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Garrincha

Dirigente picoense renuncia do cargo

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

05/12/2019 08:04h

Crise nos Picos

Meus amigos, esta coisa séria que é o futebol acaba de receber um grande tiro de sal com a renúncia do dirigente picoense Rodrigo Lima. Nós sabemos que ser presidente de clube de futebol profissional no Piauí não é moleza. Só assume esta graduação quem tem “sangue no olho” como se diz lá nos Picos. Porqueum presidente de clube ou presta ou não presta, não tem meio-presidente. Uma agremiação esportiva profissional é mesmo ou mais do que uma família. Na família é tudo do mesmo sangue, mas num time é sangue de todo tipo e tem até gente do Riacho do Sangue que é no rumo de Uruçui. E sendo pessoas de constituições diversas tem as “trespeças” que vem causar problemas de localização. No futebol, o grande fator causador de transformações sejam elas físicas ou morais é o cacau, o dinheiro, o vil metal. Porque é uma atividade que ne-cessita de recursos financeiros para sua movimentação e sucesso. Não terá “bom sucesso” quem não tiver grana, importante para se fazer até uma Sociedade Esportiva de Tirar Dentes”. Corre o risco do povo se danar e o povo danado, Bota fogo até em Olaria, em Fortaleza e isto é “O River”. Mas o fato é que escorrido será uma tripa que se tiver  gaita será gaiteira neste prego na chuteira. E o Rodrigo Lima renunciou ao cargo presiden-cial picoense alegando falta de recursos hídricos e financeiros. Quando o time era louvado e saudado como campeão da série B de bola piauiense, todo mundo já pensando em maiores voos vem, o homem e entrega o cargo alegando liseira, falta de  recursos da agremiação para contratações e coisa e tal. Isto se chama “liseira” que é o que acontece neste Brasil  bol-sonarista. O homem vinha há três ano carregando a cruz picoense e agora a sua saída foi porque ele planejou um trabalho parfa este ano e que carecia de  500 mil para  sua concretização. A prefeitura garantiu dar 300 mil que já é uma nota preta levando em consideração a situação financei-ra atual. Por falta de 200 mil, o Rodrigo achou melhor entregar o cargo que vinha mantendo há três anos com bastante eficiência e esportividade. É uma pena que  pessoas como ele sofram estas decepções e o esporte  piauiense fica cada vez mais sem apoio de pessoas  como  o Rodrigo Lima. O certame piauiense começa em 17 de janeiro e até lá os picoenses têm que arranjar um desportista que tome a frente da SEP, uma agremiação que sempre honrou sua cidade nas participações  passadas.

Quem não tem cão...

Como não temos campeonato  piauiense  vamos mostrar, o dos outros, o carioca, o paulista  como agora  o  treinador Mano Menezes, um dos  bons do futebol  brasileiro. Assis deu o “tratro” na foto.

Jogo delas

As “cracas” do nosso futebol estão em ação. Nessa semana, quarta-feira, Teresina surrou o Campo Maior (Comercial) de cinco a um. As meninas ficaram muito contentes. Estas partidas tem atraído muitos torcedores de nosso futebol porque não tem jogo de homem e não tendo tu vai tu mesmo. Só que estas competições precisam de mais divulgação, porque a propaganda é a alma do negócio e a pior desgraça é o cara ter sócio. Mas a divulgação dos jogos das meninas está muito boa. Como elas. Muito boas de bola.

Noticias do Flamengo

Peço encarecidamente a quem souber do paradeiro do Esporte Clube Flamengo, entidade esportiva que já  teve sede, campo, piscina, sócios, torcida e tudo enquanto tinha um  clube grande do Estado do Piauí, inclusive com uma torcida numerosa, vibrante, e que passou pelos pés e mãos de grandes piauienses, políticos, comerciantes e de alguns lisos mas com boa vontade. Sendo um dos grandes do Estado, sua falta é por demais sentida por gregos e carcamanos. Tinha o apelido de “mais querido”.


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