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Garrincha

Sem futebol no domingo a segunda-feira é triste

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

02/10/2019 09:42h

Segunda triste 

Para mim. Não existe nada mais triste do que chegar na segunda-feira, aqui no jornal do Valmir, no folhear o matutino e não ler informações sobre o nosso esporte maior que é o futebol, alegria do povo. Porque o cronista vive de comentar os acontecimentos do ramo ou do Remo quando o caso é lá de Belém do Pará. Porque é “ho-River” não se ter assunto como agora e você tem que pagar juros de mora. No tempo em que eu era bancário descobri porque existiam longas filas nos caixas. Era o povo pagando juros e pagar juros de... mora. Mas, gentes boas, vejo com tristeza uma manchete nos -as dizendo que o ‘’Governo inaugura cadeia,mais precisa de mais de 2.200 vagas. Quer dizer que tem que ter mais gente com passe preso porque a concorrência é grande para se fazer o que não presta e neste momento, o mundo, vasto mundo, está cheio de mau elemento. Eu cá, lá, mento. E não vejo nenhum notícia dizendo que o governo inaugura mais um campo de futebol, uma área de esportes para a juventude e até para a terceira e até quarta idade porque cocô velho é que dá azeite e vaca magra não dá leite. Mas o título diz lá em cima “segunda triste” e a causa é falta de jogo no final de semana e sem futebol, haja cana nos botecos da cidade e isto é prejudicial à saúde e a economia doméstica. Uma segunda é triste para o cronista porque ele vem sem ter nenhum jogo para comentar e isto é de lascar. Porque crônica esportiva não é como sermão de padre que o tema está no grande livro. Aqui temos que utilizar o “rame-rame” como dizia o saudoso coronel Miranda, o que aconteceu ou não, mas escrever sobre o assunto em pauta tendo o maior cuidado em não tirar a letra A inicial porque a censura está atenta. Mas, gentes boas, a segunda feira é triste porque não teve futebol no domingo para a gente comentar porque o importante não é nem o jogo é a resenha, as fofocas o “disseme-disse’ da imprensa escrita, falada, televisada e agora vídeocassetada. Porque o tempo passa e as coisas acontecem com tanta rapidez que até a galinha já põe sem indez. E quando você menos, espera chega o fim do mês. E nada do que você queria fazer, você fez. Porque um é um, dois são dois e três são três. Ah, gentes boas, sem jogo de bola em final de semana a vida não é mais aquela e não adianta assistir novela. 

Os três mosqueiros 

No tempo em que a gente era vereança e tinha muita comilança. Edson Melo, Renato BG e este escriba procurando forrar a barriga. Esta foto foi do Hermanni.

Futebol de benefício 

Uma boa essa da turma de Floriano, do Cori-Sabbá. Eles cobram o preço único de dez reais mas o torcedor deve levar um quilo de arroz, feijão, farinha ou açúcar. Só não deve levar é um quilo de sal. Não que o sal não seja necessário para a alimentação humana mas é que o sal é muito ba-rato. Este tempero é tão importante que o cidadão quando sente fome bocal ou sexual ele sai procurando “alguma coisa de sal”. Mas em Floriano não tem mar e a entrada para o estádio não é salgada. Apenas dez reais e um quilo de alimentos não perecíveis. Claro que deve haver fiscalização para que estes alimentos não entrem em outras bocas.

Dia do Idoso 

Rapaz, hoje é o dia internacional do idoso, e por isto mesmo apresento aqui minhas calorosas saudações a uma seleção de craques, como Carlos Said, Moraes Filho, Pedro Mendes Ribeiro, Edilson Bonifácio, Chico Silva, Antonio Emidio, Gilvan Barbosa, Cineas Santos, Valmir Miranda, Seu Elias, Carivaldo Marques, João Claudino, Joel Silva, Dídimo de Castro, Brouw Carcará, Elson Castelo Branco, Celso Barros, “Uelton” Dias e outros menos falados. O ideal seria uma festa campal, num campo de futebol, um jogo amistoso e depois servir um churrasco com muitas cervejas e refrigerantes Guaraná. Com uma farta distribuição de Viagra ou similar.


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