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Garrincha

Nunca mais se ouviu falar em campeonato intermunicipal de futebol

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

31/10/2019 11:58h

Nada nosso..

Meus caros leitores de todos os sexos, os oficiais e os anexos, nada me entristece mais do que folhear nossos jornais e não ler nada sobre o nosso esporte. Qualquer modalidade terminada em bol. Que tenha uma bola no meio. Porque, meus amigos, o mundo é uma bola, ele é o melhor brinquedo que o homem tem e quando está solitário fica brincando com as suas e é por isto que se diz comumente, lá no Lourival Parente: “dar tratos á bola”. Dar tratos a bola não é o que você está pensando, leitor saliente. É pensar, é devagar porque devagar ser vai ao longe, como diz aquela música do Martinho da Vila: "É devagar, é devagar, devagarinho..” E assim a vida continua e estamos torcendo para que nosso futebol deste ano não seja de “meia tigela” nas mãos de “Brau” Carcará, sucessor de Cesarino Primeiro e único. Tudo depende também de “assessoria” e o dirigente de qualquer coisa tem que ser bem assessorado porque ninguém faz nada  sozinho e o Senhor já deixou isto bem claro quando fez a mulher, mesmo sabendo que ela ia aprontar no paraíso deixando Adão na mão. Mas isto são conjecturas que se fazem no começo do mundo e ninguém nem sabe se é tudo verdade porque este povo aumenta mais do que pão quando se molha. Mas eu reclamava da falta de informação sobre a atividade pebolística nesta nossa quentecap, de notas sobre River, Flamengo, Piauí e até sobre amadorismo que vai desde os jogos de quadras campinhos a até corrida de jumento coisa que tive a honra de fazer na Avenida Frei Serafim e foi o maior sucesso e os políticos queriam correr e concorrer ao prêmio maior que era uma saca de milho. E eu comecei lamentando a falta de matéria sobre nosso movimentação esportiva mas a realidade é que o esporte vem perdendo é de goleada para o telefone celular. Hoje em dia, até os que praticam ciclismo ficam pedalando mas com uma mão no aparelho celular. On-line. O caso é sério. É uma paixão nacional. E tem acabado com muito emprego de babá. Estão até criando um novo modelo de telefone, o celular babá que já vem construções o comportamento da cuidadora sobre a criança. Mas eu reclamava da falta assunto no meu setor que é o esporte profissional desta terra quente e gostosa de se viver. E a vida continua para gregos e parnaibanos que tem o privilégio de receber bençãos de uma mão santa. Também no futebol porque o Parnaíba é uma potencia e vem este ano com gosto de gás. Não este gás preto da Venezuela.

Tirando de letra

O conterrâneo do Assis Paraiba, Eudes Moacir Toscano, autor deste livro porreta sobre o futebol e o rádio esportivo. Ele é da idade do Carlos Said. È bom como o Magro de Aço.

Nada nosso

Fico muito contrariado quando desfolho nossos jornais diários e não vejo nada sobre o futebol piauiense. Primeiro porque fico sem fontes e segundo porque não tenho assunto para botar neste prego batido com a ponta virada. Sendo uma atividade profissional, onde tem muita gente dependente dela, é de se lamentar a atual situação de nosso “rola bola”. O nosso futebol está muito magro ao contrário do presidente da federação que é bem gordinho. Dizem que é porque é tempo de manga que ele gosta muito de saborear, as mangas de Barras. Mudaram até a letra da música do João do Vale que agora é assim: Manga? Carcará pega, corta e come.

E Intermunicipal?

Rapaz, nunca mais se ouviu falar em campeonato intermunicipal de futebol, uma competição promovida pela Associação dos Cronistas Esportivos do Piauí, a APCDEP e que reunia equipes representantes dos municípios deste nosso Estado de  necessidade. Era uma festa bonita onde cada cidade do interior deste nosso estado de necessidade botava os eu time em campo para ver quem era melhor de bola ou de dinheiro porque entrava muita "bola” por fora, dependendo da consciência do prefeito. Outros, não, eram honestos e não compravam juízes e era festa muito bonita porque futebol sempre foi a alegria do povo e sempre igual ao Paraíba.


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