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Garrincha

Coisas do futebol: a seleção americana feminina é campeã do mundo

O fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles e dá na gente e sai com o título na mãos.

16/07/2019 10:35h

Coisas do futebol 

Meus amigos, este esporte que dizem ter sido criado pelos ingleses e eu não acredito porque o mundo é uma bola e todo mundo do sexo masculino tem duas bolas, então o jogo de bola nasceu com o homem, desde o tempo de Adão e Eva e o povo até misturava as coisas quando dizia uma lera para zonear nosso primeiro pai. “Eviadão”. Mas deixa isto pra lá, visto que o mundo é uma esfera tal como o maior brinquedo do homem. E há até gente que refuta isto dizendo que a bola não é o maior brinquedo do homem  e falam até que este brinquedo maior é a mulher,coisa que não digo nem de brincadeira quanto mais de “Vera”, Lúcia. E agora mesmo, o futebol nos mostra uma coisa  sui-generis, não só no esporte rei como nos demais. A seleção de futebol americana feminina ganhou o título de campeã do mundo, uma coisa que me deixou perplexo e convexo porque americano nunca foi bom de bola no pé e agora é o melhor time de futebol do mundo de mulher. Uma coisa impressionante. Mas meu velho amigo Osmundo Virado tem uma explicação, até certo ponto, coerente falando com João Vicente.. Dizendo ele que mulher sabe manejar com as bolas. Eu não havia pensado nisso mas tem rumo. Bom bolado. E já que o futebol masculino tem sua Copa do Mundo, o feminino idem, está na hora de acabar com esta discriminação boba no futebol com o pessoal do terceiro sexo. Os machões não podem mais abrir os bocões e dizerem enfaticamente: ”futebol é para macho!”. Acabou-se esta balela, esta grossura. O “pé na bola” é unissex. Para ser jogado com quem tenha duas ou nenhuma bola entre as pernas. Evolução natural deste mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo teria o apelido de “Pão” e já teria trabalhado nesta redação. E não estaria mais nem aqui. Seria um doutor advogado em Piripiri. Uma terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas o fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles  e dá na gente e sai com o título na mãos. Provando que as americanas sabem lidar com as bolas mais que as brasileiras e eu até indaguei da nossa vizinha, aqui  do nosso  jornal, dona Bete Flocos de Milho (Cuscuz), dona de um bom restaurante “apegado” ao jornal, sobre este controle de esfera e ela declarou tudo numa frase curta: “Tudo rola”. Com ó aberto. Coisas do futebol... 

Naquele tempo... 

O Flamengo era Flamengo. Uma seleção com jogadores daqui, do Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro. Pela ordem em pé Roberto, Maneca, Matintim, Benício, Celso, Macalé, treinador Moacir Bueno e eu, (Rádio Difusora). Agachados: Moaci, Gringo, Ercy, Paulinho, Airton e seu Luis massagista. Presidente era Rodrigues Filho da Rádio Difusora.

Não é ele... 

Rapaz, o futebol por sua versatilidade, tem criado algumas confusões pelas nomenclaturas, pela semelhanças e até as coincidências. Vejam neste momento da política  devagar e do futebol mais ainda, a mera coincidência de nomes.”Toinho do Frango”. Tem um cidadão vereador que se intitulou de Toinho e como acompanhante botou Frango.  Nós temos um cidadão exjogador de futebol profissional, ele foi um dos melhores goleiros deste pais e que já atuou na grande e no grande São Paulo. Ainda vivo e saltitante, treinando o time de futebol feminino do Tiradentes da PM com muita  eficácia, o ex-goleiro  pede que eu bote aqui que ele não é o tal Toinho do Frango, coisa  que ele nunca gostou.

Meu Vovô 

Ceará e Fluminense se enfrentaram ontem e não sei o resultado do jogo porque as matéria é feita antes do prélio e não comi nem carne de pavão para poder adivinhar.... Eu sei que ambos estão ruins de pontos mas o Ceará estava na frente do tricolor com dois pontos. Como o jogo é no Maracanã, o time cearense velou muita desvantagem porque em jogo assim até os porteiros torcem contra os paus de arara. Quer queira ou não queira, tem este negócio de preconceito. Em todo lugar. Até no Piauí. Quando vem time de Parnaíba prá cá, a negrada fica frescando chamando de comedor de Caranguejo. E quando os teresinenses vão lá, na Parnaíba, eles mandam ter cuidado para não ter...  “prisão de vento”.


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