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Garrincha

O futebol piauiense está “amaranhãozado” com a entrada do Timon

A cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba.

23/01/2020 10:34h

Nosso Piauiense

Meus amigos, o futebol piauiense, agora é “amaranhãozado” com a participação de uma equipe timbira no certame, Timon A. Clube. Não tenho nada contra, muito pelo contrário nem a favor porque quanto mais cabras mais cabritos quando mais doces mais pirulitos. Mas a cidade vizinha Timon, chamada curiosamente de “Trizedela” é ligada ao Piauí pelo rio Parnaíba e o vento que venta lá é o mesmo que venta cá. E na política da boa vizinhança nada mais justo e abotoado como uma equipe maranhense atuando em plagas piauienses, comendo do mesmo feijão e arriscado a apanhar com o mesmo cinturão porque onde come o Chico come o João. Nem no tempo em que a presidência da Federação tinha sentado na sua cadeira maior, um filho do Maranhão, o saudoso Lula Ferreira, uma agremiação de Timon tinha ousado participar de um certame piauiense de profissionais no Estado do Piauí. E olhem que o seu Lula tinha toda a simpatia dos piauienses, muito mais do que este Lula aí do PT que vem sofrendo mais do que bode embarcado. E foi uma boa administração a dele. O outro Lula. Não é porque tenha falecido não. Mas a vida continua, a bola rola e agora, a cidade de Gil Alves dos Santos está no certame oficial do Piauí. Agora Timon é time de futebol do Piauí, lado a lado com River, Flamengo e Piauí, seus irmãos de beira-rio abaixo,” rio arriba”. Acho que a participação da equipe timonense é mais uma homenagem ao falecido presidente da mentora que deixou muitas lembranças boas na história deste futebol. E espero que o desempenho desta equipe seja “Leal” ao desporto cabeça de cuia. O jogo entre Altos e Timon tem as características de um intermunicipal interestadual. Quiçás, internacional. Duas cidades amigas de Teresina, local onde recebe “altos” e baixos sem frescura porque aqui o calor é de 40 graus. Para gregos baianos. Mas a nossa alegria é contar com uma agremiação do Maranhão no certame do Piauí. Sei que os nossos outros vizinhos pelo lado da serra, os cearenses, vão logo dizer: “Menino, só no Piauí mesmo é que time do Maranhão pode disputar o campeonato piauiense...” E assim a bola rola porque futebol é integração. Piaui, Ceará, Maranhão.

Numa foto de Assis da Paraíba, um aspecto do estádio Lindolfo Monteiro, num sábado de tarde, dia de jogo, Piauí contra Quatro de Julho, no Lindolfinho, o campo do Firmino, filho do “major da Mapil”, fabricante de Tospel. Aquele biscoito gostoso. Campo mais vazio do que bolso de pobre.

Em obras

Meus amigos, o campo de futebol do Piripiri está fechado para obras. É uma praça de esportes muito boa e tem uma longa e bela história não só no futebol profissional como no amador com o Torneio Intermunicipal que a APCDEP realizava há tempos atrás com muito sucesso porque era uma maneira de revelar novos jogadores para o profissionalismo local Agora, neste tempo de vacas magras, elas vão é para o brejo e nada  de revelação, não tem mais “menino prodígio”, das esperadas  revelações. E isto dava até eleição. Segundo me disse o doutor Raimundo Pão, advogado atuante e metido a ser jogador de bola.

E o salão?

Como vai a movimentação do futebol de salão neste começo de ano? Uma versão do esporte bretão em tamanho pequeno, como o nome já diz, é um futebol praticado em uma sala grande (salão) com pé no chão. A quadra que é um chão duro não tem a maciez de um campo de capim ou até de areia. Já tivemos grandes equipes deste esporte em Teresina e até hoje o maior nome foi do Banespa.  Seguido por Benfica, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí, Classes Produtoras, AABB, Fluminense e outros que não me lembro agora. O principal espaço de jogos era o quartel da Gloriosa Policia Militar do Piauí.


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