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Garrincha

O jogo de bola de casa, o futebol piauiense falido e mal pago

Ontem este escriba foi o único a tratar do assunto “futebol piauiense”, nos jornais desta capital.

03/07/2019 08:36h

 Só eu

Meus amigos, ontem este escriba foi o único a  tratar do assunto “futebol  piauiense”, nos jornais desta capital. Ressalto isto com a maior vibração porque sinto a necessidade de se promover o desporto cabeça de cuia, uma atividade laboral e  esportiva que está se  desmaterializando  e assim  saindo dos nossos usos  e costumes. E futebol é uma riqueza brasileira como é o samba que também se dança no pé. Esta parte do corpo  tão importante que pega até chulé. E nos diários de letras desta capital só o filho de dona Raimunda e João dos Santos, foi que enfocou o pé na bola Cabeça de Cuia piauiense e ainda botando o retrato do Piauizão no tempo em que era Vibrante com seu Reinaldo Ferreira, Alfredo Nunes, Aerton Fernandes, Jaime, seu Itamar e outras figuras de renome que o “alemão” não me deixa  lembrar agora. Porque  o leitor , pega no jornal e corre logo os olhos pra o futebol de sua terra e fica desapontado. Nada de nadica e nem de Sadica. O jogo de bola de casa, o futebol piauiense  falido e  mal pago. Foi-se o  tempo bom dos riverinos, piauilinos , flamenguinhos, tiradentinos, autoesportinos,rionegrinos e dos  filhos de Belchior Barros. E o interior   e o litoral que sempre  botavam gosto  ruim nos times da capital. Eles chegavam despeitados com River, Flamengo e Piauí e quando davam num destes três era a maior glória e quando chegavam em suas cidade, Floriano, Picos  ou até na Parnaíba era uma festa danada. Ganhar de River,, Flamengo ou Piauí era  a maior  vantagem.Surrar  dentro do seu terreiro. Mas o tempo passa e locutores esportivos como Dídimo de Castro, Fernando Mendes, João Eudes Bolinha, José Luis, Pedro Ribeiro, Carlos Said, Moraes Filho, Zé Gomes, Chico Rato, Zé Gato e Manel Galinha. E o cidadão compra um rádio semi-portátil, cheio de botão e novidade e quando vai procurar jogo de  futebol  de sua terra, não tem. Estão é em cadeia  com outras rádios e necas de jogo de bola em casa. Está na hora de acabar com  isso.  E não acabar com o  futebol piauiense. Mesmo porque o nosso senhor governador é um peladeiro militante, não é esses craques todos mas  dá o seu chute na bola, é político esperto e até faz gol quando o Vicente Sobrinho  ou o “Fufica” lhe dão a redonda na boca da área e o juiz , Celso Carvalho, faz que não está vendo  o “off-side” e corre para o centro apitando gol !

Ô tempo bom...

Quando se jogava pelada sadia nos bairros. Esta foto é do Planalto Uruguai quando  a gente ia para lá atrás de voto e jogava bola com a negrada... A gente era  feliz e não  sabia...Eu sou o terceiro , em pé.

Uma coisa boa

Taí um negócio bom para novos e velhos, homens e mulheres. Aconteceu um festival piauiense de  xadrez, coisa inédita e  importante para nossa juventude. Uma competição com alunos de  escolas públicas, quase duzentos (183), sendo a metade de escolas da prefeitura de Teresina. Uma atividade de cabeça que tira o elemento do vicio do celular. Xadrês  só não é bom quando é no nosso rumo e é aquele de grade. Conhecido com o pai da dama, o xadrez é um jogo  que eu  gosto de praticar  quando  vou tomar o suco do seu Abrahão. Com uma vantagem. A gente perdendo na dama para ele, não paga o suco. Eu não ganho uma...

Cadê o Intermunicipal ?

Era uma competição grandiosa  de futebol entre os municípios mais importantes  do Estado do Piauí. Os seus prefeitos  investiam nos selecionados para bem representarem, suas cidades. Era uma  festa para as comunidades  que revelavam seus valores  esportivos, jovens que saiam  para  a capital ou até outros estados. Sem falar nas movimentações sociais que a cidade fazia porque esporte é  uma coisa que faz amizades, que aproxima. Claro que tinha  mutretagem porque o homem é um animal mala sem alça e em tudo ele procura fazer o que não é correto e  triste dos sabidos se não fossem os tolos. Mas fazer o quê? Fazer...


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