários soldados. 

A frase que eu usaria para definir essa produção seria, “nem tudo que parece é”. Não tão clichês, entrevista com Deus é um filme de detalhes e que o desfecho final é impactante, e não, não é hipérbole. 

Nos primeiros minutos, pode até parecer mais do mesmo. Em certos momentos parecem ser duas narrativas conjuntas de algo real e algo sobrenatural, como se o personagem principal estivesse em coma ou delirando. Mas como disse, nem tudo que parece é. 


Entrevista com Deus. Foto: Divulgação

Entrevista com Deus é um filme que trata sobre depressão, suicídio, fé e salvação e não fica apenas nisto. No desfecho final percebe-se todas as peças se encaixando montando um quebra-cabeças impressionante. O que me lembra o final do filme Beleza Oculta (2017), protagonizado pelo ator Will Smith.

Na trama também alerta ao espectador o perigo de não tratar conflitos internos, onde isso pode levar a depressão, ansiedade e impulsionar ideais suicidas. Momentos de grande tensão podem provocar sérios problemas mentais e físicos se não forem tratados. E no fim, fica a reflexão de que o amor é uma grande e poderosa arma, de livre acesso, que deveria ser mais usada. 


13 de novembro de 2018

Stan Lee #07: O adeus ao amado humano dos quadrinhos

Stan Lee #07: O adeus ao amado humano dos quadrinhos

Esse é um tipo de post que quase ninguém gosta de ter que fazer. Do tipo para dar adeus.

Os fãs de história em quadrinhos e cinema foram surpreendidos na tarde de ontem (12) com a notícia do falecimento de Stan Lee, o quadrinista por trás de grande parte dos heróis da Marvel. Segundo o site TMZ, Stan foi levado ainda pela manhã ao hospital e devido a complicações não resistiu, falecendo na tarde desta segunda-feira. 


Foto: Reprodução

Sobre o clichê “nem todo herói usa capa”, poderia ser facilmente aplicado a Stan Lee. Não tinha capa, possuía uma caneta e um dom. O quadrinista marcou gerações com a criação dos mais célebres super-heróis da Marvel Comics, se tornando um ícone da indústria do entretenimento. Stan, que não foi apenas quadrinista, mas editor e diretor da Marvel, cativou ainda mais os fãs quando decidiu integrar o universo cinematográfico dos heróis. Sua primeira aparição foi em X-Men (2000) e a mais recente foi em Venom (2018). 

Além dos filmes com selo da Marvel Comics, Lee apareceu em outras séries, como Big Bang Theory e em animações como Big Hero e Jovens Titãs em Ação (sim, da concorrente DC Comics).


Os Jovens Titãs em Ação. Foto: Divulgação

Os primeiros heróis criados pelo quadrinista foi o Quarteto Fantástico. Porém, em seu currículo estão muitos outros, como Homem-Aranha, X-Men, Homem de Ferro, Thor (versão da Marvel), Hulk, Vingadores (ideia da reunião dos super-heróis), Demolidor, Justiceiro, dentre tantos outros.

Stan Lee era conhecido não apenas por sua genialidade, mas também por seu carisma e carinho com os fãs. Em suas redes sociais, sempre postava vídeos para dialogar com seus seguidores. Seja nas feiras de entretenimento (Comics Con) ou nas pré-estreias dos filmes, ele era uma das estrelas mais aguardadas pelo público e quase sempre fazia questão de estar presente nos eventos. 


Stan Lee na pré-estreia de Dr. Estranho. Foto: Divulgação

No início deste ano, Stan teve sérios problemas de saúde, como uma grave pneumonia que o fez cancelar participações em Comics Con. Em abril, os irmãos Russos, diretores de Vingadores, afirmaram que Stan apareceria ainda em pelo menos três filmes da Marvel. Isto significa dizer que ainda veremos o querido quadrinista em Vingadores 4 e possivelmente em Capitã Marvel, ambos previstos para estrear em 2019. 

Mas, chegou a hora de dar tchau. Stan Lee nos deixou nesta segunda (12), mas as suas obras o farão eterno. Enquanto tento finalizar este parágrafo, me lembro do filme Coco - A vida é uma festa (que nada tem a ver com o quadrinista, mas sim com o momento), em uma frase de um dos personagens que diz “Ainda que eu tenha que viajar para longe, se lembre de mim”.  Ninguém quer dizer adeus, a gente nem sabe como fazer. Mas, aprenderemos a nos acostumar com esta nova realidade. 

 “Só há um que é todo-poderoso, e sua grande arma é o amor”. Excelsior

O chargista Jota A. do Jornal O DIA homenageou o quadrinista na edição desta terça-feira (13). Foto: Reprodução/ODIA

12 de novembro de 2018

Toy Story 4 e as mudanças na história dos ex-brinquedos do Andy

Toy Story 4 e as mudanças na história dos ex-brinquedos do Andy

O primeiro teaser, pôster e sinopse foram divulgados hoje (12), pela Disney.

