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Notícias Megazord

16 de outubro de 2018

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

Na segunda temporada da série os personagens femininos ganham maior destaque na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano.

A Netflix oficializou o cancelamento da série Punho de Ferro (Iron Fist), produzida em parceria com a Marvel Studios. Há poucas semanas atrás a plataforma de streaming lançou a segunda temporada da série e na última sexta-feira (12) confirmou que não haverá um terceiro ano para o Punho. Neste segundo ano o destaque da série é protagonizado pelas personagens femininas, que com voz forte ganham espaço na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano. 

Como pano de fundo nesta temporada, temos Danny Rand (Finn Jones) com a missão de cuidar de Nova York, visto que Matt Murdock resolveu se ausentar (consequência da segunda temporada de Demolidor e Os Defensores). Neste combate, ao seu lado está Colleen (Jéssica Henwick), ex-integrante do tentáculo (organização criminosa) e ex-professora de Kung Fu, com quem forma par romântico desde o primeiro ano. 

Para completar o cenário, Crane Monther, amigo de infância de Danny, está atrás de recuperar o que ele diz ser seu por direito, o que acaba se tornando uma ameaça não apenas para Danny e Collen, mas para toda a cidade. Neste ponto, temos o retorno de outro personagem, a policial Misty Knight (Simone Missick), que é um ponto importante para a história. E no meio disso tudo, temos ainda o conflito familiar entre Joy (Jessica Strup) e Ward (tom Pelphrey).

Em meio a tantas histórias acontecendo ao mesmo tempo, os conflitos internos de Danny Rand, detentor do Punho de Ferro, acabam enfraquecendo o personagem e o deixando em segundo plano, o que é bastante estranho. Isto é narrado no decorrer dos dez episódios da segunda temporada. 

Neste ano, Collen tem pistas de sua família e decide investigar. Ao mesmo tempo, ela ajuda Danny a lidar com seus problemas e ainda é voluntária em uma ONG, visto que decidiu deixar de ser professora de Kung Fu no fim da primeira temporada. O que dobra o espaço de tela e fala da personagem. Quem também marca presença e atua ao lado de Collen é a policial Misty, que se torna parte importante para o desenvolver o enredo da série.


Misty e Collen. Foto: Reprodução

Outro destaque dessa temporada é o retorno de Joy. A irmã de Ward e Danny está de volta a cidade após recuperar-se da morte do pai, ao qual achava estar morto. Ela decide romper com os irmãos e abrir seu próprio negócio. Com elegância e sem esforço aparente a personagem se destaca em meio à guerra e mostra a que veio. 

Alguns meses atrás, em plena Comic Con de San Diego, escrevi neste mesmo blog sobre as promessas feitas pelos produtores da série na tentativa de melhorar os erros cometidos na primeira temporada.  Pois bem, terminada a segunda temporada vamos aos fatos vistos.

Em resumo algumas promessas feitas foram cumpridas, outras nem tanto. Punho de Ferro também traz algumas surpresas, mas diria que não o bastante para dar “o folego” animador que a serie estava precisando. Em termos de possibilidade, é bem provável que o personagem apareça nas outras séries na qual sua história está ligada, que pode ser Demolidor, Jéssica Jones, Luke Cage ou num futuro próximo, em uma segunda temporada de Os Defensores.

Não se sabe ao certo o motivo do cancelamento da série. Segundo o comunicado emitido e assinado pela Marvel e Netflix, “Ainda que a série tenha acabado na Netflix, o imortal Punho de Ferro irá seguir”. Se isso significa que teremos a série na futura plataforma de streaming da Disney, não podemos afirmar. Mas, como o próprio personagem sugere em uma certa cena dessa temporada “todo fim gera um novo começo e todo começo caminha para um fim”. 


Imagem utilizada para a despedida da série pelo ator Finn Jones. Foto: Reprodução/Instagram

28 de setembro de 2018

A Primeira Noite de Crime: saciando, por um momento, o instinto de violência

O quarto filme da franquia estreou na última quinta-feira (27) e vem mostrando como tudo começou.

Imagine um lugar onde tudo é permitido. Sem policiais ou regras, onde você tem 12 horas para cometer qualquer tipo de crime (roubos, homicídios, invasões de privacidade) sem nenhum risco de “pagar” legalmente por seus atos e onde seu único desafio é amanhecer vivo. Assim é o cenário do filme “A primeira noite de um crime”, que estreou nos cinemas na última quinta-feira (27).

A produção nos mostra como se deu a origem da saga, que contém outros três filmes antecessores, Uma noite de crime: Anarquia, Uma Noite de Crime e 12 horas para sobreviver - O ano da eleição. Na linha narrativa, os eventos narrados nestes filmes vieram depois.


O filme é o quarto da franquia. Foto: Divulgação. 

Tá parecendo meio confuso? Eu explico. Sem spoiler, claro. Tudo começa com um plano do Governo dos Estados Unidos, a intenção é diminuir a taxa de criminalidade para menos de 1%. Para conseguir tal feito, o governo dá 12 horas para população fazer o que quiser. Nesse tempo, as delegacias e batalhões de polícia e os hospitais não funcionam. 

A ideia principal é que, se a população tiver um dia para liberar toda sua raiva, o resto do ano será mais tranquilo. Nem todo mundo é obrigado a participar desse ritual, tido como purificação, mas todo mundo é desafiado a sobreviver. 

Diferente dos outros filmes da saga, neste nos é apresentado o começo de tudo. A escolha da cidade-teste e de como o ideal de violência se perpetuou no país. A noite que mudou a história da América e que explicaria os três eventos posteriores. 

A Primeira Noite de Crime, filme com classificação para maiores de 18 anos, não economiza nas cenas sangrentas, que dão ênfase a violência e ao nível de agressividade da população nas 12 horas “sem censura”. Como o próprio filme sugere, é uma noite para desafiar crenças e que definirá o futuro do país. 

Mas, a questão é, e quando o sol nascer, quem restará para contar história? Poderosos que tem o melhor armamento e esconderijo seguro ou a população que sabe se virar com o que tem? Violência é a melhor solução? Ficam aí os questionamentos.


13 de setembro de 2018

Fake News e o possível abandono de Henry Cavill do papel de Superman

Fake News e o possível abandono de Henry Cavill do papel de Superman

A notícia da saída do ator foi veiculada ainda pela manhã desta quarta-feira (12), pelo site The Hollywood Reporter (THR) e não demorou muito para viralizar na web.

Um rumor publicado pelo The Hollywood Reporter (THR), nesta quarta-feira (12), agitou as redes sociais e os principais sites mundiais de entretenimento. Segundo o THR, uma fonte da Wanner Bros. Studios garantiu que Henry Cavill estaria deixando o papel de Superman, ocupado por ele desde “O Homem de Aço” (2013). 

De acordo com a matéria do THR, o motivo da saída seria conflito de agendas de Henry, além de problemas com o filme “Shazam”, onde o ator faria uma participação. Não demorou muito para que a notícia viralizasse e começassem as especulações de quem seria o escolhido para assumir a capa vermelha do herói. O principal nome para substituto foi o de Michael B. Jordan (Pantera Negra- 2018). 


