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Garrincha

Elas por elas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (6) no Jornal O Dia.

06/08/2019 08:46h

Elas por elas 

Meus amigos, o caso é sério. Elas estão tomando conta do pedaço e em todos os setores da humanidade. Na novela da Globo é a “dona do pedaço”. As nossas “colaboradoras”, as mulheres estão cada vez mais empoderadas e algumas até falando grosso, exigindo que o interlocutor diga “sim senhora”. Daqui a pouco a Globo vai botar a “Faustona” no lugar do Fastão e por aí vai, porque a tendência é esta neste vasto mundo e seu eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não uma solução. Ora, direis, o tempo passa e na “trajectória dos noventa” poucos chegam lá porque o caminho é áspero e de subida. Quantas pedras rolaram e muitas águas rolaram no velho Parnaíba que junta o Piauí ao Maranhão em bela União, vizinha de Miguel Alves. Mas o tema de hoje é a “poderação feminina” que atinge o esporte bretão, o chamado o futebol, que vai perdendo o seu “machismo” em boa hora quando se dizia mui egoisticamente que futebol era coisa para homem quando alguém reclamava de uma porrada desleal nos testículos. E assim como as  pessoas são as criaturas e a bola rola no gramado ou até no cimentado quando o futebol pé de salão e requer mais atenção e concentração.Assim a bola rola e jogador bom era aquele tal de Mariola que jogou no River ao lado de Derivaldo, Sima e Lelé. Ah, meus amigos, nós já tivemos bom futebol e bons dirigentes, cidadãos probos e  inteligentes mas também tivemos uns “espertos” e negligentes porque “nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que balança cai”. E o esporte, o futebol, tem os seus prós e  contras e a maior prova contra é aquela onde você mete sem querer meter. O “gol-contra”. Come sem ter vontade de comer.E o esporte, ele nos ensina que todo o cuidado  é pouco e em casa de caboclo, um é pouco, dois é bom e três é demais. Ora, dirá o leitor que eu estou muito parabólico com frases com efeito e com defeitos, cheio de preconceitos. E responderei que não porque falo da participação feminina numa atividade que era machista até bem pouco tempo quando os peladeiros diziam a quem reclamasse de jogo violento em peladas nos bairros: “Futebol é pra homem!“.E o “mufino” saía do jogo. Tirava o “time” a gente dizia á época. Mas agora, acabou-de esta história de dizer que futebol é para homem. Já foi, Otávio.. Agora é unixsex , tem delas jogando melhor que muito macho maxixe madeiro doce. E a jogada que mais elas gostam é de meter a bola entre as pernas adversárias. E aquela jogada inventada pelo Domingos da Guia, a bicicleta,  no futebol, a bicicleta que a mulher executa é diferente. Não tem o varão... Meus amigos, diz o “Vei” Bogea”:Futebol é coisa séria”.

Elas 

Jaílson bateu o retrato das meninas do Amarelão da PM, jogadoras de bola e que defendem o nome do Piauí em jornadas esportivas e neste sexo convexo, o Brasil será a sede de uma Copa do Mundo feminina daqui a quatro anos, em 2023 e o presidente da CBF é chegado ao produto, o Rogério que é um Caboclo bom de bola. Assim sendo será a vez primeira que o Brasil estará sediando uma Copa do Mundo do belo sexo e temos que ir treinando logo um time para ser o vencedor porque nós somos o país do futebol e não podemos dar mole, perder dentro de casa. Já que com futebol masculino está sumido e mal pago, vamos torcer pelas “minas”.

O Amarelão

Equipe da Sociedade Esportiva Tiradentes, sob o comando técnico do Toinho Goleiro, gente da melhor qualidade, da Vila Operária.

O livro do Celso 

Homem sério, dedicado ao desporto, Celso Carvalho lança uma obra para ser lida e comentada pelos amantes do jogo de bola. Não só de futebol como outros esportes bolísticos que ele como ligado ao metier teve que conviver ao longo dos anos. Apesar de nunca te sido um bom atleta porque era “fundo” em todas as modalidades em que se metia, atribuia a miopia o seu “desconforto“ com a pelota mas era um idealizador, um promotor de eventos e botava a rapaziada para se mexer no Verdão e e outras quadras. Em mais um trabalho sobre o desporto piauíense Celso nos relembra bons momentos de nosso amadorismo. Já está nas bancas.


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