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Garrincha

Nada do nosso jogo de bola profissional em pleno setembro

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

03/09/2019 10:06h

Nada não...

Favor não confundir com natação. É nada de nada mesmo. Nada do nosso jogo de bola profissional em atividade em pleno setembro, mês de prima Vera  e outras pessoas bonitas. E neste setembro se bem me relembro  e naquele tempo o campeonato pegava fogo porque era o começo do BRO que vinha “a gosto” do freguês. E a nossa vida era boa com  banho do rio na coroa   e de tarde  o futebol para  riverinos e flamenguistas irem tomar o suco do seu Abrahão e saborear os pasteis da famosa dona Maria Divina, comeu, caiu na esquina. E com os radinhos ligados na programa Um Prego na Chuteira  para escutar Maria do Buchão, Prego José e as paródias cantadas pelo Francy Monte. Lamentavelmente não temos  mais aquelas diversões e até o nosso futebol travessa uma fase deletéria e incognificante no histórico esportivo deste Estado de  necessidade. E como recordar é viver, diz o velho deitado, vamos colocar  hoje  esta foto de 46 anos atrás, quase meio século, quando o doutor Alberto era o  governador-mor  desta província e Murilo Resende seu secretário de obras e manobras, Alberto Elias HIdd era diretor de árbitros da FPD, João Benigo, o  Curió, era seu ajudante-mor, o Louro  era fotógrafo, Afânio Nunes, presidente do River, Carlos Said,Murilo  Resende,   secretário de Obras e o Tiradentes  tinha como presidente o grande Canuto Tupi Caldas, de saudosa memória que está por trás do doutor Alberto. Era a solenidade de fundação da FAGEP, uma repartição que AS criou para gerenciar o esporte na sua gestão e dos  viessem depois dele.Era o tempo bom  do nosso desporto, quando a gente era feliz e não sabia. Quando o futebol piauiense atingiu a sua maior  e melhor fase   de profissionalismo e a imprensa esportiva cresceu  ao seu lado  com a vinda dos cearenses (Bolinha, Sérgio  Pinheiro e outros menos lembrados quando se fala em futebol e rádio.Foi um momento muito bom porque as  outras emissoras se esforçaram para melhorar  as transmissões esportivas e  contratando gente de fora  e como não  podia deixar de ser, cabeças chatas.Aí todo mundo era feliz e não sabia e se dava ao prazer de colocar  o “seu gosto na berlinda”, não só na derradeira  como na Rádio Pioneira que também teve o seu “Um Prego na Chuteira”porque  hoje as  chuteira não tem mais pregos. É tudo na cola e agora até a Coca cola. E vocês se lembram do Mariola ?  Aquele moreninho,alto e fino que jogava uma bola redondinha, meio de campo do River, vindo de Pernambuco ?  Vejam esta foto abaixo e  me digam se o futebol  dos anos setenta não era coisa séria...

Primeiro jogo no Albertão

O primeiro da foto é o saudoso Louro, o mais famoso fotográfo  do Piauí. Prof. Afranio, Carlos Said. Murilo Resende, CanutoTupi, por trás de AS,João Benígno perto do Alberto Hidd. Banda da PM. Época de ouro e a gente era feliz e não sabia...

As “baiques”

Rapaz,Timon fez uma festa  beleza com este negócio de bicicleta de cor- rida  e foi coisa grande  que começou na praça São José e  foi um show  de competição porque tinha gente de todo lugar do mundo na terra de Gil Alves dos Santos e Paulo Guimarães e era uma movimentação danada, os donos de bares lavaram as burras porque  beberam muita cerveja. Até o Baltazar aproveitou para vender sua merenda “engorda marido”, aquela que ele vende aqui todo dia, perto  do jornal. Um incentivo ao esporte, como saiu no editorial, assim como foi a corrida do soldado. Aliás, em corrida de soldado é preciso ter muito cuidado. Para não perder a solda...

Cadê o futebol de salão?

Um esporte de quadra muito procurado e  praticado neste país é disputado em campos pequenos e chamados de “salão”.Eu já fui bom naquilo. Na AABB ou no Rio Negro, acho que o salobol é uma prática das mais saudáveis e apaixonantes e que serve para tirar barriga daqueles que tem facilidade  de engordar. Hoje, vejo antigos craques do  futebol de salão de Teresina  dando para engordar  e outros até engordando sem dar. Um dos grandes responsáveis pela  engordar dos ex-atletas é este tal de telefone celular. Ele torna o seu dono, um dependente. Vamos deixar o celular e vamos treinar, correr ou até mesmo andar. Sem o celular...


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