Michel B. Jordan e Henry Cavill. Fotomontagem: Reprodução

Ao longo do dia, várias matérias com as mais diversas teorias foram veiculadas na mídia nacional e internacional. Contudo, o principal nome da história, o ator Henry Cavill, se pronunciou apenas no fim da noite, por meio das redes sociais.  

Sem deixar a zoeira de lado, o ator publicou um vídeo no Instagram com a seguinte legenda, “Today was exciting (Hoje foi emocionante) #Superman”. Na cena, Henry aparece vestindo uma camisa com nome Krypton (planeta de origem do Superman). Além disto, ele segura uma caixa com um boneco do herói. O mais curioso é que na lateral aparece um adesivo da Pantera Negra, filme do qual Michel B. Jordan (possível sucessor) integra o elenco. 

O vídeo, que tem cerca de 25 segundos, já foi visualizado por quase dois milhões e meio de pessoas e conta com mais de 39 mil comentários. 


Henry postou o vídeo em sua conta no Instagram. Fotomontagem: ODIA

Algumas horas antes, a empresária do ator se pronunciou por meio do twitter acalmando os fãs. “Fiquem em paz. A capa ainda está em seu armário. Wanner continua sendo nossa parceira”, tuitou Dany Garcia. 

A Wanner Bros. também se pronunciou sobre o assunto. Sem afirmar ou negar algo, o Studio afirmou apenas que nenhuma decisão foi tomada sobre os próximos filmes do Superman e que a empresa tem respeito e um bom relacionamento com Henry Cavill. 

Henry  teve uma boa receptividade como Superman. Desde sua aparição em “O Homem de Aço” o ator conquistou os fãs, que até hoje aguardam a sequência do filme. Uma troca de atores significaria um novo filme, uma nova versão da história. Levando em consideração o ditado que diz que “em time que está ganhando não de mexe”, a ideia de um reboot, no momento, não é muito agradável. 


Filmologia do Superman. Foto: Reprodução/Google

10 de setembro de 2018

As telefonistas: um olhar sobre a terceira temporada

As telefonistas: um olhar sobre a terceira temporada

Em seu terceiro ano, a série trás de forma mais detalhada as relações familiares de cada uma das quatro protagonistas.

Um verdadeiro casos de família, assim defino a terceira temporada de Las Chicas del Cable (As telefonistas). Na última sexta (07), foram disponibilizados os oito novos episódios do terceiro ano da série espanhola. Preciso avisar do risco de se encontrar spoilers nos próximos parágrafos, contudo, prometo usá-los de forma moderada.

Em seu terceiro ano, a série trás de forma mais detalhada as relações familiares de cada uma das quatro protagonistas. Ángeles, Carlota, Lidia e Marga tem de lidar com conflitos que nem sabiam existir. Mentiras, confusões e mortes norteiam a história, que, como dito anteriormente, se desenrola em oito episódios de aproximadamente 45 minutos cada.


Foto: Divulgação/Netflix

Se posso adiantar algo, é que: Lidia decide de vez com quem deseja ficar (Carlos ou Francisco, eram suas opções). Ángeles ganha destaque na sua luta e é surpreendida por seus pais. Marga casa com Pablo e descobre que casamento não é só flores. Ángeles acaba tendo que fazer uma difícil escolha para se livrar da prisão. A companhia telefônica sofre severas turbulências.

Ressalto ainda que o toque de novela mexicana deixa essa nova temporada um tanto quanto interessante. Em algumas cenas é possível lembrar a trilha sonora de a Usurpadora (tanananam).  Outro ponto positivo é a dinâmica das histórias, que não é lenta demais e leva o espectador a não esperar nem os dez segundos entre um episódio e outro.

Neste novo ano, somos apresentados a novos personagens, que chegam com grande importância na história. Sobre o fim desta temporada só posso alertar, se prepare para fortes emoções e se possível tenha um lenço a tira colo (só para garantir!).


Carlota, Lidia, Marga e Àngeles conduzem o núcleo principal da trama. Foto: Divulgação/Netflix

As telefonistas

A série é ambientada em Madrid, no ano de 1928. O cenário principal da trama é a companhia telefônica dos Del La Fuentes, um novo segmento na capital que une Lidia, Marga, Carlota e Ángeles, quatro mulheres distintas que tem seus caminhos cruzados ao se tornarem telefonistas.

Muito mais que mostrar o começo da popularização das telecomunicações, a série trata ainda o papel social das mulheres da época. Nesse ponto acompanhamos o cotidiano das quatro protagonistas e as relações com suas respectivas famílias.

Confira um teaser da terceira temporada: 

27 de agosto de 2018

As Branquelas: filme completa 14 anos de lançamento

As Branquelas: filme completa 14 anos de lançamento

o longa é considerado um nome de peso da comédia mundial. Ainda hoje os fãs aguardam uma continuação da história protagonizada pelos irmãos Wayans.

Sucesso na comedia mundial, 'As Branquelas' completa nesta segunda (27), 14 anos de lançamento. O filme conquistou o público com a história de dois agentes do FBI, que para não perder o emprego, se veem obrigados a assumirem o lugar das irmãs Brittany e Tiffany Wilson. Durante um fim de semana inteiro os agentes se infiltram na Hi Society americana, o que rende confusões e muitas risadas para o público. 


Shawn e Marlon Wayans em 'As Branquelas'.Foto: Reprodução

A bilheteria do filme totalizou em US$ 113 milhões. Com gasto de US$ 37 milhões, o longa conta com a direção de Keenan Ivory Wayans, irmão dos astros Marlon e Shawn Wayans, protagonista de As Branquelas. Anteriormente, o trio trabalhou junto na franquia ‘Todo Mundo em pânico’ (2000-2003). 

Não poderia deixar de mencionar um dos ícones de ‘As Branquelas’, o ator Terry Crews que dá vida a Latrell Spencer. Na comédia, o ex-esportista milionário fica interessado em uma das irmãs Wilson, o que ele não imaginava é que a versão loira que chamou sua atenção na verdade era um agente do FBI disfarçado. Um ano após o lançamento filme, Terry estrelou ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, sitcom de grande sucesso no Brasil até os dias de hoje. 

Foto: Reprodução/Tumblr

Outro ponto a mencionar, é a trilha sonora do filme, com destaque para ‘A Thousand Miles’ da cantora Vanessa Carlton. A canção ganhou várias versões, incluindo a da piauiense Stefhany Sousa, conhecida no Estado como ‘Stefhany Crossfox’, devido a paródia que viralizou no país. 'Crazy in love',  da Beyoncé, foi o hit que marcou a famosa batalha de dança das personagens no meio de uma boate. 

O sucesso do filme foi tanto que ainda hoje os fãs esperam uma continuação. No inicio deste ano, surgiu um rumor de que o segundo filme estaria em fase de produção, não demorou muito para que os fãs lotassem de comentários as redes sociais de Marlon Wayans, pedindo uma confirmação. O ator respondeu apenas que ele e os co-criadores estariam em negociações. 


20 de agosto de 2018

Netflix e uma aposta em adaptações cinematográficas

Netflix e uma aposta em adaptações cinematográficas

Sobre "Para todos os garotos que já amei" e "A barraca do beijo". Sem Spoiler.

