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Garrincha

Este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional

Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas

11/06/2019 11:31h

Nem tico nem taco

Gentes boas, este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional. Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas. Altos, o caçula que era nosso menino de ouro foi eliminado da série D, uma quarta divisão do futebol  brasileiro e o River, nosso Galo de tantas belas histórias ficou fora da série D de dado do certame nacional. Nem um nem outro, nem mel nem cabaça e o tempo passa, como diz o narrador de futebol João Eudes, Bolinha, um cabra que veio lá da terrinha de José de Alencar. E agora, o nosso jogo de bola profissional fica assim sem nenhum ter mais nem um  representante no cenário esportivo verde -amarelo porque foi tudo eliminado. Zerado. Nem Altos nem Baixos. Se vivo estivesse, o Deoclécio Dantas diria para o controlista de som da Rádio Pioneira, Chico Paulo que era uma lástima. Numa terra onde o River era o eterno-campeão e uma vez Flamengo, sempre Flamengo num Piauizão Vibrante que “enxugou o rato”. Mas a vida passa e muita gente acha a Graça, inclusive Carivaldo, meu cunhado. E a bola rola, este escriba não enrola e saco pequeno é sacola. E a esta altura dos acontecimentos, nosso esporte bretão, o futebol piauiense está fora das competições nacionais em pleno mês das fogueiras. No meio do ano. Despachado. Eliminado. Fazer o quê, agora, minha senhora? Dois times com bons planteis, atletas profissionais de outros estados, cada um com suas vidas familiares dependendo do jogo de bola. É um caso sério. E como ciganos, eles voltam às suas origens e a vida continua, o tempo passa como diz o narrador esportivo na “trajetória dos noventa”. E eu mesmo já estou nesta   “trajetória” que o Dídimo de Castro tanto fala na Rádio Pìoneira e o Carlos Said confirma dizendo ai e ui. Mas nosso desporto maior ficou muito menor porque sumiram os times de Campo Maior, o Comercial e o Caiçara, de Floriano, de Picos e até de Piripiri de Luís “Menez”, até hoje, um jogador de bola. A crise que assola esta nação alcançou o futebol em cheio e o resultado está demonstrado no dia a dia, no rame-rame, como diz o saudoso coronel Miranda. Mas não adianta chorar, lamentar o que passou porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola e quem não tem mala usa sacola.. E vamos para frente que atras vem gente com fungado quente.

Altos x Bragantino

Elias Fontinele/O DIA

Para um placar de 1x0 para nosso time dos Altos que nem adiantou nada porque a equipe foi eliminada de sua série D de dada. Nosso derradeiro representante no futebol brasileiro saiu vencido e mal pago, coitado. Mas tem nada não, valeu o esforçado deste desportista Warton Lacerda.

Galo

Fora do seu terreiro, o Galo não conseguiu se manter na segunda fase da serie D de dado do certame nacional. Uma pena porque era nossa voz no certame nacional, Teresina com filho único. Mas não deu, Bartolomeu. O Galo foi eliminado pelo Bragantino do Pará e lá foi parar sua carreira. Não se deu bem em Belém. Do Pará. Do Assai e do tacaca Resende. E assim caminha a humanidade e nosso Galo não teve a felicidade de se manter na série D. Apesar do esforço do seu presidente, um indivíduo competente, gente muito boa, gente da gente. E fica Teresina, esta cidade menina, sem o seu representante nesta competição oficial nacional e coisa e  tal.

O outro

O Piauí teve dois clubes disputando o certame nacional de clubes de futebol profissional nesta era. River e Altos. Dois sobreviventes da atual situação caótica. Esclareço que caótica não é a ótica do Cal, aquele da Pé dois. E uma situação. Mas aonde estão os clubes do Piauí, capital e do interior e até do litoral, perguntarão os meus leitores sempre ávidos por notícias de nosso jogo da bola. Eles estão em compasso de espera. Todos sabemos que o mar não esta para peixe e tem gente comendo gato assado pensando que é cachorro quente. E tem velha dizendo que ainda é virgem para enganar a gente. Uma outro dia, lá no Macacal uma me disse que era Antônia e fui examinar era Vicente. 


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