A Disney lançou nesta segunda-feira (12) o teaser, a sinopse e um pôster oficial de Toy Story 4, isso mesmo, Woody, Buzz e os outros brinquedos mais queridos do mundo estão retornando as salas de cinema. A previsão para a estreia da animação é 21 de junho de 2019. 

Com um fundo musical nostálgico, o vídeo de aproximadamente um minuto e 26 segundos, nos mostra os brinquedos em uma ciranda em câmera lenta. Um detalhe chama atenção, um novo brinquedo integra esta roda. Quando ele percebe onde está, logo começa a confusão. 

Na junção da música dos anos 60 e o pôster solitário do Woody, não demorou muito para que o filme estivesse entre os assuntos mais comentados do twitter. 


Primeiro poster oficial do Toy Story. Foto: Divulgação/Disney

Segundo a sinopse oficial liberada pela Disney, “Woody sempre esteve confiante em seu lugar no mundo e que sua prioridade é cuidar de seu filho, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado "Forky" ao seu quarto, uma aventura de estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo”.

De acordo com o diretor da animação, Josh Cooley, em comunicado à imprensa, Toy Story 4 não está diretamente ligado aos filmes anteriores. “A trilogia anterior tratava-se da história de Woody com Andy. Mas assim como na vida, todo final é um novo começo. Woody agora está em uma nova sala, com novos brinquedos e uma nova criança”, afirmou. 


Cena do novo teaser. Foto: Divulgação

O que esperar? 

No twitter, a previsão dos internautas é que a animação será um dos filmes mais tristes da franquia, superando o Toy Story 3 e a cena de despedida do Andy e dos brinquedos. 

“Nessa primeira cena do teaser tudo parece feliz depois vai desmoronando, EU TO COM MEDO DO QUE PODE ACONTECER”, declarou uma internauta. “Toy Story 4 é sobre um Spork chamado Forky ter uma crise existencial, porque uma criança descuidadamente concedeu-lhe a senciência por colagem olhos para ele”, comentou outro fã. 

Nos baseando no trailer e no que já conhecemos dessa turma, uma certeza temos, confusão e muitas aventuras não irão faltar. 

Confira o novo teaser da animação: 


31 de outubro de 2018

Suits, oitava temporada: o terno que falta

Suits, oitava temporada: o terno que falta

Após sete anos acompanhando os casos e caos da Donna, Harvey, Mike e Louis é preciso calma para lidar com algumas mudanças na história.

Suits (Homens de terno) entra em seu oitavo ano. A produção é uma das principais atrações do canal USA Network e distribuída pela Netflix. Nesta nova temporada, o desafio da série é lidar com a ausência de um dos personagens, que anteriormente, era o protagonista da série. 

Na temporada anterior, duas cadeiras do elenco ficaram vagas, isto por que o ator Patrick J. Adams, que interpretava Mike Ross parceiro de Harvey Specter (Gabriel Match) deixa a série. Quem também se despede é a atriz Meghan Markle, que agora compõe a realeza britânica como esposa do príncipe Harry.


Harvey Specter e Mike Ross. Foto: Reprodução

O principal cenário onde a história da série é contada é um escritório de advocacia em Nova York. Ao lado de Mike e Harvey, temos Donna (Sarah Rafferty) e Louis (Rick Hoffmann), que compõe o núcleo principal da história. 

A oitava temporada tem início adaptando ao público as novas histórias. Para compensar a saída de dois personagens, a produção integra mais quatro, sendo que, três eram personagens secundários, ou seja, não faziam parte do elenco regular e como estreante temos a atriz Katherine Marie Heigl, conhecida popularmente por atuar em Greys Anatomy. 

Mas, veja bem. Foram sete anos acompanhando os casos e os caos resolvidos pela dupla dinâmica de advogados Harvey e Mike, com sua brilhante memória fotográfica e é neste ponto que a produção fica desafiava, fazer com o espectador desapegue do personagem. 


Elenco principal da oitava temporada. Foto: Divulgação/USA Netwok

Ao longo dos dez novos episódios vemos Harvey lutando com ele mesmo para entender que o Mike não está mais na firma e que ele não voltará, aparentemente. A lembrança do personagem está presente durante em toda a temporada, o que não ocorre também com a personagem Rachel, da atriz Meghan Markle, de início se entende que ela saiu e vez ou outra é lembrada pelo seu pai na trama Robert Zane (Wendell Pierce), que é um dos três que se tornaram personagens regulares. 

Por outro lado, Donna e Louis ganham mais espaço na tela e aí podemos dizer que está um dos pontos positivos. A mudança fictícia na empresa de advocacia reflete, em partes, a mudança de elenco e na produção da série. Donna ganha voz não apenas para Harvey, mas para toda empresa. Louis aparece mais amadurecido.

