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Garrincha

O tal do racismo é primo-irmão do egoismo

Confira o texto publicado na coluna do Garrincha no Jornal O Dia.

18/09/2019 10:55h

Racismo não se tolera...

Meus amigos, a cada dia quer passa mais aumenta este papo de racismo que é um negócio sem pé nem cabeça de pessoa descriminar a outra  pela cor da pele ou pelo cheiro do sovaco. É o tal da racismo, primo-irmão do egoísmo. No nosso esporte-rei que é o futebol o que  muito se elogia é a raça, a gana, a disposição de se jogar bola, sem cansar, fugando pelas ventas e indo em cima do adversário com gosto de gás. Jogador mofino, que não divide  bola e não sua a sua camisa, não é escolhido em nenhum par ou impar de pelada de periferia ou beira da praia. Mas a vida continua e até na corrida de cavalo se procura um puro sangue porque o cavalo pé duro é jumento e  o povo discrimina chamando-o de burro. Mas se na vida do dia a dia se faz diferença de raça, no futebol se procura jogador de raça, aquele que sua muito e não importa se  fedorento mas que derrame o suor pelo seu clube. O que lhe paga salário. O que o projeta e faz com eu ele seja um astro, uma pessoa querida no seio da sociedade e apontada aonde vai. E assim sendo, reverendo, louras casam com crioulos e nascem os, meninos “fogoiós” e aí já é outro departamento e ele olha meio desconfiado e liga o celular para saber o DNA. Aí é que a coisa se complica porque ele casou com fiança e sem fiança, quem é o pai da criança? Ah, gentes boas, a vida é assaz complicada porque assim como são as pessoas são as criaturas e nem todas as criaturas gostam de comer rapaduras. Eu, por exemplo, gosto de comer com farinha, coisa que aprendi na terrinha, no Aracaty. Mas o tema da coluna é o racismo que a gente nota em certas pessoas metidas a boas e que são incapazes de pegarem uma curica e dançar um bolero no Pingo Dagua sem puxar a “partner” prá cima dele, chamando atenção do distinto público. Porque se existe uma coisa que revela a educação de uma pessoa é a dança. Que é o futebol sem bola, você dançando está driblando a tristeza e valsando com delicadeza. E como é parecido o futebol com a dança, duas artes onde os pés são principais figurantes. As mãos entram só como coadjuvantes, com exceção do caso do goleiro. Onde é o principal ator e até na politica piauiense, a mão entra como artista principal e dou como exemplo o prefeito Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa, da bela cidade de Parnaíba. Que é uma “Gracinha” ouvindo o canto do Juriti, E assim, gentes boas, temos que convir que o nosso país é uma nação que não pode e nem deve falar em racismo porque nós nunca tivemos um rei nosso mesmo, o que que tivemos veio de Portugal, e o que temos aí é um rei fuleiro, um tal de Rei Momo, que não possui castelo nem preto nem branco e aparece de ano em ano e aqui até coronel de policia teve Castelo Branco. Mas, o tema é racismo que não se tolera, embora no esporte em geral se exija muita raça nas competições.


Foto: Elias Fontinele/O Dia

Tempo bom...

Esta foto é do meu tempo na direção da Semel. Colonia de Férias para a meninada. E com camisetas doadas pelo Armazém Paraíba e almoço da prefeitura. Eram felizes e não  sabiam... Fotógrafo Henrique Moura.

Nas Oeiras

O time de Conceição Pipoca recebeu o onze de Picos, lá no campo oeirense, e pelejaram e pelejaram mas não fizeram nenhum gol, nem de um lado nem de outro. Ninguém meteu em ninguém, placar zerado, jogo de pobre, nem gol tem. Um bocado de homem, tudo correndo atrás de uma bola e ninguém consegue fazer um gol, uma incompetência bolística  das mais zeradas no esporte bretão. Vinte e dois homens em campo, onze de cada lado, uns querendo meter nos outros, passam hora e meia neste vai e vem tome e tira, abre- fecha e a bola rolando, eles se esfregando uns nos outros, juiz marcando falta até de vergonha. E ainda tem é locutor falando para todo mundo ouvir e quem não quer ver, fica  só escutando porque o  “brasileiro não vive sem rádio”.E saiu zero para e zero para cá. Oeiras de Tadeu de Lilásia e Picos Miolinho.

Cadê nosso  futsal ?

Os amantes do futebol de salão estão sentindo falta deste esporte, irmão do jogo em campo. Nós já tivemos grandes agremiações neste esporte de quadra, como Banespa, Benfica, Cipal, River, Flamengo, Piauí, Rio Negro, Artístico, Fluminense, a minha AABB e muitas outras agremiações amadoras com campeonatos interessantes nas nossas  quadras da AABB, do Verdão e outros espaços esportivos, sempre bem prestigiados pelo nosso público de jogo de bola. As federações amadoras dos esportes de quadras precisam se movimentar mais nas promoções de certames, e o Verdão deve ser usado com mais frequência e o espaço oficial estadual do esporte de quadra em Teresina é mais solicitado para “pontos de macumba” do que prática do esporte. Vamos botar a bola para rolar no Verdão. O esporte evita o engordaramento.


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