“Para todos os garotos que já amei”, é o recente lançamento da Netflix. O filme, baseado no livro homônimo da escritora americana Jenny Han, foi liberado na plataforma de streaming na última sexta-feira (17) e em menos de 24 horas passou a ser um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

O filme nos leva a acompanhar a história de Lara Jean, uma adolescente que tem dificuldades em revelar seus sentimentos diretamente para os garotos que se interessa e decide então escrever cartas de amor secretas, como um modo de desabafar. Tudo muda quando essas cartas chegam nas mãos dos cinco garotos que ela já gostou em toda sua vida.


Foto: Reprodução

Os comentários sobre o filme, em sua maioria positivos, revelaram a boa receptividade ao filme. Um dos pontos a se destacar é o ‘ship’ (gíria usada para quando você acha que duas pessoas dão certo e quer vê-las juntas), formado pelo casal protagonista interpretados por Lana Condor (Lara Jean) e Noah Centineo (Peter Kavinsky). Não demorou muito para que várias cenas e fotos dos dois juntos com frases do filme circulassem na web. 

Outra aposta destaque na plataforma de streaming foi ‘A barraca do Beijo’, filme baseado no livro homônimo da escritora britânica Beth Reekles. Lançado em maio de 2018, a produção conta a história de Elle e Lee, que são melhores amigos desde que nasceram e tem uma lista de regras, só para garantir a ordem. A amizade deles pode ser abalada quando Elle se aproxima de Noah, o irmão mais velho de Lee.


O livro ganhou uma nova edição com a capa do filme. Foto: Divulgação

O sucesso foi tanto que logo surgiram fóruns na internet pedindo um segundo filme (não posso comentar muito pois esse é um post sem spoiler). O casal protagonistas Joey King (Elle) e Jacob Elordi (Noah), também ganharam destaque ao interpretar os personagens da adaptação. Após as gravações os dois assumiram o namoro e ganharam fã clubes que apoiam o relacionamento.

Qual será a formula para agradar o público? Serão os atores que dão vida aos personagens 'shipaveis'? Será o fato de ser uma adaptação cinematográfica combinado com uma boa produção? Uma boa pesquisa de campo? No fundo, acho que é a combinação de tudo isso. As vezes, tudo que queremos é sentar, assistir e relaxar. Não é todo dia que queremos consumir algo complexo e com vários quebra-cabeças. No fundo, no fundo, todo mundo (se não a maioria) gosta de um filme 'café com leite'. 

13 de agosto de 2018

Com nove vitórias, Riverdale é destaque em premiação americana

Com nove vitórias, Riverdale é destaque em premiação americana

Apesar de ter estreado em 2016, a série conquistou grande audiência em sua segunda temporada ao ser adicionada ao catálogo da Netflix, se tornando a queridinha do público jovem.

Realizado neste domingo (12), o Teen Choice Awards 2018 premiou as melhores produções com foco no público jovem, incluindo cinema, TV, música e internet. O evento aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Riverdale foi o destaque da noite, sendo premiada em nove categorias. Dentre as vitórias estão, o de melhor série de drama, ator de drama (Cole Sprouse), atriz de série de drama (Lili Reinhart), estrela revelação de TV (Vanessa Morgan), vilão de TV (Mark Consuelos), rouba a cena (Vanessa Morgan), cena de chilique (Madelaine Petsh), beijo de série (Cole Sprouse e Lili Reinhart) e melhor ship (casal) de Tv (Cole sprouse e Lili Reinhart). 

Foto: Reprodução

Riverdale é uma série americana, baseada nas histórias em quadrinhos da Archie Comics. Veiculada pela The CW Television, a adaptação estreou em 2016. A série chegou timidamente, mas em 2017, no seu segundo ano alcançou a grande audiência. Um dos pontos favoráveis para isso, foi a inclusão da série no catálogo da Netflix. 

A série também marca o retorno do ator Cole Sprouse, que inclusive ganhou três dos nove prêmios por Riverdale no Teen Choice 2018. O ator ganhou ainda o título de Gato do Ano na premiação. Ao lado do irmão gêmeo, Dylan Sprouse, Cole iniciou sua carreira ainda na infância. A primeira aparição dos irmãos foi em ‘O paizão’ (1999), onde atuaram ao lado de Adam Sandler. Cole estava fora da TV desde 2011, ano em que foi ao ar a última temporada de Gêmeos Abordo, seriado da Disney onde atuava ao lado de seu irmão. 

Cole e Dylan Sprousse. Foto: Reprodução

Em um breve um resumo, Riverdale narra a história dos moradores de Riverdale, que são surpreendidos com a misteriosa morte de Jason Blossom, um querido jovem da região. Archie Andrews se vê impactado pela morte inesperada de Jason e decide se dedicar a viver a vida, incluindo se dedicar a sua carreira musical. No entanto, essa não será uma tarefa fácil. Apesar de parecer uma cidade pacata, Riverdale esconde muitos mistérios. 

A série segue para seu terceiro ano, com previsão de estreia para outubro. 

Outras premiados

Entre os outros premiados, podemos destacar ainda os nove prêmios da Disney. Com Vingadores: Guerra Infinita, o estúdio ganhou melhor filme de ação, ator de filme de ação (Robert Downey Jr.), atriz de filme de ação (Scarlett Johansson). Nas vitórias estão incluídos ainda, filme de ficção científica (Pantera Negra), Melhor vilão do cinema (Michael B. Jordan - Pantera Negra), ator de filme de ficção cientifica (Chris Hemsworth, Thor: Ragnarok), filme de fantasia (Viva- A vida é uma festa) e ator de filmes de fantasia (Anthony Gonzalez). 

Confira os principais vencedores (TV e cinema) : 

Filme de Ação (#ChoiceActionMovie)

  • Vingadores: Guerra Infinita 

Liga da Justiça

Maze Runner: A Cura Mortal

Círculo de Fogo: A Revolta

Tomb Raider: A Origem

Ator de Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActor)

Chris Evans – Vingadores: Guerra Infinita

Dylan O’Brien – Maze Runner: A Cura Mortal

Henry Cavill – Liga da Justiça

John Boyega – Círculo de Fogo: A Revolta

  • Robert Downey Jr. – Vingadores: Guerra Infinita 

Tom Holland – Vingadores: Guerra Infinita

Atriz de Filme de Ação (#ChoiceActionMovieActress)

Alicia Vikander – Tomb Raider: A Origem

Amy Adams – Liga da Justiça

Elizabeth Olsen – Vingadores: Guerra Infinita

Gal Gadot – Liga da Justiça

  • Scarlett Johansson – Vingadores: Guerra Infinita 

Zoe Saldana – Vingadores: Guerra Infinita

Melhor Vilão no Cinema

Adam Driver – Star Wars: Os Últimos Jedi

Aiden Gillien – Maze Runner: A Cura Mortal

Bill Skarsgärd – It: A Coisa

Cate Blanchett – Thor: Ragnarok

Josh Brolin – Vingadores: Guerra Infinita

Michael B. Jordan – Pantera Negra

Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovie)

  • Pantera Negra – VENCEDOR

Blade Runner 2049

Rampage: Destruição Total

Jogador Nº 1

Thor: Ragnarok

Ator de Filme de Ficção Científica (#ChoiceSciFiMovieActor)