Por fim, mesmo estando em seu oitavo ano, com cerca de 118 episódios no total, a série nem perdeu o ritmo e nem ficou enfadonha. É perceptível que houve uma dosagem em o que colocar e o que tirar, e considero que foi na medida exata. Apesar de Mike Ross ter dito adeus na temporada anterior, talvez só conseguiremos dizer adeus após esse oitavo ano, de fato, pois até então ele era o terno que faltava. 

O que acontecerá daqui pra frente com os advogados mais "massas" (desculpa concorrentes rs) de Nova York? Só os próximos episódios dirão.


16 de outubro de 2018

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

Na segunda temporada da série os personagens femininos ganham maior destaque na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano.

A Netflix oficializou o cancelamento da série Punho de Ferro (Iron Fist), produzida em parceria com a Marvel Studios. Há poucas semanas atrás a plataforma de streaming lançou a segunda temporada da série e na última sexta-feira (12) confirmou que não haverá um terceiro ano para o Punho. Neste segundo ano o destaque da série é protagonizado pelas personagens femininas, que com voz forte ganham espaço na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano. 

Como pano de fundo nesta temporada, temos Danny Rand (Finn Jones) com a missão de cuidar de Nova York, visto que Matt Murdock resolveu se ausentar (consequência da segunda temporada de Demolidor e Os Defensores). Neste combate, ao seu lado está Colleen (Jéssica Henwick), ex-integrante do tentáculo (organização criminosa) e ex-professora de Kung Fu, com quem forma par romântico desde o primeiro ano. 

Para completar o cenário, Crane Monther, amigo de infância de Danny, está atrás de recuperar o que ele diz ser seu por direito, o que acaba se tornando uma ameaça não apenas para Danny e Collen, mas para toda a cidade. Neste ponto, temos o retorno de outro personagem, a policial Misty Knight (Simone Missick), que é um ponto importante para a história. E no meio disso tudo, temos ainda o conflito familiar entre Joy (Jessica Strup) e Ward (tom Pelphrey).

Em meio a tantas histórias acontecendo ao mesmo tempo, os conflitos internos de Danny Rand, detentor do Punho de Ferro, acabam enfraquecendo o personagem e o deixando em segundo plano, o que é bastante estranho. Isto é narrado no decorrer dos dez episódios da segunda temporada. 

Neste ano, Collen tem pistas de sua família e decide investigar. Ao mesmo tempo, ela ajuda Danny a lidar com seus problemas e ainda é voluntária em uma ONG, visto que decidiu deixar de ser professora de Kung Fu no fim da primeira temporada. O que dobra o espaço de tela e fala da personagem. Quem também marca presença e atua ao lado de Collen é a policial Misty, que se torna parte importante para o desenvolver o enredo da série.


Misty e Collen. Foto: Reprodução

Outro destaque dessa temporada é o retorno de Joy. A irmã de Ward e Danny está de volta a cidade após recuperar-se da morte do pai, ao qual achava estar morto. Ela decide romper com os irmãos e abrir seu próprio negócio. Com elegância e sem esforço aparente a personagem se destaca em meio à guerra e mostra a que veio. 

Alguns meses atrás, em plena Comic Con de San Diego, escrevi neste mesmo blog sobre as promessas feitas pelos produtores da série na tentativa de melhorar os erros cometidos na primeira temporada.  Pois bem, terminada a segunda temporada vamos aos fatos vistos.

Em resumo algumas promessas feitas foram cumpridas, outras nem tanto. Punho de Ferro também traz algumas surpresas, mas diria que não o bastante para dar “o folego” animador que a serie estava precisando. Em termos de possibilidade, é bem provável que o personagem apareça nas outras séries na qual sua história está ligada, que pode ser Demolidor, Jéssica Jones, Luke Cage ou num futuro próximo, em uma segunda temporada de Os Defensores.

Não se sabe ao certo o motivo do cancelamento da série. Segundo o comunicado emitido e assinado pela Marvel e Netflix, “Ainda que a série tenha acabado na Netflix, o imortal Punho de Ferro irá seguir”. Se isso significa que teremos a série na futura plataforma de streaming da Disney, não podemos afirmar. Mas, como o próprio personagem sugere em uma certa cena dessa temporada “todo fim gera um novo começo e todo começo caminha para um fim”. 


Imagem utilizada para a despedida da série pelo ator Finn Jones. Foto: Reprodução/Instagram

28 de setembro de 2018

A Primeira Noite de Crime: saciando, por um momento, o instinto de violência

O quarto filme da franquia estreou na última quinta-feira (27) e vem mostrando como tudo começou.

