• Natal
  • Policlinica
  • Motociclista
  • SOS Unimed
  • Novo app Jornal O Dia
M³

Um dia para enamorar

No dia dos namorados, é preciso esquecer a chatice das coisas

12/06/2011 00:00h

Sim, a gente sabe que essa é uma data comercial, inventada sei-lá-por-quem (sindicato dos donos de floriculturas?) com o intuito de fazer com que os apaixonados alimentem a grande roda do capitalismo comprando presentes para os alvos de suas paixões. Dito assim, o dia dos namorados perde toda a graça. Mas o que a gente acha mesmo é que, apesar do caráter comercial de datas assim, é muito, muito bom ter um dia para expressar o que a gente sente com todas as letras.

É que na correria do dia-a-dia, o "eu te amo" acaba ganhando a mesma entonação de "garçom, traz uma pizza!" E por isso é fundamental ter um dia para que a gente se programe para dizer o que realmente interessa a quem de fato importa.

Não, a atenção e/ou presentes nesse dia em nada substituem o carinho e cuidados diários. Mas é tão prazeroso pensar que no dia 12 de junho a gente pode parar e homenagear quem a gente ama, independente de ser namorado novo ou marido antigo.

Inclusive, para os casais casados o Dia dos Namorados é, além de uma oportunidade para falar aquilo que a rotina e as obrigações diárias nos roubam, é também um desafio a quem precisa parar (nem que seja um dia no ano) de pensar nas contas a pagar, no que está faltando em casa e precisa ser providenciado ou mesmo em quem vai pegar as crianças na escola; e simplesmente se permitir dividir o prazer de ter companhia - boa companhia. Seja para quem namorado novo, marido velho, namorado velho ou marido novo, o Dia dos Namorados nos parece - na verdade - uma oportunidade para a gente apertar o botão do pause e voltar a "enamorar-se".

Isso não significa acordar como no primeiro dia em que nos conhecemos, até porque corre o risco deles acharem que batemos a cabeça ou simplesmente enlouquecemos. Mas a sugestão sobre "enarmorar" diz respeito a apenas esquecer um pouco da parte chata das coisas e tentar pensar nas risadas que dividimos, nas sessões de cinema que terminam com um bom jantar, na companhia sempre oportuna e que nos dá segurança,

Resumindo, para nós - hoje e sempre - o "fundamental é mesmo o amor. É impossível ser feliz sozinho".


Deixe seu comentário


Notícias Relacionadas