Chadwick Boseman – Pantera Negra

  • Chris Hemsworth – Thor: Ragnarok

Dwayne Johnson – Rampage: Destruição Total

Mark Ruffalo – Thor: Ragnarok

Ryan Gosling – Blade Runner 2049

Tye Sheridan – Jogador Nº 1

Atriz de Filme de Ação Científica (#ChoiceSciFiMovieActress)

Danai Gurira – Pantera Negra

  • Letitia Wright – Pantera Negra 

Lupita Nyong’o – Pantera Negra

Naomie Harris – Rampage: Destruição Total

Olivia Cooke – Jogador Nº 1

Tessa Thompson – Thor: Ragnarok

Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovie)

Uma Dobra no Tempo

  • Viva – A Vida é uma Festa 

Pedro Coelho

Star Wars: Os Últimos Jedi

Ator de Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActor)

  • Anthony Gonzalez – Viva – A Vida é uma Festa 

Gael García Bernal – Viva – A Vida é uma Festa

James Corden – Pedro Coelho

John Boyega – Star Wars: Os Últimos Jedi

Mark Hamill – Star Wars: Os Últimos Jedi

Oscar Isaac – Star Wars: Os Últimos Jedi

Atriz de Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActress)

  • Carrie Fisher – Star Wars: Os Últimos Jedi 

Daisy Ridley – Star Wars: Os Últimos Jedi

Mindy Kaling – Uma Dobra do Tempo

Oprah Winfrey – Uma Dobra do Tempo

Reese Witherspoon – Uma Dobra do Tempo

Storm Reid – Uma Dobra do Tempo

Filme de Drama (#ChoiceDramaMovie)

Um Lugar Silencioso

Sol da Meia Noite

Assassinato no Expresso do Oriente

  • O Rei do Show 

Verdade ou Desafio

Extraordinário

Ator de Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActor)

Hugh Jackman – O Rei do Show

Jacob Tremblay – Extraordinário

Leslie Odom Jr. – Assassinato no Expresso do Oriente

Patrick Schwarzenegger – Sol da Meia Noite

Timothée Chalamet – Lady Bird

  • Zac Efron – O Rei do Show

Atriz de Filme de Drama (#ChoiceDramaMovieActress)

Bella Thorne – Sol da Meia Noite

Daisy Ridley – Assassinato no Expresso do Oriente

Julia Roberts – Extraordinário

Lucy Hale – Verdade ou Desafio

Saoirse Ronan – Lady Bird

  • Zendaya – O Rei do Show 

Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovie)

Pai em Dose Dupla 2

Sexy por Acidente

Jumanji: Bem-Vindo à Selva

  • Com Amor, Simon 

Overboard

A Escolha Perfeita 3

Ator de Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActor)

  • Dwayne Johnson – Jumanji: Bem-Vindo à Selva 

Eugenio Derbez – Overboard

Jack Black – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Kevin Hart – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Mark Wahlberg – Pai em Dose Dupla 2

Will Ferrell – Pai em Dose Dupla 2

Atriz de Filme de Comédia (#ChoiceComedyMovieActress)

Amy Schumer – Sexy por Acidente

Anna Faris – Overboard

  • Anna Kendrick – A Escolha Perfeita 3 

Hailee Steinfeld – A Escolha Perfeita 3

Karen Gillan – Jumanji: Bem-Vindo à Selva

Rebel Wilson – A Escolha Perfeita 3

Série de Drama (#ChoiceDramaTVShow)

Empire

Famous in Love

  • Riverdale 

Star

The Fosters

This Is Us

Elenco de Riverdale recebendo o prêmio. Foto: Divulgação

Ator de Série de Drama (#ChoiceDramaTVActor)

  • Cole Sprouse — Riverdale 

Freddie Highmore — The Good Doctor

Jesse Williams — Grey’s Anatomy

Jussie Smollett — Empire

K.J. Apa — Riverdale

Sterling K. Brown — This Is Us

Atriz de Série de Drama (#ChoiceDramaTVActress)

Bella Thorne — Famous in Love

Camila Mendes — Riverdale

Chrissy Metz — This Is Us

  • Lili Reinhart — Riverdale 

Maia Mitchell — The Fosters

Ryan Destiny — Star

Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVShow)

iZombie

  • Shadowhunters: The Mortal Instruments 

Stranger Things

Supernatural

The 100

The Originals

Ator de Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActor)

Bob Morley — The 100

Dominic Sherwood — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Finn Wolfhard — Stranger Things

Gaten Matarazzo — Stranger Things

Joseph Morgan — The Originals

  • Matthew Daddario — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Atriz de Série de Fantasia/Ficção Científica (#ChoiceSciFiTVActress)

Eliza Taylor — The 100

Emeraude Toubia — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Katherine McNamara — Shadowhunters: The Mortal Instruments

Lana Parrilla — Once Upon a Time

  • Millie Bobby Brown — Stranger Things 

Rose McIver — iZombie

Série de Ação (#ChoiceActionTVShow)

Arrow

Gotham

Lethal Weapon

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Supergirl

  • The Flash – 

Ator de Série de Ação (#ChoiceActionTVActor)

Chris Wood — Supergirl

Damon Wayans — Lethal Weapon

David Mazouz — Gotham

  • Grant Gustin — The Flash 

Lucas Till — MacGyver

Stephen Amell — Arrow

Atriz de Série de Ação (#ChoiceActionTVActress)

Caity Lotz — DC’s Legends of Tomorrow

Candice Patton — The Flash

Chloe Bennet — Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Danielle Panabaker — The Flash

Emily Bett Rickards — Arrow

  • Melissa Benoist — Supergirl 

Série de Comédia (#ChoiceComedyTVShow)

black-ish

Fuller House

Jane the Virgin

Modern Family

  • The Big Bang Theory 

The Good Place

Ator de Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActor)

Andy Samberg — Brooklyn Nine-Nine

Anthony Anderson — black-ish

Elias Harger — Fuller House

Hudson Yang — Fresh Off the Boat

  • Jaime Camil — Jane the Virgin 

Rico Rodriguez — Modern Family

Atriz de Série de Comédia (#ChoiceComedyTVActress)

America Ferrera — Superstore

Candace Cameron Bure — Fuller House

  • Gina Rodriguez — Jane the Virgin 

Kristen Bell — The Good Place

Sarah Hyland — Modern Family

Yara Shahidi — blackish, grown-ish

Série de Animação (#ChoiceAnimatedTVShow)

Bob’s Burgers

Family Guy

  • Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir

Rick and Morty

Steven Universe

The Simpsons

Reality Show (#ChoiceRealityTVShow)

  • Keeping Up With the Kardashians 

Lip Sync Battle

MasterChef Junior

The Four: Battle for Stardom

The Voice

Total Divas

Série Retrô (#ChoiceThrowbackTVShow)

Dawson’s Creek

  • Friends

Gossip Girl

One Tree Hill

That ’70s Show

The Fresh Prince of Bel-Air

07 de agosto de 2018

Legion: por dentro da cabeça de um dos mutantes mais poderosos dos quadrinhos

Legion: por dentro da cabeça de um dos mutantes mais poderosos dos quadrinhos

Dentre os poderes que personagem possui estão a telepatia, telecinese e ainda a capacidade de manipular a realidade em escala universal.