Imagine um lugar onde tudo é permitido. Sem policiais ou regras, onde você tem 12 horas para cometer qualquer tipo de crime (roubos, homicídios, invasões de privacidade) sem nenhum risco de “pagar” legalmente por seus atos e onde seu único desafio é amanhecer vivo. Assim é o cenário do filme “A primeira noite de um crime”, que estreou nos cinemas na última quinta-feira (27).

A produção nos mostra como se deu a origem da saga, que contém outros três filmes antecessores, Uma noite de crime: Anarquia, Uma Noite de Crime e 12 horas para sobreviver - O ano da eleição. Na linha narrativa, os eventos narrados nestes filmes vieram depois.


O filme é o quarto da franquia. Foto: Divulgação. 

Tá parecendo meio confuso? Eu explico. Sem spoiler, claro. Tudo começa com um plano do Governo dos Estados Unidos, a intenção é diminuir a taxa de criminalidade para menos de 1%. Para conseguir tal feito, o governo dá 12 horas para população fazer o que quiser. Nesse tempo, as delegacias e batalhões de polícia e os hospitais não funcionam. 

A ideia principal é que, se a população tiver um dia para liberar toda sua raiva, o resto do ano será mais tranquilo. Nem todo mundo é obrigado a participar desse ritual, tido como purificação, mas todo mundo é desafiado a sobreviver. 

Diferente dos outros filmes da saga, neste nos é apresentado o começo de tudo. A escolha da cidade-teste e de como o ideal de violência se perpetuou no país. A noite que mudou a história da América e que explicaria os três eventos posteriores. 

A Primeira Noite de Crime, filme com classificação para maiores de 18 anos, não economiza nas cenas sangrentas, que dão ênfase a violência e ao nível de agressividade da população nas 12 horas “sem censura”. Como o próprio filme sugere, é uma noite para desafiar crenças e que definirá o futuro do país. 

Mas, a questão é, e quando o sol nascer, quem restará para contar história? Poderosos que tem o melhor armamento e esconderijo seguro ou a população que sabe se virar com o que tem? Violência é a melhor solução? Ficam aí os questionamentos.


13 de setembro de 2018

Fake News e o possível abandono de Henry Cavill do papel de Superman

Fake News e o possível abandono de Henry Cavill do papel de Superman

A notícia da saída do ator foi veiculada ainda pela manhã desta quarta-feira (12), pelo site The Hollywood Reporter (THR) e não demorou muito para viralizar na web.

Um rumor publicado pelo The Hollywood Reporter (THR), nesta quarta-feira (12), agitou as redes sociais e os principais sites mundiais de entretenimento. Segundo o THR, uma fonte da Wanner Bros. Studios garantiu que Henry Cavill estaria deixando o papel de Superman, ocupado por ele desde “O Homem de Aço” (2013). 

De acordo com a matéria do THR, o motivo da saída seria conflito de agendas de Henry, além de problemas com o filme “Shazam”, onde o ator faria uma participação. Não demorou muito para que a notícia viralizasse e começassem as especulações de quem seria o escolhido para assumir a capa vermelha do herói. O principal nome para substituto foi o de Michael B. Jordan (Pantera Negra- 2018). 


Michel B. Jordan e Henry Cavill. Fotomontagem: Reprodução

Ao longo do dia, várias matérias com as mais diversas teorias foram veiculadas na mídia nacional e internacional. Contudo, o principal nome da história, o ator Henry Cavill, se pronunciou apenas no fim da noite, por meio das redes sociais.  

Sem deixar a zoeira de lado, o ator publicou um vídeo no Instagram com a seguinte legenda, “Today was exciting (Hoje foi emocionante) #Superman”. Na cena, Henry aparece vestindo uma camisa com nome Krypton (planeta de origem do Superman). Além disto, ele segura uma caixa com um boneco do herói. O mais curioso é que na lateral aparece um adesivo da Pantera Negra, filme do qual Michel B. Jordan (possível sucessor) integra o elenco. 

O vídeo, que tem cerca de 25 segundos, já foi visualizado por quase dois milhões e meio de pessoas e conta com mais de 39 mil comentários. 


Henry postou o vídeo em sua conta no Instagram. Fotomontagem: ODIA

Algumas horas antes, a empresária do ator se pronunciou por meio do twitter acalmando os fãs. “Fiquem em paz. A capa ainda está em seu armário. Wanner continua sendo nossa parceira”, tuitou Dany Garcia. 

A Wanner Bros. também se pronunciou sobre o assunto. Sem afirmar ou negar algo, o Studio afirmou apenas que nenhuma decisão foi tomada sobre os próximos filmes do Superman e que a empresa tem respeito e um bom relacionamento com Henry Cavill. 

Henry  teve uma boa receptividade como Superman. Desde sua aparição em “O Homem de Aço” o ator conquistou os fãs, que até hoje aguardam a sequência do filme. Uma troca de atores significaria um novo filme, uma nova versão da história. Levando em consideração o ditado que diz que “em time que está ganhando não de mexe”, a ideia de um reboot, no momento, não é muito agradável. 


