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Garrincha

Ainda é tempo de saudar a nossa craque de futebol, a Valéria Cantuária

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

28/11/2019 08:14h

Carta recebida

“Prezado cronista esportivo. Venho através desta indagar do senhor que é um dos que escrevem sobre o esporte deste Estado, o que está acontecendo com o futebol profissional do Piauí. Sabemos que se trata de uma atividade que rende benefícios para quem é do ramo, como atletas, médicos, enfermeiros, árbitros, porteiros e até vendedores de “merendas" como dona Maria Divina, Popó Cabeça de Pato, Florêncio do Gelado, Teresa Fogoíó e outros e outras. Eu mesmo, dia de domingo, fico em casa sem ter o que fazer e minha diversão maior era ir ao Albertão ou Lindolfo para ver nossos jogos de bola, depois tomar uma cervejinha e ir pra casa. Era a programação do domingueira, incluindo “Um Prego na Chuteira”, na Rádio Clube, Difusora, Tropical ou Pioneira. Era a maior “zoeira”. Agora, seu Garrincha não tem mais nada disso. Dia de domingo não serve mais nem para fazer aquilo porque celular se compra até no quilo e todo mundo só quer estar “conectado”, online. Agora me diga, seu Garrincha, como é que vamos voltar aos velhos tempos de Lindolfo Monteiro cheio de torcedor, gente até em cima do muro. Do Albertão lotado com os rivengos ou com um Tiradentes da gloriosa Polícia Militar? Me diga, quando as emissoras de rádio brigarão por audiências, com cada locutor querendo ser mais ouvido do que o outro? Abraços do amigo José da Bola. ”Resposta: Caro José da bola, sua carta me consola. Primeiro, por ver que tem gente preocupada com o destino de nosso jogo de bola profissional, atualmente sem nenhuma movimentação ou competição. E você não vê em nenhum jornal da capital, nem no “O Dia “nem na noite, referências sobre esta atividade seja profissional ou amadora, a não ser nesta chuteira sem prego que eu calço todo dia, Padre Nosso Ave Maria. E só eu sei como é difícil tirar leite de pedra, hoje em dia que os peitos estão até petrificados porque perderam a batalha do manuseio para o telefone celular. Os dedos de nossa juventude perderam até as impressões digitais só de estarem no “leplep” toda hora. É todo o mundo de dedo liso por força da digitação no telefone. Porque tudo no mundo, alisando gasta e também tem gente que gosta de um “alisado” E assim, a bola rola e esta briga por audiência é antiga e cara porque a Pioneira não para, é fundamental neste país “Tropical” e aqui não é o Clube do Bolinha. Um abraço, Zé da Bola.

Master A

Ester era o time “master” da AABB em anos passados. Assis da Paraíba, o que enquadra a foto, me pergunta se é “a elite da elite” de nosso futebol bancário. Eles se achavam, não é não? O treinador era o Aníbal Lemos. Gabaritado ao lado do “menino”.

Nossa Valéria

Ainda é tempo de saudar a nossa craque de futebol, a Valéria Cantuária, porque ele é nossa e o boi não lambe. Nestes tempos de vacas magras de nosso futebol, uma luz se  destaca no horizonte e esse luz é Valéria e quem não tem cão caça com gata. Melhor atacante da seleção brasileira esta menina do Piauí, bem dali de União. Enquanto o futebol dos homens nesta terra anda na era Carcará, pega mata e come, o jogo de bola das nossas mulheres vai de vento em popa. E o negócio é bola pra frente, meter os peitos. Devidamente forrados como seu Tião.

Cadê o futsal ?

Minha gente, onde andam os praticantes do futebol de salão desta terra?  A juventude teresinense, masculina, feminina e trans? Nosso povo precisa se mexer para não  engordar e o esporte é o caminho mais indicado, porque é movimentado e acaba com a preguiça. Troque o seu celular por uma bola. Seja de futsal, vôlei, tênis ou basquete.  Só não vale bola de sorvete ou de carne. Um voleizinho pega bem. Se você é rico vá jogar tênis de campo. Se é mais ou menos, vá de tênis de mesa ou de campo. Eu falei tênis. Favor não trocar de letras. 


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