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Garrincha

É um pecado mortal ser racista

Confira estes e outros destaques na coluna do Garrincha de hoje.

22/01/2020 11:20h

Racismo

Meus amigos, só o que se fala agora, principalmente nas rodas mais letradas é o tal de “racismo”. É a palavra da moda. E é um pecado mortal ser racista. Antigamente era ser nazista. Teve uns tempos aí que execravam comunista mas depois ficou até simpático assim como lulista, o último a sair da lista. Mas, gentes boas, o que mais se exige no esporte de competição e principalmente no futebol nosso de cada dia é a raça. Que significa bravura, pujança, coragem, vontade de ganhar. Só que o racismo enfocado não é este de competição, de força de vontade e de músculos mas é o outro “viés” como diria Carlos de Aço Said. O racismo enfocado é a segregação racial que se vê no dia a dia, padre nosso Ave Maria. É até quando se diz “carinhosamente” – Vem cá nêgo velho ... Até nos momentos de amor, quando a loirinha diz “vem neguinho, vem.” E ele vai com todo prazer... Porque, gentes boas, aqui no Brasil, a princesa Isabel acabou com a escravidão oficial mas ainda hoje tem as outras patentes, cabo, soldado, recruta. No futebol, depois do árbitro que é o juiz, a maior de direito e de apito, vem outra autoridade que é o capitão de cada time. Com raras exceções como nas festas e forrós da periferia onde a maior autoridade era o Cabo Lopes. E olhem que o Cabo Lopes era ou ainda é moreno. Mas a bola rola, este escriba não enrola e faca cega a gente amola. E assim sendo, João Rozendo, estou dissertando sobre o racismo que ameaça o futebol  brasileiro. Porque se você for apurar tirando o negro do futebol e do samba, acabou-se a brincadeira. Assis Paraíba me sopra aqui dizendo que a negra também entra na história porque um samba e uma feijoada sem uma mulata não tem o menor gosto. Nem em janeiro nem em agosto. E assim sendo, quero aqui prestar o meu maior apoio para campanha contra o racismo besta destes brancos cujos os sovacos fedem mais do que dos pretos e que suas ações são escuras e obscuras. Enfim, deixar de frescuras porque futebol é esporte que exige raça e a raça negra é a mais raçuda nos esportes e até no amor porque quando se quer conseguir alguma coisa de sal ou de farrinha se diz assim, meigamente:- Vem cá , Neguinha...

Nos Altos

Numa foto do seu Elias, antes do jogo  Altos e Timon, a faixa  diz que não  tolera o racismo. Já quando o treinador fala para os seus jogadores pede a eles muita raça. Quem é que está certo? Raça ou racismo?

Não é intermunicipal...

O pessoal de Timon precisa saber que campeonato oficial do Piauí não é intermunicipal do Maranhão. Este negócio de mandar tirar  time de campo já passou, foi no tempo do Belchior Barros e Zé Caixeiro. O presidente do clube que tem o sobrenome de Leal não é aquele  “júnior” daqui. É outro Leal que também é Filho, mas do Timon. O seu Carcará vai ter que botar moral par ano seu campeonato para que os casas não tirem  o “time de campo” porque assim sendo fica uma “lacuna” muito grande a ser preenchida e o torcedor pagou para ver o jogo todo e não pedaço. Campeonato estadual é oficial não é intermunicipal, Juvenal!

Hoje tem clássico no LM

O prélio entre Parnahyba e 4 de Julho vai ser hoje, no Lindolfo Monteiro, na hora da Ave Maria. Sim senhora. Às seis da noite, na hora da reza. Era para ser lá na terra do Raimundo Pão mas o campo está em obras e não deu tempo de usar o papel higiênio. Limpar. Vem para Teresina, no campo do Afonso e da Teresa Fogoió. Campo neutro já que um é do litoral e outro do sertão, bem dali, de Piripiri. Estou achando é o horário do jogo muito fora de hora mas neste futebol cabeça de cuia o que menos interessa para os dirigentes dele é negócio de renda. Querem lá saber de dinheiro...Para o torcedor de Teresina é um bom programa.Vamos lá...


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