Filmologia do Superman. Foto: Reprodução/Google

10 de setembro de 2018

As telefonistas: um olhar sobre a terceira temporada

As telefonistas: um olhar sobre a terceira temporada

Em seu terceiro ano, a série traz de forma mais detalhada as relações familiares de cada uma das quatro protagonistas.

Um verdadeiro casos de família, assim defino a terceira temporada de Las Chicas del Cable (As telefonistas). Na última sexta (07), foram disponibilizados os oito novos episódios do terceiro ano da série espanhola. Preciso avisar do risco de se encontrar spoilers nos próximos parágrafos, contudo, prometo usá-los de forma moderada.

Em seu terceiro ano, a série trás de forma mais detalhada as relações familiares de cada uma das quatro protagonistas. Ángeles, Carlota, Lidia e Marga tem de lidar com conflitos que nem sabiam existir. Mentiras, confusões e mortes norteiam a história, que, como dito anteriormente, se desenrola em oito episódios de aproximadamente 45 minutos cada.


Foto: Divulgação/Netflix

Se posso adiantar algo, é que: Lidia decide de vez com quem deseja ficar (Carlos ou Francisco, eram suas opções). Ángeles ganha destaque na sua luta e é surpreendida por seus pais. Marga casa com Pablo e descobre que casamento não é só flores. Ángeles acaba tendo que fazer uma difícil escolha para se livrar da prisão. A companhia telefônica sofre severas turbulências.

Ressalto ainda que o toque de novela mexicana deixa essa nova temporada um tanto quanto interessante. Em algumas cenas é possível lembrar a trilha sonora de a Usurpadora (tanananam).  Outro ponto positivo é a dinâmica das histórias, que não é lenta demais e leva o espectador a não esperar nem os dez segundos entre um episódio e outro.

Neste novo ano, somos apresentados a novos personagens, que chegam com grande importância na história. Sobre o fim desta temporada só posso alertar, se prepare para fortes emoções e se possível tenha um lenço a tira colo (só para garantir!).


Carlota, Lidia, Marga e Àngeles conduzem o núcleo principal da trama. Foto: Divulgação/Netflix

As telefonistas

A série é ambientada em Madrid, no ano de 1928. O cenário principal da trama é a companhia telefônica dos Del La Fuentes, um novo segmento na capital que une Lidia, Marga, Carlota e Ángeles, quatro mulheres distintas que tem seus caminhos cruzados ao se tornarem telefonistas.

Muito mais que mostrar o começo da popularização das telecomunicações, a série trata ainda o papel social das mulheres da época. Nesse ponto acompanhamos o cotidiano das quatro protagonistas e as relações com suas respectivas famílias.

Confira um teaser da terceira temporada: 

27 de agosto de 2018

As Branquelas: filme completa 14 anos de lançamento

As Branquelas: filme completa 14 anos de lançamento

o longa é considerado um nome de peso da comédia mundial. Ainda hoje os fãs aguardam uma continuação da história protagonizada pelos irmãos Wayans.

Sucesso na comedia mundial, 'As Branquelas' completa nesta segunda (27), 14 anos de lançamento. O filme conquistou o público com a história de dois agentes do FBI, que para não perder o emprego, se veem obrigados a assumirem o lugar das irmãs Brittany e Tiffany Wilson. Durante um fim de semana inteiro os agentes se infiltram na Hi Society americana, o que rende confusões e muitas risadas para o público. 


Shawn e Marlon Wayans em 'As Branquelas'.Foto: Reprodução

A bilheteria do filme totalizou em US$ 113 milhões. Com gasto de US$ 37 milhões, o longa conta com a direção de Keenan Ivory Wayans, irmão dos astros Marlon e Shawn Wayans, protagonista de As Branquelas. Anteriormente, o trio trabalhou junto na franquia ‘Todo Mundo em pânico’ (2000-2003). 

Não poderia deixar de mencionar um dos ícones de ‘As Branquelas’, o ator Terry Crews que dá vida a Latrell Spencer. Na comédia, o ex-esportista milionário fica interessado em uma das irmãs Wilson, o que ele não imaginava é que a versão loira que chamou sua atenção na verdade era um agente do FBI disfarçado. Um ano após o lançamento filme, Terry estrelou ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, sitcom de grande sucesso no Brasil até os dias de hoje. 

Foto: Reprodução/Tumblr

Outro ponto a mencionar, é a trilha sonora do filme, com destaque para ‘A Thousand Miles’ da cantora Vanessa Carlton. A canção ganhou várias versões, incluindo a da piauiense Stefhany Sousa, conhecida no Estado como ‘Stefhany Crossfox’, devido a paródia que viralizou no país. 'Crazy in love',  da Beyoncé, foi o hit que marcou a famosa batalha de dança das personagens no meio de uma boate. 

