• Clínica Shirley Holanda
  • Semana do servidor
  • Netlux
  • SOS Unimed
  • Novo app Jornal O Dia
Garrincha

Vamos Botar fogo!

Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense.

12/07/2019 09:09h

Vamos Botar fogo!

Sim, gentes boas, vamos botar fogo no nosso futebol, vamos  incentivar este  esporte bretão que anda meio, sorumbático, despombalecido em terras mafrenses. Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense e ver se este comando da Policia Militar  nos traz de volta aquele Tiradentes, de soldados e tenentes. Ver se o River se arruma para ser o eterno-campeão, o Piauí se tornar o Enxuga-rato,time Vibrante e uma vez Flamengo, sempre Flamengo. E quem sabe, alguns que queiram praticar e desenvolver um esporte mais elevado, digamos assim, o Auto Esporte. Eu, se tivesse tempo e dinheiro,  traria das cinzas, o Rio Negro de Zé Caixeiro. O time do meu coração e por ele disputei campeonato de primeira divisão no futebol piauiense. E foi lá  que eu descobri um “Prego na Chuteira”. In hilo tempore” quando havia o Fluminense de Bechior, o Artístico de Zé Palitó, o Rio Negro de Zé Caixeiro e se fazia futebol era por amor e não por dinheiro. No tempo em que se amarrava o cachorro com linguiça, tempo em que ainda era menino o Pilinguiça. Tempo em que o padre Tarcisio ainda rezava missa  na igreja do Amparo e depois ia torcer pelo River, time de sua devoção, no Lindolfo Monteiro. Mas o tempo passa como dizem os bons locutores de rádio como Bolinha, Fernando Mendes, Dídimo de Castro,o Pequeno Polegar da Rádio Pioneira que agora “migrou”  para a faixa FM com a bênção do Padre Toni, um vigário que é também Batista. E a bola rola, este amigo de vocês não enrola e bebida bola é coca-cola. E chegou a hora de se esquentar este futebol. De seu Brau que é Carcará e gosta de um “saravá”.`Porque eu sei de um terreiro de macumba que ele frequenta e não é de agora não, desde os tempos em que o Maninho Rêgo era o prefeito de Barras e era “assim” com ele. A faca e o queijo. Era o pão e a manteiga. Dos tempos do intermunicipal do Manoel Ramos. Tempo em que Francy Monte era menino e cantava como gente grande no meu programa da rádio onde eu estivesse. Mas o tempo passa como dizem os narradores de futebol e a gente não sabe se chega na “trajectória dos noventa” daquele Pequeno Polegar. Mas está na hora de se aquecer o desporto teresinense. Somos o pais do futebol e aqui em Teresina, capital do Piauí, anda muito devagar. E olhe lá, anda sendo goleado pelo celular! Online...

Vamos aquecer

Para dar um  aquecimento no  esporte bretão, uma foto do meu Botafogo captada  na Internet pelo Assis Paraíba. Paixão por clube é melhor do que por mulher...

Oeiras se mexe 

Taí  uma coisa boa na terra de Conceição Pipoca e Bil. O entusiasmo pelo futebol. Agora mesmo se fala na entrada do Oeirense para se engajar no futebol profissional deste Estado de necessidade, também esportiva. A cidade de Chaguinha de Maroca, pai de Mara, minha nora, casada com os participantes do certame oficial da capital como em tempos passados e diga-se de passagem com muito brilhantismo no “miolinho” de tudo. E com Oeiras se preparando para participar do certame estadual, espero que outras  cidades, também se interessem porque futebol é a alegra do povo que elege os vereadores, os deputados e os prefeitos.

O mundo é uma bola 

Rapaz, este mundo é uma bola mesmo e agora  foi que a redonda aumentou de cartaz no cenário mundial porque a seleção feminina de futebol americana se sagrou tetracampeã mundial. O que me deixa perplexo é porque os americanos não jogam bola coisa nenhuma, pernas de paus gringos e as mulheres são ninjas, elas jogam uma bola arretadada e já são campeãs umas cinco vezes seguidas, uma atrás da outra. E lá o presidente deles brigou foi com a capitã do time, cabra grosso, desconhecendo que em uma mulher não se bate nem com uma flor. A gente joga logo é o jarro de planta em cima dela Mas deixa isso para lá e vamos parabenizar as americanas.


Deixe seu comentário