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Garrincha

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola

12/04/2019 05:42h - Atualizado em 11/04/2019 19:59h

Meio Campeão

Gentes boas, o nosso Galo Carijó é quase campeão. Venceu ao Altos lá no cocho de João de Paiva e só falta empatar aqui, em casa e ser enfaixado como o melhor deste ano. E falta pouco, muito pouco mesmo mas não é para contar com o ovo no sobrecó da galinha quanto mais do galo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, professor  William Bogea, “futebol é coisa séria e para frente é que as malas batem”. Na verdade, este campeonato “cabeça de pato” está meio sem graça porque não tem Flamengo na final e uma vez Flamengo... cadê o Flamengo? Escafedeu-se time rubro-negro e quem souber do seu paradeiro favor informar a este cronista que será bem gratificado.  Mas, estamos assim: River versus Altos, para saber quem vai ser o campeão, a capital ou o sertão. Se bem que não é este sertão todo que Altos é bem ali depois da AABB. É praticamente, um bairro de Teresina que, antigamente a gente ia lá só pra tomar coalhada que era uma desculpa para namorar com as filhas alheias. Mas hoje, Altos disputa com Teresina, capital, a hegemonia do futebol profissional, não é nada de torneio intermunicipal da Apcep. E tem no comando uma mulher chamada Patrícia  que tem um marido desportista da melhor qualidade, um cabra, parece que é paraibano, doido pelo futebol, organizado todo e vem dando olé nos cartolas da capital, tanto nos “altos” como nos baixos. E o caso é sério, se o River não abrir os olhos, o time altoense ganha dele dentro do Albertão porque já vem jogando em tudo que é campo do Nordeste e não tem este negócio de “campo dos outros”. Eles são ousados e o seu treinador é macaco velho, curtido na casca do alho, acostumado a  decisões neste Nordeste de cabra da peste. Que o tricolor de Delson, de Aroldo, de Zé Gomes, de Lula, de tanta gente boa, se cuide porque não está  ganho, nada resolvido e o jogo se decide é no gramado. Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não  enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola. E agora vem a grande decisão. River enfrenta os Altos, grande final no Albertão. Num sábado e num horário de missa, casamento ou coisa parecida mas não de jogo de bola, a decisão  de um campeonato  estadual. Seis e meia de sábado...Mas fazer o quê? Já que entramos na era “carcará”, o jeito que tem, o remédio que há, é aceitar. Vamos todos ao Albertão, sabadão, seis e meia, hora da Ave Maria...

Nosso campo maior

(foto do Albertão) -  Assis Fernandes/O Dia

Era no tempo das grandes construções de estádios no país do futebol e o Piauí não podia ficar de lado. E o governador da época era o parnaibano Alberto Silva, outro magro de aço piauiense. E fez o Albertão. Que hoje é como preservativo. Pouco usado...

Campos...

Como escriba das coisas deste futebol piauiense desde 1963, quando cá cheguei vindo do Ceará, natural do Aracati, uma terra muito boa, ela lá e eu aqui, encontrei aqui um Campo Grande, talvez um Campo Maior do que  lá. Na verdade, não eram Campos Eliseus nem do Elizeu mas eram campos, digamos, de Jordão, aquele camarada folgazão andou vendendo terrenos dos outros. Mas o campo era promissor e vida que segue, bola que rola e este escriba não enrola. Merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E como “em se plantando tudo dá”, estamos nós, e você, caro leitor, numa terra onde o esporte, a movimentação corporal, o “mexa-se” vem sendo deixado de lado para a comodidade, a moleza, á adoração ao telefone celular. Mexa-se!

A cadeira do Rei

Meus amigos, a vida nossa é cheia de altos e baixos e nem o Rei Pelé está livre dos infortúnios. Agora mesmo, entende? Ela passa por uma situação de saúde precária e seu problema é urinario. Não é monetário. O nosso maior ídolo do futebol mundial está em uma cadeira de rodas. O “atleta do século”, o Rei Pelé está se mijando. E sem poder, ao menos andar para  fazer em pé a sua micção. Dar sua mijadinha, entende? Para vocês verem como a vida é traiçoeira. O Rei Pelé não se segura em pé. Ele que foi o “atleta do século” neste mundo vasto mundo. Já operou coluna e quadril. Aquele que foi o maior jogador do mundo hoje é um cadeirante. Mas onde vai, ele é  saudado e respeitado porque quem foi rei nunca perde a majestade.


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