O sucesso do filme foi tanto que ainda hoje os fãs esperam uma continuação. No inicio deste ano, surgiu um rumor de que o segundo filme estaria em fase de produção, não demorou muito para que os fãs lotassem de comentários as redes sociais de Marlon Wayans, pedindo uma confirmação. O ator respondeu apenas que ele e os co-criadores estariam em negociações. 


20 de agosto de 2018

Netflix e uma aposta em adaptações cinematográficas

Netflix e uma aposta em adaptações cinematográficas

Sobre "Para todos os garotos que já amei" e "A barraca do beijo". Sem Spoiler.

“Para todos os garotos que já amei”, é o recente lançamento da Netflix. O filme, baseado no livro homônimo da escritora americana Jenny Han, foi liberado na plataforma de streaming na última sexta-feira (17) e em menos de 24 horas passou a ser um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

O filme nos leva a acompanhar a história de Lara Jean, uma adolescente que tem dificuldades em revelar seus sentimentos diretamente para os garotos que se interessa e decide então escrever cartas de amor secretas, como um modo de desabafar. Tudo muda quando essas cartas chegam nas mãos dos cinco garotos que ela já gostou em toda sua vida.


Foto: Reprodução

Os comentários sobre o filme, em sua maioria positivos, revelaram a boa receptividade ao filme. Um dos pontos a se destacar é o ‘ship’ (gíria usada para quando você acha que duas pessoas dão certo e quer vê-las juntas), formado pelo casal protagonista interpretados por Lana Condor (Lara Jean) e Noah Centineo (Peter Kavinsky). Não demorou muito para que várias cenas e fotos dos dois juntos com frases do filme circulassem na web. 

Outra aposta destaque na plataforma de streaming foi ‘A barraca do Beijo’, filme baseado no livro homônimo da escritora britânica Beth Reekles. Lançado em maio de 2018, a produção conta a história de Elle e Lee, que são melhores amigos desde que nasceram e tem uma lista de regras, só para garantir a ordem. A amizade deles pode ser abalada quando Elle se aproxima de Noah, o irmão mais velho de Lee.


O livro ganhou uma nova edição com a capa do filme. Foto: Divulgação

O sucesso foi tanto que logo surgiram fóruns na internet pedindo um segundo filme (não posso comentar muito pois esse é um post sem spoiler). O casal protagonistas Joey King (Elle) e Jacob Elordi (Noah), também ganharam destaque ao interpretar os personagens da adaptação. Após as gravações os dois assumiram o namoro e ganharam fã clubes que apoiam o relacionamento.

Qual será a formula para agradar o público? Serão os atores que dão vida aos personagens 'shipaveis'? Será o fato de ser uma adaptação cinematográfica combinado com uma boa produção? Uma boa pesquisa de campo? No fundo, acho que é a combinação de tudo isso. As vezes, tudo que queremos é sentar, assistir e relaxar. Não é todo dia que queremos consumir algo complexo e com vários quebra-cabeças. No fundo, no fundo, todo mundo (se não a maioria) gosta de um filme 'café com leite'. 

13 de agosto de 2018

Com nove vitórias, Riverdale é destaque em premiação americana

Com nove vitórias, Riverdale é destaque em premiação americana

Apesar de ter estreado em 2016, a série conquistou grande audiência em sua segunda temporada ao ser adicionada ao catálogo da Netflix, se tornando a queridinha do público jovem.

Realizado neste domingo (12), o Teen Choice Awards 2018 premiou as melhores produções com foco no público jovem, incluindo cinema, TV, música e internet. O evento aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Riverdale foi o destaque da noite, sendo premiada em nove categorias. Dentre as vitórias estão, o de melhor série de drama, ator de drama (Cole Sprouse), atriz de série de drama (Lili Reinhart), estrela revelação de TV (Vanessa Morgan), vilão de TV (Mark Consuelos), rouba a cena (Vanessa Morgan), cena de chilique (Madelaine Petsh), beijo de série (Cole Sprouse e Lili Reinhart) e melhor ship (casal) de Tv (Cole sprouse e Lili Reinhart). 

Foto: Reprodução

Riverdale é uma série americana, baseada nas histórias em quadrinhos da Archie Comics. Veiculada pela The CW Television, a adaptação estreou em 2016. A série chegou timidamente, mas em 2017, no seu segundo ano alcançou a grande audiência. Um dos pontos favoráveis para isso, foi a inclusão da série no catálogo da Netflix. 

A série também marca o retorno do ator Cole Sprouse, que inclusive ganhou três dos nove prêmios por Riverdale no Teen Choice 2018. O ator ganhou ainda o título de Gato do Ano na premiação. Ao lado do irmão gêmeo, Dylan Sprouse, Cole iniciou sua carreira ainda na infância. A primeira aparição dos irmãos foi em ‘O paizão’ (1999), onde atuaram ao lado de Adam Sandler. Cole estava fora da TV desde 2011, ano em que foi ao ar a última temporada de Gêmeos Abordo, seriado da Disney onde atuava ao lado de seu irmão. 