Uma das grandes apostas dos estúdios FX em parceria com a Marvel foi o investimento na série Legion. A produção é derivada do universo dos X-mens. E recentemente foi renovada para sua terceira temporada.  Lançada em 2017, a série conta a história de David Haller. Diagnosticado com esquizofrenia desde a adolescência, ele vive passando por hospitais psiquiátricos. Tudo muda quando David tem um estranho encontro com outro paciente e percebe que talvez as vozes na sua cabeça e as visões que tem podem ser reais. 


Foto: Divulgação/Fx Studios

Mas, o que isso tem haver com o universo dos X-mens? Nas histórias em quadrinhos, David é nada mais nada menos que filho de Charles Xavier, líder do grupo de heróis. Dentre os poderes que David possui estão a telepatia, telecinese e ainda a capacidade de manipular a realidade em escala universal. 

Na primeira temporada da série, é possível termos um vislumbre dos poderes do personagem, mas, a ligação paterna com Charles só tem início nos episódios finais da produção (não, até o momento não temos aparições de Charles Xavier). 

Com toque psicodélico e sem economizar nos efeitos especiais, a produção te leva para dentro da cabeça de um dos mutantes mais poderosos dos quadrinhos. Apesar de a narrativa ter duas vias (fora e dentro da mente superpoderosa de David), o telespectador é conduzido de forma eficiente.

O elenco da série conta com Dan Stevens que interpreta o personagem central da trama  e Rachel Keller que em cena é Sydney  par romântico de David. No cast temos ainda Aubrey Plaza (Lenny), Jean Smart (Melanie), Amber Midthunder (Kerry), Bill Irwin (Cary) e Jeremie Harris (Ptonomy), que interpretaram outros mutantes. 


Elenco da série na San Diego Comic Con 2017. Foto: Reprodução

Legion surpreendeu e agradou ao público, mais que o esperado. A série foi renovada para seu terceiro ano. A previsão de estreia é para 2019. A produção tem a pretensão de agradar a diversos gostos, sendo uma boa opção para quem se interessa por super-heróis, terror, ficção cientifica, ação e suspense.


Por: Geici Mello 

01 de agosto de 2018

Com maior referência as Hqs, Punho de Ferro promete uma temporada melhor

Com maior referência as Hqs, Punho de Ferro promete uma temporada melhor

Das seis séries da Marvel disponíveis na Netflix, Punho de Ferro foi a que teve o menor indicie de audiência.

Punho de Ferro chega ao seu segundo ano e a promessa é de não insistir nos erros cometidos na primeira temporada da série. A adaptação dos quadrinhos conta com produção da Netflix em parceria com a Marvel Studios. A previsão é que em 07 de setembro todos os novos episódios estejam disponíveis na plataforma streaming. 

A primeira temporada de Punho de Ferro não agradou tanto ao público quanto o que era esperado. Uma das principais críticas foi a ‘novaiorquinação’ de uma história que, originalmente, tem sua maior parte contada no oriente. Além de todo o misticismo que envolve o personagem ter sido deixado de lado na adaptação. 


O ator Finn Jones, que interpreta o Punho de Ferro, declarou em suas redes sociais que a segunda temporada será totalmente diferente. Foto: Reprodução/Youtube.

Se enumerarmos alguns dos itens que os produtores prometeram melhorar nesta nova temporada (promessa pública no painel da série na SDCC18), os principais seriam as coreografias das lutas e a ausência de referencias ao uniforme usado pelo personagem nos quadrinhos, detalhe importante que as outras séries tiveram (pelo menos um rápido flash). 

As adaptações cinematográficas, seja de livros ou histórias em quadrinhos sofrem alterações na passagem do impresso para o audiovisual (Ok, isso a gente sabe!). Contudo, é preciso que os elementos bases das histórias apareceram para fazer uma ligação, atraindo quem já conhece a história e mostrar 'o todo' para quem vai conhecer a história a partir da série. 

Das seis séries da Marvel disponíveis na Netflix, (Demolidor, Jéssica Jones, Justiceiro, Luke Cage, Os Defensores, Punho de Ferro), Punho de Ferro foi a que teve o menor indicie de audiência. 

Confira o teaser da segunda temporada: 


O Punho de Ferro

Danny Rand (Finn Jones) estava em viagem com seus pais quando sofre um terrível acidente de avião. O menino é resgatado por monges que o ensinam artes maciais. Enquanto isso, em Nova York, Danny e seus pais são dados como mortos.  Com os ensinamentos dos monges em K’un-Lun, cidade mística tridimensional, Danny Rand se torna o Punho de Ferro ao derrotar o dragão místico Shou-Lao, cujo coração é uma fonte de energia absolutamente devastadora. O poder do Punho de Ferro vem diretamente da energia de Shou-Lao.

Quinze anos após ter sido dado como morto, Danny retorna a sua cidade natal e com a força do punho de ferro ele espera recuperar o seu passado e cumprir o seu destino. 

Ainda não conferiu a produção? Da uma olhada no trailer da primeira temporada. Espia: 



Por: Geici Mello 

30 de julho de 2018

Sete filmes de ficção científica que você precisa assistir

De 2001 – Uma Odisseia no espaço a Interestelar, propomos uma lista com os melhores filmes do gênero.

Olá, “amantes da sétima arte”! Neste post trazemos uma lista com o que consideramos ser alguns dos melhores filmes de ficção científica com as temáticas de viagem espacial e vida extraterrestre. Os longas de ficção científica são sempre uma boa aposta para quem gosta de temas relacionados à exploração espacial, a evolução da tecnologia e sobre vida alienígena.

Para construir essa lista, elencamos aqueles filmes que abordam a temática a partir de um viés realista. Por isso, filmes que se encaixam no gênero da fantasia foram descartados (quem sabe faremos uma lista no futuro com esses, o que você acha?).

Assim, seguem abaixo algumas das indicações para quem gosta do gênero e também para aqueles que não conhecem e buscam dicas de longas para assistir.

2001 – Uma odisseia no espaço (1968)


Foto: Divulgação

O filme, do revolucionário Stanley Kubrick, fala sobre as tecnologias a partir de um sentido filosófico, abordando a questão do avanço destas tecnologias em um viés evolutivo.  O enredo do longa não inicia diretamente no espaço e, sim, aborda o tema desde a curiosidade dos primatas com um monólito até chegar finalmente à exploração espacial.

O filme também aborda como os computadores passam a ser uma parte central do convívio humano. É considerado o precursor de todos os filmes de ficção científica espacial e recebeu diversas homenagens em vários longas sobre o tema. A película, diferentemente do que estamos acostumados a ver, tem um andamento lento, refletindo um método comum para a época.

Contato (1997)


Foto: Divulgação

O filme adaptado da obra homônima do astrônomo Carl Sagan, conta a história da cientista Ellie Arroway (Jodie Foster). Apaixonada por rádios de alta frequência desde a infância, a cientista passa boa parte da vida buscando a comprovação de que há vida fora da Terra. O título do filme faz referência ao contato estabelecido entre a cientista e seres extraterrestres de inteligência superior à humana. O longa alia também de forma excelente temas que parecem caminhar separadamente, como a religião e a ciência, que são representados pelos papéis de Ellie e Palmer Joss, interpretado por Matthew McConaughey.

