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Garrincha

Var é a salvação da lavoura da marcação em campo

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

10/09/2019 11:48h

Viva o VAR

Rapaz, até que eu não gostava desta interferência “técnica” no jogo de bola profissional, mas agora estou dando o maior dez. No jogo do meu time, o Botafogo contra o Atlético Mineiro, no campo botafoguense, a partida estava empatada quando aconteceu um lance confuso e chamaram o seu Var para resolver a questão e ele como sempre, veio solicito e ligeiro bala decidiu quando um jogador mineiro usou de jogo bruto dentro de nossa área e o juiz, tirando o dele da reta, perguntou ao seu “War” se tinha sido se tinha sido penal e ele confirmou e o juiz correu para o campo mineiro com o dedinho apontando a marca fatal e o Alex Santana foi lá e pimba na moleca, gol de nossa vitória e ainda cartão de expulsão para o jogador bruto saber respeitar as caras. Foi muito importante pra nós, alvi-negros, a participação de “seu Var” porque ele vê coisas que o juiz não vê ou não tem coragem apitar e aí ele bota a culpa toda no VAR. Esta nova peça no pebol mundial veio para aliviar o papel do apitador. “Vá se queixar ao Var”, diz o árbitro, quando o cartola vem lhe reclamar uma determinada marcação que sem o “Var” passaria despercebida, seja pela rapidez do lance ou por outro motivo que impedisse a visão da arbitragem. Hoje, o Var é a salvação da lavoura da marcação em campo e já está em moda a frase do apitador quando o cartola reclama de seu trabalho apitativo:” Vá se queixar ao Var.” Muitas vezes, o Cartola se aporrinha e o manda tomar “Wargonha. Mas isto são coisas do futebol e vocês sabem e o professor William Bogea diz sempre que “futebol é coisa séria” lá na Cacimba Velha. Mas agora, apitador de futebol, não quer mais assumir seus erros e bota tudo para cima do seu Var que ainda vai muito apanhar por causa dessas suas decisões apressadas. Em cima da bucha. Agora mesmo, o Botafogo que é meu time, foi beneficiado com uma decisão Varniana. Porque o jo-gador do outro time já tinha um amarelo ,com mais outra pegada na mão na bola mostrado pelo War, ele foi alijado do jogo, expulso de campo e foi mão na roda para o Glorioso que não pedia mas já que o juiz quis ser mui bonzinho, quê que se pode fazer? Nada... E bola para frente que atrás vem gente e tem gente que dá injeção e você nem sente se é paciente. Mas eu quero é dar um viva ao War que veio para clarear, tirar todas as dúvidas  não só em campo como no lar. Muitos casais  estão implantando o Var nas sus casas e apartamentos, principalmente. Seguro morreu de velho...

RO com bola 

Neste Piauizão de sol vibrante, estamos em pleno período do BRO que é a época mais quente destas bandas e conjuntos habitacionais. O esporte é recomendado para manhãzinha ou ao entardecer, como caminhadas, corridas, cavalgadas ou passeios de “a pé” ou de bicicletas. Não devemos fazer como um amigo meu obeso que se gabava de todo dia andar uns dez quilômetros. Aí eu perguntei se era a pé ou de bicicleta e  ele,na lata, me  respondeu na maior cara de pau que era de moto. Mas o sol esquenta assim como a politica politiqueira desta terra hospitaleira onde  enfio há 56 anos este prego nesta chuteira, todo O Dia, líder em credibilidade. 

Só no Piauí “mermo” 

Um leitor nosso de cada dia, cearense radicado em Teresina, me manda pelo faceboca, uma mensagem dizendo que só no Piauí mesmo um time de outro estado pode participar de um certame estadual local e que lá no Ceará, time de Mossoró pelejou para entrar mas não deixaram, porque a única exceção é a participação de Sobral mas é porque é que é  Estados Unidos. Mas aqui, a nossa federação aceitou um time de Timon no campeonato piauiense por uma razão muito simples. Durante mais de dez anos a federação do Piaui foi presidida por um filho de Timon, o Lula Ferreira, que casou com a filha do Alfredo Nunes, pai de Beto Caverna, a dona Luiza.


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