Cole e Dylan Sprousse. Foto: Reprodução

Em um breve um resumo, Riverdale narra a história dos moradores de Riverdale, que são surpreendidos com a misteriosa morte de Jason Blossom, um querido jovem da região. Archie Andrews se vê impactado pela morte inesperada de Jason e decide se dedicar a viver a vida, incluindo se dedicar a sua carreira musical. No entanto, essa não será uma tarefa fácil. Apesar de parecer uma cidade pacata, Riverdale esconde muitos mistérios. 

A série segue para seu terceiro ano, com previsão de estreia para outubro. 

Outras premiados

Entre os outros premiados, podemos destacar ainda os nove prêmios da Disney. Com Vingadores: Guerra Infinita, o estúdio ganhou melhor filme de ação, ator de filme de ação (Robert Downey Jr.), atriz de filme de ação (Scarlett Johansson). Nas vitórias estão incluídos ainda, filme de ficção científica (Pantera Negra), Melhor vilão do cinema (Michael B. Jordan - Pantera Negra), ator de filme de ficção cientifica (Chris Hemsworth, Thor: Ragnarok), filme de fantasia (Viva- A vida é uma festa) e ator de filmes de fantasia (Anthony Gonzalez). 

Confira os principais vencedores (TV e cinema) : 

Filme de Ação (#ChoiceActionMovie)

  • Vingadores: Guerra Infinita 

Liga da Justiça

Maze Runner: A Cura Mortal

Círculo de Fogo: A Revolta

Tomb Raider: A Origem

Ator de Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActor)

Chris Evans – Vingadores: Guerra Infinita

Dylan O’Brien – Maze Runner: A Cura Mortal

Henry Cavill – Liga da Justiça

John Boyega – Círculo de Fogo: A Revolta

  • Robert Downey Jr. – Vingadores: Guerra Infinita 

Tom Holland – Vingadores: Guerra Infinita

Atriz de Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActress)

Alicia Vikander – Tomb Raider: A Origem

Amy Adams – Liga da Justiça

Elizabeth Olsen – Vingadores: Guerra Infinita

Gal Gadot – Liga da Justiça

  • Scarlett Johansson – Vingadores: Guerra Infinita 

Zoe Saldana – Vingadores: Guerra Infinita

Melhor Vilão no Cinema

Adam Driver – Star Wars: Os Últimos Jedi

Aiden Gillien – Maze Runner: A Cura Mortal

Bill Skarsgärd – It: A Coisa

Cate Blanchett – Thor: Ragnarok

Josh Brolin – Vingadores: Guerra Infinita

Michael B. Jordan – Pantera Negra

Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovie)

  • Pantera Negra – VENCEDOR

Blade Runner 2049

Rampage: Destruição Total

Jogador Nº 1

Thor: Ragnarok

Ator de Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovieActor)

Chadwick Boseman – Pantera Negra

  • Chris Hemsworth – Thor: Ragnarok

Dwayne Johnson – Rampage: Destruição Total

Mark Ruffalo – Thor: Ragnarok

Ryan Gosling – Blade Runner 2049

Tye Sheridan – Jogador Nº 1

Atriz de Filme de Ação Científica (#ChoiceSciFiMovieActress)

Danai Gurira – Pantera Negra

  • Letitia Wright – Pantera Negra 

Lupita Nyong’o – Pantera Negra

Naomie Harris – Rampage: Destruição Total

Olivia Cooke – Jogador Nº 1

Tessa Thompson – Thor: Ragnarok

Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovie)

Uma Dobra no Tempo

  • Viva – A Vida é uma Festa 

Pedro Coelho

Star Wars: Os Últimos Jedi

Ator de Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActor)

  • Anthony Gonzalez – Viva – A Vida é uma Festa 

Gael García Bernal – Viva – A Vida é uma Festa

James Corden – Pedro Coelho

John Boyega – Star Wars: Os Últimos Jedi

Mark Hamill – Star Wars: Os Últimos Jedi

Oscar Isaac – Star Wars: Os Últimos Jedi

Atriz de Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActress)

  • Carrie Fisher – Star Wars: Os Últimos Jedi 

Daisy Ridley – Star Wars: Os Últimos Jedi

Mindy Kaling – Uma Dobra do Tempo

Oprah Winfrey – Uma Dobra do Tempo

Reese Witherspoon – Uma Dobra do Tempo

Storm Reid – Uma Dobra do Tempo

Filme de Drama (#ChoiceDramaMovie)

Um Lugar Silencioso

Sol da Meia Noite

Assassinato no Expresso do Oriente

  • O Rei do Show 

Verdade ou Desafio

Extraordinário

Ator de Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActor)