A Chegada (2016)


Foto: Divulgação

A Chegada é um espetáculo à parte para quem gosta de filmes de ficção científica. A trilha sonora (criada por Jóhann Jóhannsson) é meticulosamente casada com as cenas que remetem ao mistério da vida extraterrestre, rendendo ao filme o Oscar de Melhor Edição de Som em 2016. Um dos pontos altos do longa fica a cargo do momento em que a concha (a nave espacial) aparece pela primeira vez na tela. É de tirar o fôlego!

Para além disso, o longa aborda a existência da vida alienígena a partir de uma perspectiva pouco comum, como a aparência não humanoide dos octópodes e a forma como a comunicação é estabelecida entre a linguista Dra. Louise Banks (Amy Adams) e as criaturas. O modo como a trama é conduzida é outro ponto forte do longa, que tem a direção impecável de Denis Villeneuve.

Interestellar (2014)


Foto: Divulgação

Quem não ama Christopher Nolan, não é mesmo? O diretor responsável por reviver a saga do Batman, conduz Interestelar de uma forma espetacular. O filme, no entanto, não foi unanimidade entre os críticos na época de seu lançamento. Talvez esse seja o longa mais controverso dessa lista, pois, assim como Dornie Darko, não entrega tudo ao final da trama e deixa uma dúvida pairando na cabeça do espectador (o que não foi bem visto por parte da crítica e do público).

A história é contada a partir da perspectiva de Cooper (Matthew McConaughey), um ex-piloto da NASA que é obrigado a abandonar a profissão após um colapso no planeta Terra. A história pode ser dividida em três momentos, dos quais mencionaremos apenas dois para não dar spoiler: apresentação da realidade na Terra durante a escassez de alimentos e a viagem espacial de uma equipe de astronautas em busca de alternativas para a sobrevivência da humanidade. Atenção para a trilha sonora de Hans Zimmer.

Alien: O oitavo passageiro (1979)

Foto: Reprodução

O filme que inaugura a saga Alien, e o primeiro dirigido por Ridley Scott (também responsável pela direção de Alien Convenant de 2017), é uma obra importante para quem gosta de filmes sobre ficção científica, em especial sobre vida alienígena. O longa gira em torno da sobrevivência da tripulação da nave Nostromo ao descobrirem a invasão de um oitavo passageiro, uma criatura extraterrestre maligna.

A subtenente Ripley, interpretada por Sigourney Weaver, é um dos pontos altos do filme. Sua atuação remonta à força feminina em uma época em que os filmes passavam longe do empoderamento feminino. O suspense, o terror psicológico e a sensação de enclausuramento são alguns dos sentimentos que acompanham o desenrolar da obra.

Gravidade (2013)


Foto: Reprodução

Vencedor de sete Oscars, incluindo os prêmios de Melhor Diretor para Alfonso Cuarón e Melhor Trilha Sonora, Gravidade é outro filme de ficção científica estrelado por uma forte personagem feminina. Sandra Bullock interpreta a Dra. Ryan Stone durante uma operação de conserto do telescópio Hubble.

O plot do filme é a forma como a personagem, uma especialista de missão sem experiência em viagens espaciais, sobrevive em meio as adversidades após perder a sua nave em uma chuva de detritos ocasionada pela explosão de um satélite russo. Sem qualquer contato com a base terrestre, a personagem busca diversas formas para retornar ao planeta. O silêncio é um dos principais artifícios utilizados na condução da sonoplastia e do próprio enredo, remetendo ao vácuo do espaço sideral.

Perdido em Marte (2015)


Foto: Reprodução

Também dirigido por Ridley Scott, o filme retrata a história do astronauta e botânico Mark Watney (Matt Damon) após ser “esquecido” em Marte pela sua própria tripulação. O filme, que não traz a temática de vida alienígena, concentra-se no modo como o personagem sobrevive no planeta vermelho enquanto o governo norte-americano decide se uma missão de resgate pode ser viável.

A forma como o personagem utiliza técnicas da botânica para plantar em solo marciano enquanto o planeta Terra se mobiliza para tentar salvá-lo (mais uma vez, Matt Damon?) é um dos pontos mais interessantes do filme. O astronauta possui uma inteligência incomum e nos faz pensar se, no lugar dele, também conseguiremos sobreviver em Marte. Eu apenas choraria deitada em posição fetal e você?

Bônus

Além dos sete filmes presentes nessa lista, outros quatro filmes sobre ficção científica espacial/alienígena também podem ser citados para você que já viu tudo e quer se aprofundar um pouco mais no gênero.

Vida (2017): O filme traz aspectos de Alien, o Oitavo Passageiro de uma forma mais atual e com uma nova abordagem da figura do alienígena. 

Wall-E (2008): Após os recursos do planeta Terra entrarem em colapso, os humanos precisam sobreviver em uma nave espacial enquanto um grupo de robôs viaja pelo universo em busca de um novo planeta habitável.

Independence Day (1996): O filme retrata o contra-ataque organizado por um grupo de pessoas após os Estados Unidos ser invadido por uma nave alienígena. 

Guerra dos Mundos (2005): O longa inspirado no livro homônimo de H. G. Wells retrata a luta pela sobrevivência de uma família após o planeta Terra ser invadido por múltiplas naves alienígenas. 


Por: Nathalia Amaral 

26 de julho de 2018

Túnel do tempo: Joe e as baratas completa 22 anos de lançamento

Túnel do tempo: Joe e as baratas completa 22 anos de lançamento

O longa chama atenção por ‘dar falas as baratas’ e pelo modo como elas interagem com o personagem principal ao longo da história.

Polêmico e ousado, considerado por alguns um filme engraçado e por outros ‘super nojento’. Joe e as baratas (Joe’s apartment) estreava a 22 anos atrás, em 26 de julho de 1996. O longa chama atenção por ‘dar falas as baratas’ e pelo modo como elas interagem com o personagem principal ao longo da história.  Se você nasceu antes dos anos 2000, talvez se lembre do filme, que costumeiramente era exibido pelo SBT.


Foto: Reprodução/Tumblr 

Um destaque do filme são as cenas musicais protagonizadas pelas próprias baratas. Para que essas cenas fossem o mais real possível, o diretor do filme John Payson, reuniu em um laboratório mais de 2.500 baratas de diferentes tipos. Observando os movimentos e as estudando detalhadamente, ele pode criar, através de computação gráfica, as companheiras de apartamento do Joe.

Joe’s Apartment foi o primeiro filme produzido pela MTV e teve orçamento de U$ 13 milhões. A produção foi baseada em um curta-metragem exibido nos intervalos da emissora. O longa foi distribuído pela Waner Bros. A produção tem enredo simples e uma fotografia centrada na festa que as baratas fazem em meio toda a sujeira no apartamento de Joe. Com 80 minutos de duração, o filme que não é lá a melhor produção de Hollywood, promete boas risadas. P.s: Se você tiver fobia a baratas ou toc com sujeira, talvez esse não seja o caso.

Resumo da obra


Foto: Reprodução/Tumblr 

Joe termina a faculdade e decide se mudar de Iowa para Nova York. Mal põe os pés na cidade e é assaltado três vezes. Com apenas alguns centavos no bolso ele vai em busca de algum lugar para morar. Devido as suas condições, Joe não tem muitas opções.

Com uma ajudinha do destino, ele consegue um apartamento, do qual ele quase não terá custos. O que Joe não esperava era ter que dividir o ‘apê’ com mais de 1000 colegas, as baratas. A tranquilidade não dura muito. O dono do prédio pretende esvazia-lo para o transformar em uma penitenciária. E é nesse momento que o bagunceiro Joe se alia as baratas para sair dessa enrascada.


Por: Geici Mello 

23 de julho de 2018

Guardiões: com quase 170 mil assinaturas, fãs pedem retorno de James Gunn

Guardiões: com quase 170 mil assinaturas, fãs pedem retorno de James Gunn

O diretor foi demitido após uma série tweets antigos, contendo piadas relacionadas a estupro e pedofilia, virem à tona.

Os fãs da Marvel Studios foram surpreendidos com o anúncio da demissão de James Gunn, diretor responsável por  Guardiões da Galáxia, Vol. 1 e 2.  A decisão, divulgada na última sexta-feira (20), foi tomada após uma série de tweets antigos do diretor, contendo piadas relacionadas a estupro e pedofilia, virem à tona. 

Em nota, a Disney explicou a demissão do diretor. “As declarações ofensivas descobertas no Twitter de James Gunn são indefensáveis e inconsistentes com nossos valores”. A empresa, que é responsável pelo Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), tem como principal público o infantil. Mas, nem todo mundo concordou com a decisão.

Um grupo de fãs criou uma petição virtual para que a Disney recontrate James Gunn. O documento já conta com quase 170 mil assinaturas. O criador da petição afirma que se a empresa fizer mesmo isso com James Gunn, deveria fazer com todos os outros diretores que já fizeram uma piada de mal gosto na vida.


james Gunn durante as gravações de Guardiões da Galaxia. Foto: Reprodução

“Se a Marvel voltasse e contratasse Gunn, isso seria ótimo, mas se tudo o que podemos fazer é provar, por assinaturas, que a Disney cometeu um erro, eu ainda contaria isso como uma vitória”, diz o texto que justifica a petição. 

Por meio das redes sociais, James Gunn se desculpou pelas piadas e disse entender o posicionamento da empresa. “De qualquer forma, essa é a verdade completamente honesta: Eu costumava fazer um monte de piadas ofensivas. Não tenho mais. Eu não culpo o meu passado, mas eu gosto mais de mim e me sinto como um ser humano mais completo e criador hoje”. 

Antes da saída, James Gunn estava se preparando para começar as gravações de Guardiões Vol.3. Com a legenda “Screenplay”, o diretor publicou em suas redes sociais uma foto do que parece ser o roteiro pronto do terceiro filme.

Sem um nome oficial para comandar o terceiro filme, Guardiões da Galáxia Vol.3 segue em pausa. O que temos confirmado até o momento é o retorno dos guardiões em Vingadores 4. E o que será daqui para frente? Só esperando para saber. 


Por: Geici Mello 

22 de julho de 2018

Crítica: The Handmaid’s Tale e a figura feminina na 2ª temporada

(ALERTA DE SPOILER!)

 A segunda temporada da série The Handmaid’s Tale mantém o excelente nível da primeira, alcançando um feito que não é tão comum na televisão norte-americana. Nessa temporada, finalmente vemos a revolta com o novo sistema gerar algum tipo de reação e acompanhamos a evolução de personagens importantes para o enredo (que são responsáveis pelas melhores cenas!).

Se antes sentíamos uma sensação de sufocamento e repulsa ao observar os constantes estupros contra as Aias, que, mesmo sob constante violência, continuavam presas ao sistema (salvo raras exceções), nessa temporada, essas sensações são acompanhadas por um sentimento de inquietação e angústia com as ações orquestradas pelos resistentes, integrantes do movimento Mayday, que lutam pela derrubada da República de Gilead.

E onde a figura feminina entra nessa história? EM ABSOLUTAMENTE TUDO. Toda a narrativa da série é voltada para a figura feminina e para a (não) submissão das mulheres em uma sociedade governada por homens. Nesta temporada, isso fica ainda mais evidente através do papel de June/Offred, Emily/Ofglen, Serena Joy Waterford e (pasmem!) até mesmo de Rita, a Martha (governanta) da casa dos Waterford.


Fotos: Reprodução

A personalidade das mulheres dá um impulso tremendo durante a construção do arco da história. Até mesmo aquelas que antes se submetiam ao governo de Gilead, de alguma forma passam a tentar subverter o sistema em favor das mulheres. Um dos pontos altos da narrativa é a evolução do personagem de Serena Joy Waterford, uma das principais mentes por trás do golpe que derrubou o governo e que se mantinha em um papel secundário, subordinada ao marido.

Serena é, definitivamente, a personagem com maior evolução nesta temporada. A insistência de Serena por um filho/a é constantemente substituída pela preocupação com o futuro das mulheres dentro do regime. A personagem chega a infringir diversas regras da teonomia, subvertendo os papéis de gênero determinados pelo governo de Gilead. Em alguns momentos, é percebida certa dose de sororidade entre a personagem e Offred, mesmo que ainda tímida.

Emily/Ofglen também evolui dentro da narrativa da segunda temporada. Pela primeira vez somos apresentadas à história da Aia, considerada uma “traidora de gênero” por ser lésbica. Professora universitária, Emily/Ofglen é obrigada a permanecer nos EUA enquanto a mulher e o filho são enviados ao Canadá. A fisionomia tranquila de Emily/Ofglen (um dos pontos fortes da atuação de Alexis Bledel) esconde perfeitamente a insubmissão da ex-professora ao regime. A Aia é um dos papéis que apresentam maiores surpresas nesta temporada e é também a única a reagir ao sistema “na mesma moeda”.

Rita, a Martha da mansão Waterford, também é uma grata surpresa durante a construção do enredo. Durante a primeira temporada, a governanta era uma incógnita para o público, por não deixar explícito o seu posicionamento a respeito do novo governo. No entanto, nessa temporada, Rita finalmente demonstra a insatisfação com o regime e cria laços de afeição com June/Offred, tendo um papel crucial na finalização desse arco.

A personagem de June/Offred continua em ascensão desde o primeiro episódio da primeira temporada. A atuação de Elizabeth Moss é fantástica por vários motivos, entre eles por conseguir dizer muito através da linguagem corporal e facial, especialmente nos momentos de maior tensão. As camadas que compõe a personagem foram construídas milimetricamente durante essa temporada e, além do núcleo que inclui Luke, Moira e Hannah, também somos apresentados à mãe de Offred, uma médica feminista enviada às colônias no início do golpe de Gilead.

Além dessas personagens, outras tantas como Tia Lydia, Janine/Ofwarren e Eden (a esposa de Nick), compõe um núcleo feminino forte responsável pelos principais diálogos e plot twists presentes no roteiro. A construção das personagens é tão crível que muitas vezes nos pegamos nos perguntando se aquela história poderia acontecer na vida real.

A segunda temporada é fantástica por muitos motivos, mas a figura feminina tem um papel de suma importância na forma como a narrativa vai sendo construída ao longo dos 13 episódios. Apesar de ter um roteiro consistente, a história talvez não teria o mesmo impacto se não fosse pelas multidimensões nas quais são construídas as personalidades das principais figuras femininas da série.