Hugh Jackman – O Rei do Show

Jacob Tremblay – Extraordinário

Leslie Odom Jr. – Assassinato no Expresso do Oriente

Patrick Schwarzenegger – Sol da Meia Noite

Timothée Chalamet – Lady Bird

  • Zac Efron – O Rei do Show

Atriz de Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActress)

Bella Thorne – Sol da Meia Noite

Daisy Ridley – Assassinato no Expresso do Oriente

Julia Roberts – Extraordinário

Lucy Hale – Verdade ou Desafio

Saoirse Ronan – Lady Bird

  • Zendaya – O Rei do Show 

Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovie)

Pai em Dose Dupla 2

Sexy por Acidente

Jumanji: Bem-Vindo à Selva

  • Com Amor, Simon 

Overboard

A Escolha Perfeita 3

Ator de Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActor)

  • Dwayne Johnson – Jumanji: Bem-Vindo à Selva 

Eugenio Derbez – Overboard

Jack Black – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Kevin Hart – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Mark Wahlberg – Pai em Dose Dupla 2

Will Ferrell – Pai em Dose Dupla 2

Atriz de Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActress)

Amy Schumer – Sexy por Acidente

Anna Faris – Overboard

  • Anna Kendrick – A Escolha Perfeita 3 

Hailee Steinfeld – A Escolha Perfeita 3

Karen Gillan – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Rebel Wilson – A Escolha Perfeita 3

Série de Drama (#ChoiceDramaTVShow)

Empire

Famous in Love

  • Riverdale 

Star

The Fosters

This Is Us

Elenco de Riverdale recebendo o prêmio. Foto: Divulgação

Ator de Série de Drama (#ChoiceDramaTVActor)

  • Cole Sprouse — Riverdale 

Freddie Highmore — The Good Doctor

Jesse Williams — Grey’s Anatomy

Jussie Smollett — Empire

K.J. Apa — Riverdale

Sterling K. Brown — This Is Us

Atriz de Série de Drama (#ChoiceDramaTVActress)

Bella Thorne — Famous in Love

Camila Mendes — Riverdale

Chrissy Metz — This Is Us

  • Lili Reinhart — Riverdale 

Maia Mitchell — The Fosters

Ryan Destiny — Star

Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVShow)

iZombie

  • Shadowhunters: The Mortal Instruments 

Stranger Things

Supernatural

The 100

The Originals

Ator de Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActor)

Bob Morley — The 100

Dominic Sherwood — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Finn Wolfhard — Stranger Things

Gaten Matarazzo — Stranger Things

Joseph Morgan — The Originals

  • Matthew Daddario — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Atriz de Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActress)

Eliza Taylor — The 100

Emeraude Toubia — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Katherine McNamara — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Lana Parrilla — Once Upon a Time

  • Millie Bobby Brown — Stranger Things 

Rose McIver — iZombie

Série de Ação (#ChoiceActionTVShow)

Arrow

Gotham

Lethal Weapon

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Supergirl

  • The Flash – 

Ator de Série de Ação (#ChoiceActionTVActor)

Chris Wood — Supergirl

Damon Wayans — Lethal Weapon

David Mazouz — Gotham

  • Grant Gustin — The Flash 

Lucas Till — MacGyver

Stephen Amell — Arrow

Atriz de Série de Ação (#ChoiceActionTVActress)

Caity Lotz — DC’s Legends of Tomorrow

Candice Patton — The Flash

Chloe Bennet — Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Danielle Panabaker — The Flash

Emily Bett Rickards — Arrow

  • Melissa Benoist — Supergirl 

Série de Comédia (#ChoiceComedyTVShow)

black-ish

Fuller House

Jane the Virgin

Modern Family

  • The Big Bang Theory 

The Good Place

Ator de Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActor)

Andy Samberg — Brooklyn Nine-Nine

Anthony Anderson — black-ish

Elias Harger — Fuller House

Hudson Yang — Fresh Off the Boat

  • Jaime Camil — Jane the Virgin 

Rico Rodriguez — Modern Family

Atriz de Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActress)

America Ferrera — Superstore

Candace Cameron Bure — Fuller House

  • Gina Rodriguez — Jane the Virgin 

Kristen Bell — The Good Place

Sarah Hyland — Modern Family

Yara Shahidi — blackish, grown-ish

Série de Animação (#ChoiceAnimatedTVShow)

Bob’s Burgers

Family Guy

  • Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir

Rick and Morty

Steven Universe

The Simpsons

Reality Show (#ChoiceRealityTVShow)

  • Keeping Up With the Kardashians 

Lip Sync Battle

MasterChef Junior

The Four: Battle for Stardom

The Voice

Total Divas

Série Retrô (#ChoiceThrowbackTVShow)

Dawson’s Creek

  • Friends

Gossip Girl

One Tree Hill

That ’70s Show

The Fresh Prince of Bel-Air





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