The Handmaid’s Tale continua sendo uma boa aposta para quem curte distopias. Para além disso, também é uma ótima história sobre empoderamento feminino, feminismo e a figura da mulher na sociedade atual.

Resumo da série

Para quem ainda não conhece, The Handmaid’s Tale é a nova série queridinha do público e, principalmente, da crítica. A história se passa em um futuro distópico em que um grupo religioso aplica um golpe no governo norte-americano, instaurando um governo totalitário baseado na religião, a República de Gilead.  Baseada no livro homônimo da escritora Margaret Atwood, a série conta a história de June, uma mãe que é separada da filha e do marido, e é obrigada a procriar (estuprada!) para a família de um dos comandantes da República de Gilead.

Após conquistar oito Emmys e dois Globos de Ouro em 2017, a segunda temporada de The Handmaid's Tale repetiu o sucesso da primeira e foi indicada para nada menos do que vinte categorias do Emmy Award 2018, concorrendo com outros seriados de renome como Game of Thrones, produção do canal HBO.


Por: Nathalia Amaral 

20 de julho de 2018

Megafriend: indicações para conferir no fim de semana

No dia do amigo, o Megazord tem uma playlist de filmes e séries com os melhores amigos das telonas e telinhas.

Sexta-feira é dia de playlist, indicações de filmes e séries para ver no fim de semana. Mas, essa não é uma sexta qualquer. 20 de julho é considerado o internacional do amigo e da amizade. 

Pensando nisto, nossa primeira playlist é comandada pelas grandes amizades. Sabe aquele amigo que está do seu lado para o que der e vier, literalmente? Na riqueza e na pobreza, além de na saúde e na doença. Então! Prepara a pipoca e junto os amigos, de ação a animação , separamos algumas indicações. 

  • João Grilo e Chicó - Auto da Compadecida (2000)


Selton Mello e Matheus Nachtergaele dão vida aos dois amigos. Foto: Reprodução

Um nordestino corajoso/mentiroso e o outro o maior covarde da região. Juntos, eles vagueiam pelo sertão nordestino vivendo de "negócios e alguns golpes". O filme, que é uma adaptação da obra de Ariano Suassuna, mostra a amizade dos dois sertanejos e apresenta ao público aspectos culturais e religiosos do Nordeste do Brasil.

  • Lloyd Christmas e Harry Dunne – Deby&Lóide (1995)


Jim Carrey e Jeff Daniels interpretam os dois amigos atrapalhados. Foto: Divulgação

Um clássico da comédia mundial, o filme conta a história de dois amigos atrapalhados que encontram com uma mala e na tentativa de entrega-la a dona, descobrem que está cheia de dólares. A partir disso os dois se envolvem em uma grande confusão, que garante ao público muitas risadas.

  • Harry, Hermione e Rony – Harry Potter (2001-2011)


"Sempre vocês três", frase do filme que se refere ao trio inseparável. Foto: Reprodução

A história dos três bruxos de Hogwarts pode ser acompanhada ao longo dos oito filmes da franquia. O trio que conquistou milhares de fãs em todo o mundo se unira para salvar o ‘mundo mágico’ do lord das trevas, ou melhor, daquele que não deve ser nomeado. 

  • Dom e Brian – Velozes e furiosos (2001-2017)

See you again de Wiz Kalifa foi a trila sonora que marcou a despedida de Dom e Brian. Foto: Reprodução

O filme tem como pano de fundo os rachas de rua.  Brian O'Conner  (Paull Walker) é um policial que se infiltra no submundo dos rachas de rua para investigar uma série de furtos. Enquanto tenta ganhar o respeito e a confiança do líder Dom Toretto (Vin Diesel). Dom e Brian se tornam melhores amigos e ao longo de dezesseis anos dividem as ruas com seus carros turbinados.  Apesar dos oito filmes na franquia, a indicação desse post é bem especifica, para o Velozes e furiosos 7. O filme marca a despedida de Paull Walker do papel de Brian. 

  • Buzz e Woody – Toy Story (1995-2010)


Foto: Reprodução

Woody era o boneco preferido de Andy até o Buzz Ligthtyear chegar. A animação da Disney conquistou fãs por toda a parte com a história das aventuras dos brinquedos de Andy. Após oito anos do lançamento do último filme, a Disney confirmou ‘Toy Story 4”, que tem lançamento previsto para 2019. As aventuras de Buzz, Woody e toda a turma continuam. 

  • Max e Caroline – 2 Broke Girls (2011 -2017)

Foto: Reprodução/CBS

No quesito seriados, a indicação é 2 Broke Girls. Duas mulheres totalmente diferente que se tornam melhores amigas. Max é garçonete e babá, sua conta bancária sempre anda no vermelho. Caroline é uma ex-socialite que perdeu toda sua fortuna após o pai ser preso. As duas se unem contra a pobreza para conseguir montar uma loja de Cupcakes, o que rende boas risadas ao longo de seis temporadas. 


Por: Geici Mello 

19 de julho de 2018

San Diego Comic Con: cineasta brasileiro é destaque no evento

O maior encontro da indústria do entretenimento, a nível mundial, promete grandes novidades para o segundo semestre de 2018, além dos lançamentos de 2019.

Começa nesta quinta-feira (19), a Comic Con International: San Diego (SDCC). O maior encontro da indústria do entretenimento, a nível mundial, promete grandes novidades para 2019 e para o segundo semestre de 2018. 

Um dos destaques desse ano é a participação do cineasta brasileiro Daniel Bydlowski. No evento, ele divulgará o filme Bullies. A produção conta a história de um garoto que sofre bullying na escola. Na tentativa de fugir dos valentões que o ameaçam, ele acaba encontrando um esconderijo. Se escolher ficar neste lugar, o menino terá que abrir mão de tudo, inclusive da sua família e das histórias em quadrinhos que tanto gosta.

Da Comic, a produção será apresentada no LA Shorts International Film Festival, um dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, que é creditado pelo Oscar, BAFTA e a Academia de Cinema do Canadá. Se vencer o festival há grandes chances de vermos o brasileiro na disputa do Oscar em 2019.


Bastidores de Bullies. Foto: Divulgação

Resumo do que já sabemos da SDCC18

Nesta edição do evento, a Disney não participará, isto por que a empresa agora tem a sua própria convenção a D23. Isto significa dizer que o público terá que esperar um pouco mais para saber das produções da empresa, incluindo o aguardado Vingadores 4, continuação de Vingadores: Guerra Infinita.

Os primeiros anúncios do evento apontam que veremos o trailer de ‘Glass’, sequência de Corpo Fechado e Fragmentado, que conta com Bruce Willis, James McAvoy, Samuel L. Jackson no elenco.

Na sessão filmes e séries de heróis, teremos o lançamento do primeiro trailer de “Aquaman”, confirmado pela DC. O trailer da segunda temporada de Iron First (Punho de Ferro) e outras séries da Netflix e Marvel.

Outra novidade, já revelada no evento, são os visuais de algumas adaptações cinematográficas, como por exemplo, Robin de ‘Os Titãs’ e de “Shazam”. Os trajes usados nas gravações estão em exibição.

Trajes originais em exibição. Foto: Reprodução/ComicBook

Tem algum filme, série, HQs ou livro que você esteja esperando novidades? Vamos acompanhar juntos!


Por: Geici Mello 





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